Entre, o mundo interior é teu!
Continuar lendo...
quarta-feira, 9 de março de 2011
Viver bem e prosperar em sociedade.
[A Felicidade é recompensa aos sábios e disciplinados. — Examina a Bíblia para você ver.]
[Este artigo não engana você com papos de PROSPERIDADE mundana.]
09/03/2011. O princípio número um da prosperidade é evitar ser enganado no dinheiro, na saúde e nas relações pessoais. Esta regra é certeira. E para concretizá-la basta-nos desenvolver a sabedoria e a disciplina nos trato dos recursos financeiros, da disposição física e mental e da convivência em sociedade. Portanto, o meio para a prosperidade continua a depender, hoje como sempre, de adquirir sabedoria e disciplina práticas no Deus da verdade – o Deus que não engana.
Pessoas há que fazem de tudo para se tornarem ricos, saudáveis, e felizes. Poucos, no entanto, estão dispostos a se empenhar pela prosperidade segundo a sabedoria e a disciplina prescritas nas Escrituras Sagradas. Salomão foi o homem mais rico, e talvez um dos mais saudáveis de seu próprio reino, mas perdeu de longe para a felicidade de seu espírito e para o contentamento de sua alma. Ele morreu depressivo; morreu pobre no espírito e na alma.
Embora Salomão chegasse à riqueza extrema pelas vias da sabedoria de Deus, ele alcançou também a infelicidade máxima, por ter lhe faltado humilde disciplina nas relações com os servos e com as bonitonas de seu reino. Relações pessoais promíscuas, como a praticada pelo rei Salomão e suas centenas de mulheres e concubinas, lhe causaram a perda da sabedoria. Salomão ao assimilar, de suas 1001 mulheres, comportamentos idólatras e pervertidos, precipitou-se para o abismo da falta de prazer no Espírito Santo de Deus.
Em seu reino, Salomão foi milionário, poderoso e pacificador; mas, infeliz. A infelicidade no espírito de Salomão custou-lhe uma alma empobrecida, fragilizada, conflituosa, e depressiva. O motivo de sua desgraça humana, pois perdera a graça de Deus, esteve em sua indisciplina nas relações pessoais. Salomão, como nós todos, tinha uma queda aos prazeres tangíveis e visíveis. Sua sabedoria, como a nossa, não cooperou com o indispensável temor a Deus. Sua indisciplina, quanto a satisfazer a prioridade de amar a Deus acima de todas as coisas, custou-lhe a felicidade e a prosperidade abaixo do céu; custou-lhe o selo do sucesso na eternidade.
Salomão teve todas as “glórias” que o Sistema de nosso mundo leva-nos a buscar: dinheiro, saúde, fama, estética, prazer, etc. Mas ele chegou ao final de sua vida vazio de suas glórias, pois dizia: “Tudo é vaidade. Vaidade de vaidades...”. Salomão morreu como morrem os cheios de riqueza nos vazios de felicidade. Experimente visitar um leito “luxuoso” de paciente terminal dos hospitais, ou observe as notícias sobre os que morreram cheios da fama, da riqueza e da estética, mas vazios do temor de Deus. Em que conclusão você chega?
O vazio da ausência do Espírito Santo de Deus, em um rico moribundo, não dá apenas dó em quem o vê, dá medo de ver a miserabilidade de uma alma perdida da felicidade; alma que desprezou a disciplina do relacionamento com o Espírito Santo de Deus. Para não ter medo de Deus na morte, não é mais sábio e feliz temê-lo na disciplina da vida? ― Adolescente sábio acha prazer na disciplina.
“Quando escrito em chinês, a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade”. John F. Kennedy.
“Prefiro ter saúde a ser rico.” Cícero.
Imagem: Prosperidade
Imagem
“A prosperidade começa no interior de uma vida entregue à simplicidade do amor de Deus.”
Música: Make me over. Natalie Grant
Música
“Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio!” Provérbios 06
Provérbios 06
Continuar lendo...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Como viveremos na Nova Terra?
[A santidade é o passaporte para a Felicidade. — Examina a Bíblia para você ver.]
[Este artigo é RADICAL; ele diz que o joio já será carbonizado.]
28/02/2011. À medida que a morte deste mundo das corrupções se aproxima, a santidade e a paz se radicalizam no povo de Deus. Como o dinheiro se estabeleceu em âncora da “felicidade” dos filhos do falso “belo-Deus”, o enganador e anticristo; a santidade vai se fundamentando na alma das ovelhinhas do Bom Pastor, à espera do dia inaugural da felicidade em plenitude. O processo de amadurecimento do joio e do trigo no mundo requer radicalismos em ambos os frutos. O joio (esta erva tóxica, que se imiscuiu na plantação do trigo de fazer pão para a Vida) está radicalmente pronto para ser colhido pelos anjos ceifeiros, e serem queimados no lago de fogo e enxofre na companhia da ave de rapina que comeu muitas boas sementes na lavoura do Senhor Deus. Já o trigo de Deus (que foi surrupiado, engolido e defecado por gregos e troianos neste mundo de cão e Caim) vai despontando em campinas verdejantes, aonde corre um riozinho de água bem limpinha – uma água com raízes na Fonte; água radical; água com sabor celestial; água cujas raízes nascem no templo de Deus, que fica na Nova Jerusalém lá no alto do Belo Monte... É uma água mineral... Água das minas de um estado do Espírito Santo. E este estado também tem raízes por aqui, pois o estado do Espírito Santo está no meio de nós, dentro da alma radicalmente limpa, salva, e em paz com o Senhor, o dono da plantação de trigo que detém autoridade para carbonizar joios.
Uma vez que o trigo de Deus tem raízes no Espírito Santo, quem se considera trigo deve radicalizar-se na santidade! (Faz sentido, não faz? É só lembrar-se do significado da palavra radical, que é: relativo à raiz.) Radicalismo santo e terrorismo insano são fundamentos de reinos distintos e antagônicos: o primeiro é do Belo Monte de vida; o outro, do “belo vale” da morte. Lembre-se disso para você perder de uma vez por todas a timidez quanto à palavra Santidade, pois sem ela ninguém verá a Deus... E isso foi um homem de Deus quem disse aos hebreus: “Busque a paz e a santidade, sem as quais ninguém verá a Deus” no Belo Monte da paz e da santidade no Espírito Santo. Santidade radical é, portanto, um mandamento espiritual – ela tem de ser abrigada dentro da tua alma, no interior das tuas emoções, no profundo da tua mente. E isso, com toda a força e com todo o entendimento dos mandamentos que estão contidos nas escrituras sagradas do Deus Pai e lavrador de campinas de trigo santo. Repetindo, para que haja lembrança de cá e de lá: a santidade e a paz se radicalizam na alma da gente pelo revestimento do Espírito Santo nas emoções e na mente; e seu fruto é o trigo que alimenta a alma.
Ninguém há que argumente contrário à necessidade de prestar concurso para ingressar em uma instituição deste mundo. O Sistema estabelece as regras, e os interessados é que se qualificam para participar da família e das boas virtudes da organização, que são: justo salário, estabilidade empregatícia e oportunidades de carreira – e que é uma costumeira meia-verdade. Pois, ao Reino de Deus, que é uma Nova Terra de plena felicidade eterna, há os que menosprezam a necessidade radical de santidade e paz interiores para ali ingressarem. O alerta, nesses tempos finais (assim como os milhares de clamores às outras gerações dos joios e dos trigos que por aqui amadureceram), maceta na cabecinha dos candidatos ao concurso à Vida a mesma máxima: “faça-se como uma criancinha de colo (santa, pura, limpa, dependente, amorosa, agradecida), senão, não passa!” Os grandões, que já atravessaram pela infância, a puberdade, a adolescência, e já estão na fase adulta, serão qualificados no concurso à Vida pela operação radical do Espírito Santo, ainda nessas terras baixas, cheias de joios e trigos sapecados de herbicidas nas plumas da peste. – Adolescente que se preza radicaliza na santidade.
“Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira.” - Johann Goethe.
“Se me esvazio de ego, se deixo o templo de Deus para Deus, sua plenitude enche minha vida.”
Imagem: “Plenitude”.
Imagem
“Jesus: meu salvador, minha vida, meu amor, meu tesouro, meu presente do Alto.”
Música: “To Bow and To Kiss” – Jeremy Riddle.
Música
“Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo.” Simão Pedro.
Leia a Bíblia! “Atos 02”
Atos 02
Continuar lendo...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
O prazer e a dor encontram suas verdades
[Felicidade com adultério não tem nada a ver. — Examina a Bíblia para você ver.]
[Este texto recomenda deturpar o ADULTÉRIO.]
19/02/2011. Adulterar é falsificar relacionamento; é imitar relações amorosas por zombaria. Formas inflexionadas desse verbo (como: corromper, viciar, deturpar, deformar, mudar, alterar, modificar) expressam a moda de uma infidelidade relacional que ainda se vê rolando no mundo. O adultério foi inaugurado quando Lúcifer se revelou peste destoante entre as estrelas na antessala do big-bang. Todo o vivente é consequência do adultério praticado pelo invirtuoso de Deus, denominado nas Escrituras pelo pseudônimo de “estrela da manhã.” O adultério atravessou quinze bilhões de anos e atingiu a maturidade através da história da humanidade. A qualquer momento de podridão, portanto, a infidelidade aberrante será colhida da árvore do conhecimento do bem e do mal – a árvore da gênese do homem caído. O adultério, esse amantismo corruptor, cujo Diabo é o pai criador, deixará nossa raça no momento da vinda da fiel e verdadeira “Estrela da Manhã,” aquele que vive pelos séculos e foi morto numa cruz na Palestina, o Senhor Deus Todo Poderoso. A ruína do destruidor dos bons e justos relacionamentos está narrada no Apocalipse para que o adultério não alcance também as gerações de frutos da árvore da vida – à árvore da gênese da eternidade do povo redimido da injustiça inoculada no primeiro casal pela serpente Lúcifer.
Quando o ranço do adultério for cortado, pela morte definitiva dos zumbis de ego deformado, os seguidores do caminho da vida exultarão em glorioso júbilo. Terá sido o fim das amarras ao amor puro, fiel, comprometido e autêntico da criação de Deus Pai. Esse momento escatológico virá sobre o Sistema que comanda o mundo – um domínio de instituições políticas, econômicas e sociais que deturpa, zomba e mascara o amor original de Deus; amor concebido para aqueles que hão de herdar a vida de eterna felicidade. Esse mundo, a era do sistema corrompido pelo espírito serpente, virará fumaça; será extinto, muito à semelhança do fim repentino sobre os dinossauros há cerca de 65 milhões de anos. A era mesozoica viu o fim dos dinossauros; mas não, da vida animal. A nossa era holocena verá o fim de cenas obscenas; mas não da raça eleita e redimida dentre os humanos. Assim como a última era do gelo determinara, há 12.000 anos, os que sobreviveriam para acompanhar o homem agropastoril da descendência de Adão e Eva; o Armagedom definirá os aprovados que resistiram à deturpação social imposta pela convivência com os espíritos do Diabo.
Por boa ironia de nosso destino sublime, a era eterna de felicidade será inaugurada nas costas do adultério. Ou seja, no que o Diabo for imobilizado no lago de fogo e enxofre, no que as almas perdidas forem sepultadas em definitivo na segunda morte, essa hora será a que antecede ao casamento do Leão da Tribo de Judá, o Cordeiro de Deus que tirou o pecado do mundo. Assim como dinossauros nunca mais, a partir daquela noite de núpcias do Cordeiro com a alma humana redimida pelo seu sangue, nunca mais será possível conviver-se com a possibilidade de erro, de culpa ou de vício de queda no adultério, no engano, na corrupção. O capítulo 19 de Apocalipse também deixa claro que a era de amor de verdade, de paz de verdade e de prosperidade de verdade terá como herança inicial as utilidades construídas na presente era da corrupção deste mundo. Aquilo que hoje é tesouro do Sistema do mundo (como: conhecimento, tecnologia e criatividade) será espólio para a eterna era do Reino do Cordeiro e sua noiva (leia-se: minha alma, tua alma, vossas almas redimidas). Os que vencerem a era do adultério, essa mesma aqui presente, serão sublimemente casados para sempre no divino espírito santo de Deus, Amém! — Um menino deve vencer o adultério.
“No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam.” - Carlos Drummond de Andrade.
Imagem: “Separação espiritual”
Imagem
Música: “How He Loves Us” - Kim Walker
Música
“E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.”
Bíblia: “Apocalipse 19”
O prazer e a dor encontram suas verdades
Continuar lendo...
sábado, 29 de janeiro de 2011
SALMOS 13 e 14 — Ânsia pelo Senhor; todos são corruptos
[Não se enfade, a Felicidade é prazerosa! — Leia mais a Bíblia para você ver]
[Este texto diz para ir limpo ao PRAZER]
29/01/2011. Não me lembro o nome de minha primeira chefa, a esposa do Seu Luiz, o patrão da loja de doces de Nilópolis. Ela era quem mandava e desmandava na filial de Morro Agudo. O Seu Luiz nunca dera as caras por lá. Viesse o que viesse do meu relacionamento de empregado com a patroa, não haveria um superior a quem eu pudesse me reportar para reclamar mágoas ou desprazeres. Não que ela fosse uma chata das chatas; não era. Mas apenas que eu me via isolado sob as vontades da dona. E eu não identificava nenhuma porta de escape ou de ascensão naquela carreira de balconista cercado de desprazeres sujos. A loja de Morro Agudo ficava de frente para uma entrada de carro, que levava a uma casa chique pintada na cor rosa, aos fundos dessa garagem. Ao lado direito, estava a padaria pertencente a um gorducho gente boa, descendente direto de Portugal (ou era Espanha?) - o Pepe. E ao lado esquerdo, uma carvoaria em fim de carreira, porque a energia elétrica chegara ao bairro na década de 1960, minha primeira década de vida.
Naquela loja de doces eu aprendera que há sempre alguém externo ao nosso círculo de relacionamentos que nos observa e avalia. O Pepe um dia seria o meu patrão, no quase meu topo de carreira de balconista. Aprendi também ali que não há necessidade de se cavar o prazer, a satisfação de desejos, os sonhos na vida, a todo o custo. Aprendi que quando a vida da gente parece uma rotina, desaguando no enfado, a esperança da gente vem ao nosso encontro e nos bate à porta quando menos esperamos. E desse aprendizado todo, aprendi que isso tem a ver com o que a Bíblia garante: quando tudo parecer uma rotina enfadonha para os filhos de Deus, o rei do universo baterá nas nuvens para que elas abram passagem para ele reinar na companhia de seus seguidores; e na ausência total dos cansativos chefes e chefas dos sistemas de lojas enfadonhas e sujas que andam negociando prazeres injustos por aqui.
Digo isso tendo a lembrança a sujeira que a Dona Pede-Moleque, um designativo apreciativo às lições tidas na companhia daquela saudosa chefa, e seu molequinho de três anos. A sujeira que eles ajudavam a acrescentar nas vitrines e no chão da loja era problema de seu único funcionário: eu. Eu tinha de cuidar de só tudo somente sozinho. Explico! A chefa passava os dias de expediente descalçada. A sola do pé dela tinha rachaduras, e era preto de sujo. Ela era acompanhada de um menininho quase-pelado, só nas fraldas. Eu, um moleque, não tinha trégua no expediente. Meu sossego era uma miragem, pois tinha de manter a loja limpa além de ter de atender os constantes pedidos extras da dona – daí, Dona Pede-Moleque, e não, Dona Pé-de-Moleque, que era o doce que eu mais gostava de comer nas horas vagas que eu não tinha.
Mas esse negócio de trabalhar pelo prazer é conceito muitíssimo sério. É tão sério que entender a abordagem que se dá ao prazer sempre foi caso de vida ou de morte. E já vou te alertando que meus textos falarão bastante de morte, pois ainda não existe Vida maiúscula sem morte minúscula. Vida é prazer. Morte é desprazer. Logo, a morte está assentada no caminho do prazer da Vida, entende? Não? Então, olha só! Você não ouse perguntar a uma pessoa chorosa em um funeral se ela está sentindo prazer de enterrar seu morto, porque não está descartada a possibilidade de você ser enterrado vivo naquele mesmo caixão do respeitável morto. Então, a moral da história é que esse “prazer,” que a gente eventualmente sente nos balcões da vida, não é prazer coisíssima nenhuma. Prazer que acaba é apenas divertimento, como o prazer dos parques de diversões dos tempos de menino, lembra? E, só por divertimento, muitos estão se encontrando mesmo é no caixão prematuro, para chorar na sepultura, que não se sabe se pertence ao Sistema ou ao Reino do prazer de viver. – Um balconista quis prazer de pés limpos.
ENTENDA A DIFERENÇA, VAI!
Frase
O desejo é uma árvore com folhas; a esperança, uma árvore com flores; o prazer, árvore com frutos. - Guilherme Massien
ATITUDE DIGNA DE SE VER — Buscando prazer com inteligência
Imagem
VÊ SE ACORDA DE VEZ, VAI! — O pai da mentira
Vídeo
DEDICATÓRIA A QUEM DO REINO? — Eu quero ir, Lucas Souza!
Música
COM PRAZER, EXAMINA A BÍBLIA, VAI!
És filho do homem ou de Deus? Pois: O Senhor olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus.
Salmos 13 e 14
Continuar lendo...
sábado, 15 de janeiro de 2011
SALMOS 1 e 2 — O segredo da felicidade
As vendas de picolé iam bem. O ambiente era produtivo e cooperativo entre os camelôs dos trens. Havia tempo e algum dinheiro para eu ir ao parque de diversão no lado chique de Morro Agudo. A escola não intimidava com tarefas insolúveis. O desafio insuperável era mesmo o meu quintal; era muito grande para meus recursos de jardinagens. Mas era ok, pois minha mãe e eu cooperávamos na manutenção de um pequeno jardim, e eu sabia apreciar as cores e texturas das flores.
Mas há sempre uma insatisfação; um motorzinho dentro da cabeça da gente querendo rodar para mais longe e com maior ímpeto. Então resolvi que teria de vender mais picolés que meus colegas de trem. Senti-me obrigado a superá-los. Nesse ponto cometi um crime contra minha própria felicidade. Não há nada de errado em desejar ser o maior vendedor de picolés do planeta. Também, nada de errado em não querer ser vendedor de picolés a vida inteira.
O crime à felicidade está em matar o prazer; em matar a paixão da vida da gente. A felicidade morre quando morre o amor; morre quando morrem sonhos puros; morre quando os sonhos cedem à vaidade, ao pecado de querer superar o desempenho de colegas, por exemplo. Amar é sonhar com pureza na alma da gente. E isso: o prazer; a ambição mata, assassina a felicidade da pureza.
Peguei minha caixa de picolés e rumei decidido para Nilópolis; encontraria a picoleteria mais famosa do mundo dos camelôs. Desconhecia os crimes à felicidade.
Hoje, retornando de meu “passeio romântico noturno”: onze horas de viagem de Brasília para Belo Horizonte, no fretado da Rota Mineira Tour, com chegada às 06h30 no terminal rodoviário. Tomei outro ônibus, um suburbano, para Lagoa Santa, onde passo os fins de semana ao lado da família, após a semana regular de trabalho.
Desço na parada de ônibus, a uns mil e quinhentos metros de casa. Nos primeiros quinhentos metros veio-me à lembrança o resultado de um período de reflexão na Bíblia, lendo-a na noite: “Sensibilidade! Atente para sua sensibilidade!” Nesse exato momento, havia um caminhão de coleta de lixo orgânico parado à direita na rua que subia.
Os lixeiros se demoravam em atirar a grande quantidade de lixo do restaurante da esquina para a traseira do caminhão. Eles atiravam lixo com jeito de quem brinca. Um saco de lixo foi arremessado sobre um lixeiro mais experiente. Agarrou no pescoço dele um pedaço de sacola plástica com restos de alimento. Aí ele gritou: “Ô seu puto! Joga o lixo no lixo. Né ni mim não!”. O sacana do colega, inexperiente em atirar sacolas de lixo, respondeu: “E tu é o quê, pô?” O caminhão ronca o motor. Eles esquecem a brincadeira. Pulam naquela traseira de ferro, fedida e feia, e seguem o dia na gozação – um quase prazer de atirar lixo, na cara um do outro. Os lixeiros seguiam com vontade de viver.
Senti que o prazer de viver tira felicidade até do lixo.
Soube que me amava
http://www.youtube.com/watch?v=W615voGx7F8
Felicidade
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtLZ2onbfxNSLaqDPAiqjFkuLaNhJs4Rf9Oqe2WtfPqwB_3FDcYJULoemx61NIm5m225qLSXb7nQsVFbzhf9iYGVnpJ57tWRE79ZoTx3zSpK-m4_1R-RhVJVaYHpuMHYLOaL3mq2dwdLfN/s1600/felicidade1.jpg
A busca incessante da felicidade nos priva de vivê-la a cada dia. – Elba Lucas
CONTINUE LENDO A BÍBLIA PARA VOCÊ VER! O segredo da felicidade está nas páginas da vida: — Feliz quem tem o seu prazer na lei do Senhor Deus, e nela medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
Continuar lendo...
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
(2) O Camelô dos trens da Central do Brasil
28/12/2010. Prosperidade sempre rondou meus desejos e energias de viver. Pelas janelas do trem, iam ficando para trás as casinhas humildes dos operários, meus clientes de picolé, após mais um dia de camelô nos trens da Central do Brasil. Eram imagens carimbadas de dó e de lamento quanto às limitações sociais daqueles trabalhadores -- gente como meu pai. Considerava-os abandonados numa sociedade marcada pelo desdém e por um salve-se-quem-puder muito desumanos. Não haveria autoridade para proporcionar-lhes acesso a uma vida de qualidade e paz? Ao sentimento de compaixão, por aqueles meus conterrâneos, se sobrepunha o escudo da limitação psicológica -- lutar por minha própria prosperidade e, um dia, poder ajudar os de casa. Lembrei-me, então, do triste episódio das muitas varizes na perna de minha mãe quando ela e eu retornávamos da feira livre em Morro Agudo, do lado chique do bairro. Em cada mão, carregávamos uma sacola de pano cru, que continha a alça fixada num pedaço de metal. Vínhamos, então, retornando a pé pela lateral da rua de terra batida, com precaução para não sermos atropelados pelas bicicletas que predominavam como meio de transporte pessoal e de carga - e não carros como hoje. No que minha mãe evitou uma daquelas bicicletas no contra fluxo, a extremidade da fita de aço de sua sacola pinçou-lhe uma ramificação de varizes na batata da perna. Como esqueceria o sangue a escorrer pela perna de dona Rosa? Da angústia e inação de um filho menino, nessas horas, um clamor relâmpago sobe de si aos céus: ``-- Quem poderá nos socorrer?'' - pensei em meio ao desespero em meio a dor. Eu teria de testemunhar muitas outras dores e sangues de inocentes até ser capaz de compreender que nosso socorro vem do Alto.
29/12/2010. O trem encostara na estação de Nilópolis. A caixinha de picolé descera para ocupar o espaço antes preenchido pelo senhor humilde e generoso, que a apoiou ali sobre minha cabeça desde a estação de Engenho de Dentro. Os últimos picolés, já um pouco amolecidos, ainda seriam vendidos até a estação de meu bairro, pois a caixa de isopor não sofrera dano, no aperto das pessoas confinadas comigo naquele vagão. Quando a porta de um trem superlotado se abre, não há muito tempo para o desembarque, nem há ocasião para palavras de despedida entre os que ficam e os que se vão. Uma parte da massa humana escoa para seus destinos por meio daquela estação, e os que devem prosseguir a viagem são obrigados a desobstruir-lhes o caminho; caso contrário, descem ali mesmo, por empurrão. Por um relance apenas, o olhar daquele senhor cruzou o meu. O poder de um olhar generoso, sobre o rosto de uma criança assistida na dificuldade, extrai dela uma profunda nota de agradecimento: ``-- Valeu!'' - disse-lhe eu um Muito Obrigado em linguagem de camelô. Em retribuição, ele, já de costas, e confundindo-se entre os desembarcados, expressou-me o polegar característico de Ok! Aqueles segundos me ensinaram que a gente só recebe um Ok de generosidade do Alto se dissermos um Muito Obrigado de humildade daqui de Baixo.
30/12/2010. Naqueles dias, um parque de diversão se instalou no lado chique de Morro Agudo; na rua principal, a uma ou duas quadras da igreja matriz, para quem vai em direção à via Dutra. Eles ocuparam um grande terreno de esquina, à direita dessa rua. A feira livre, aos domingos, era transversal a essa rua, e fazia esquina com o terreno do parque de diversão. Foi indo à feira com a minha mãe, pelas manhãs de domingo, que eu conheci o primeiro parque de diversão de minha infância. Era um parque simples, mas tinha um mundo de coisas fantásticas. Tinha Tiro-ao-Alvo, tinha carros Bate-bate, e tinha uma Roda Gigante cheia de cadeiras igualmente espaçadas em todo a sua circunferência. Enquanto minha mãe parava nas bancas para escolher verduras, eu ficava pensando como seria ver o bairro lá do topo da roda gigante. Era uma coisa que dava certo medo, mas um medo razoável; só exigiria um pouco de coragem de mim. Não durou nada e eu separei um dinheiro da venda dos picolés para gastar no parque de diversão num domingo daqueles. Entrei na fila da bilheteria: “Em qual brinquedo você vai?” - perguntou-me o bilheteiro, um homem negro, com cara de gente boa. “Quero a roda gigante.” - respondi destemido. A visão que tive lá de cima não só valeu a pena como me despertou para ver as coisas cada vez mais lá do Alto. E ainda está valendo a pena.
31/12/2010. No caminho de volta para casa, naquele domingo à noite, após umas horas de sonho no parque de diversão, viajei em pensamento há uns cinco anos atrás, quando ainda morava na Rua Lili -- a rua com a casa de minhas primeiras memórias de infância. Dali ficaram registrados coisas muito boas; coisas que meus pais fizeram para toda a família. Minha mãe e meu pai oscilavam em torno de 35 anos de idade. Ele trabalhava no Jornal o Globo. Ela cuidava da casa e da gente esplendidamente. Eu adorava as sardinhas fritas, o feijão preto e arroz branquinho da minha mãe. Aos domingos íamos à igreja Assembléia de Deus do pastor Teotônio -- cuja família morava no quintal que fazia fundos com o nosso. A casa da Rua Lili tinha um telhado cujas águas corriam para o centro do telhado. Visto de lado, o telhado lembrava uma letra V bem aberta - as pessoas diziam que era telhado tipo Brasília, bem moderna. Era uma casa simples, e toda pintada de rosa - o nome de minha mãe. Tinha três pequenos quartos; uma sala com sofá; uma sala com mesa de refeições; uma varanda grande nos fundos onde tinha uma mesa enorme com dois bancos. Minha mãe colocava as roupas passadas sobre aquela mesa. O ferro de passar era a carvão vegetal. E eu aprendi a ler “Eva viu a uva” naquela mesa dos fundos. Na frente da casa tinha uma varandinha com persianas horizontais. O ônibus passava bem em frente da casa e fazia um poeirão na rua de terra batida. À noite eu me deitava no sofá e assistia às sombras que os faróis dos ônibus projetavam sobre o sofá da sala da frente. Eu não ligava para a poeira. A poeira cheirava bom, especialmente quando chovia! Naqueles anos eu me sentia bastante feliz porque minha mãe se esforçava para manter tudo limpinho e organizado. Não tínhamos luz elétrica; a geladeira funcionava à querosene, eu tomava banho pelado numa bacia de água aquecida pelo sol no fundo do quintal. A vida era maravilhosa! ... Até que meu pai começou a fazer coisas bem erradas! A primeira coisa ruim, que eu soube que ele fez, foi brigar com pessoas da igreja que gostavam da gente.
Continuar lendo...
terça-feira, 24 de novembro de 2009
A HISTÓRIA DA SALVAÇÃO DO MUNDO INTERIOR
A história que você ouvirá neste artigo, pode não ter beleza aparente, pode não ser nada desejável, pode destruir-te ilusões, mas construirá teu caminho de volta à origem de tua alma. Ela reconstruiu o meu! ...É impossível calar a história da salvação do mundo interior.
Parte 1 (6:44)
Somos nascidos no mundo exterior
Parte 2 (9:39)
No mundo exterior temos aflições
Parte 3 (9:44)
O Salvador entra no mundo exterior
Parte 4 (10:08)
A manifestação do maravilhoso amigo no Caminho
Parte 5 (10:04)
A aflição do Salvador ante o preço de te amar
Parte 6 (10:06)
O mais extraordinário resgate de todo o mundo
Parte 7 (3:11)
As portas do inferno não te resistirão o caminhar
(Desconhecido o autor deste áudio)
A oração deste camelô do Senhor da Vida é que possamos ser amigos nesta estradinha traçada na história do mundo interior.
Ponha o fone de ouvido e ouça... Alguém te encontrará no caminho e te estenderá a mão.
Eu te Erguerei
Arautos do Rei
Procuro em minha vida encontrar um sentido / Pois não compreendo a razão do existir / Por muitas vezes tenho me sentido sem força / Pra continuar seguindo sem desanimar / Eu nunca quis enfrentar a estrada em solidão / E em você confiei quando ouvi.
Irmão, te erguerei e o temor passará / Dá-me a mão, vamos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás
Eu sei que as vezes tu também te sentes sozinho / Pois é difícil caminhar sem ter alguém / Pra dividir as provas que enfrentamos na vida / E levantar disposto pra recomeçar / Se for preciso enfrentar perigos e terror / Vamos em Deus confiar e orar
Irmão, te erguerei e o temor passará / Dá-me a mão, vamos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás
Vamos juntos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás
Vamos juntos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás / Sim tu me erguerás / Uh!
Continuar lendo...
sábado, 20 de junho de 2009
PARA OS NASCIDOS NESTE MUNDO,
Questões eternas. Outro dia — não sei se sonhando ou se pensando, mas o meu amigo do coração, o Celso Omar Perpétuo, perguntou-me à queima-roupa:— O que você descobriu dos segredos da vida na sua breve existência? Conte-me suas descobertas ao especular nas muitas inquietudes da vida enquanto imerso em seu mundo interior? Para que Deus criou a humanidade? Por que Deus não te criou diretamente um ser angelical, puro, um perfeito servo dele? Para que o ensino e o aprendizado na estreita e rústica trilha que te trouxe de volta até as margens do rio onde te acordei? Por que existe o mundo dos astros estelares e da terra azul de onde você veio? Por que você existiu física e materialmente? E não apenas em espírito, como um anjo ou um capeta? Por que Deus fez gente como você?
As perguntas colocadas pelo Celso me deixaram sem fala. Embora tentasse, não conseguia responder-lhe um A. Minha disposição de falar não fora acompanhada de raciocínio. Eu não conseguia expressar uma linha lógica, pois não conseguia formular respostas articuladas em fundamentos tão elevados. Na verdade, em parte eu desconhecia as respostas, em parte evitava pousar de tolo diante da sabedoria de meu anfitrião do outro lado do rio da vida. Receei expor meu despreparo injustificado diante do mestre que tão atenciosamente me estendera a mão nos meus inúmeros naufrágios, nas tentativas de cruzar as águas daquele rio cristalino e abismal para a outra margem de campinas verdejantes, povoadas de lindas casinhas brancas, com quintal e varanda e gente absolutamente feliz.
O som da Criação. Quando me dei conta de que meu devaneio se passara em meio à tentativa de articular mais uma reflexão para meu blog Do Mundo Interior, fui despertado pela canção linda, sem palavras, chamada “After the Harvest”, feita por uns anjos de Veneza, e tocada muitas e repetidas vezes no computador da escrivaninha do meu filho. Será que aquela música me inspiraria uma resposta boa o suficiente para que meus amigos do lado de lá, do Omar, se orgulhar? E se eu iniciasse meu discurso explicativo sobre a origem do universo, tendo como fundo musical uma canção cujo tema se refere ao pós-mundo chamado Céu? Onde a perfeição germinará de boa colheita. Mas colheita de quê? De gente? Puxa vida! Vai dar certo assim. Porque Jesus veio ao mundo para também ensinarmos a pescar, semear e colher. O Senhor ensinou-nos a não garfar, mas a colher; colher gente arrependida e regenerada para não mais garfar a Deus! Vai dar certo! Ouça The Angels of Venice! Sem pressa, por favor! O Perpétuo é paciente conosco, com pessoas que não garfam a paciência dele!
After the Harvest
The Angels of Venice
Tudo muito bom. Iniciei minhas pesquisas sobre o para quê o mundo existe buscando dicas na primeira página do livro de Gênesis, lógico! Lá diz assim: (Permaneça ouvindo After the Harvest, pois, na descrição abaixo, Deus ainda estava semeando para colher gente boa plantada em seu Filho amado, o Impecável Carpinteiro, o restaurador de ladrões e bandidos, como eu, que me cansei de garfar a Deus!)
No começo, Deus criou os céus e a terra. A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo, perpétuo. A escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia por cima da água. Então Deus disse: “— Que haja luz!” Deus viu que a luz era boa e a separou da escuridão. Então Deus disse: “— Que haja no meio da água uma divisão para separá-la em água acima (céu) e água abaixo (mar)!” Aí Deus disse: “— Que a água que está debaixo do céu se ajunte num só lugar (os mares) a fim de que apareça a terra seca!” E Deus viu que o que havia feito era bom. Em seguida ele disse: “— Que a terra produza todo tipo de vegetais, isto é, plantas que dêem sementes e árvores que dêem frutas!” E Deus viu que o que havia feito era bom. Então Deus disse: “— Que haja luzes no céu (estrelas) para separarem o dia da noite e para marcarem o dia, os anos e as estações!” E assim aconteceu. Deus fez as duas grandes luzes: a maior (o sol) para governar o dia e a menor (a lua) para governar a noite. E Deus viu que o que havia feito era bom. Então Deus disse: “— Que a terra produza todo tipo de animais: os domésticos, os selvagens e os que se arrastam pelo chão!” E Deus viu que o que havia feito era bom. Aí ele disse:
“— Agora vamos fazer os seres humanos, que serão como nós, que se parecerão conosco (a Trindade). Eles terão poder sobre os peixes, sobre as aves, sobre os animais.” Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos consigo mesmo, parecidos com a sua natureza divina, tendo poder para fazer coisas, e tendo a capacidade de amar, e de serem sábios à semelhança de seu Criador. Ele criou o homem e depois, por ser Deus muito carinhoso, ele criou a mulher e os abençoou muitíssimo, dizendo: “— Tenham muitos e muitos filhos; todos parecidos com Deus e dependentes de seu amor; espalhem-se por toda a terra e frutifiquem-na.” E Deus viu que tudo o que havia feito era muito bom.
A velha insubmissão. Mas (e a história bíblica detalha), o vovô Adão e a vovó Eva resolveram equiparar-se a Deus, ser como Ele, independente em suas vontades; resolveram garfar-lhe um atributo da Divindade, que os fariam também deuses, ainda que com D minúsculo. Eva e Adão não se declararam satisfeitos em parecer-se com Deus, como se fosse pouco ou insuficiente seu status humano (de poder, de amor, e de sabedoria) conferidos pelo Eterno para que vivessem alegremente em Sua companhia.
O homem, então, tentado pela criatura soberba, pelo anjo ladrão, falido e condenado (o Demônio na pele de serpente), o homem cobiça ser livre e independente de seu Criador. Sentiu-se atraído a experimentar não só o bem, mas também o mal. Até este funesto episódio na história da humanidade, o homem só conhecia o bem, não tinha tido acesso ao mal. Mas, seduzido em sua faculdade de sábio, o homem usa da função insubmissão, caindo na conversa da Serpente, a grande deusa insubmissa. O homem eleva-se soberbamente então, contrariando sua missão de filho querido, de criança obediente. Ele desobedece à instrução de Deus que lhe preservaria o poder, o amor e a sabedoria para viver somente na feliz cidade. A desobediência não lhe faria bem algum, mas lhe distanciaria do convívio visível com o Criador no jardim da infância. A desobediência precipitaria o homem no mundo dos deuses minúsculos, de seres independentes e mortais, na selva e no deserto da maturidade, da vida ou da morte, sob o regime do poder invisível de anjos caídos, que igualmente cobiçaram ser iguais a Deus, independentes como Deus.
O ambiente insubmisso. A dúvida colocada pela Serpente na cabeça do homem e da mulher, alimentada pela cobiça, que normalmente descamba na desobediência, precipita o homem a viver na dimensão do mundo exterior, o mundo herdado por todos nós, o espaço e o tempo que nos separam do Jardim do Éden, do mundo interior, onde há ambiente humano para o Espírito Santo de Deus operar, garantindo o suprimento de poder, de amor e de sabedoria aos filhos de Deus para que vivam eternamente na dependência da felicidade. No mundo exterior, morada de deuses minúsculos e de homens e mulheres mortais, o poder, o amor e a inteligência são disputados à tapa, à insubmissão e à corrupção. Num ambiente insubmisso vale a lei dos medíocres, a lei dos mais fortes de arrogância, a lei dos mais espertos na burrice, a lei dos vivos-mortos.
O resgate da prisão. Tendo observado que Deus criou tudo muito bom, que ele criara o homem parecido consigo mesmo, e que agora, pela soberba, seus filhos se distanciam dele, arrastados pelo desejo de construção de seu próprio reino humano, o reino do bem e do mal segundo a cabeça humana, você acha que Deus abandonara ou desistira de sua criação amada? Você não acha que apesar de o homem ter extrapolado os limites do Éden, aprisionando-se no convívio com a Desobediência, que o Amor do Pai, o seu único Filho 100% obediente, não traçaria uma trilha em meio à selva, em meio ao deserto, do mundo exterior, para que todo aquele que se arrependa, que queira deixar de ser deus, tenha a possibilidade do retorno à vida Eterna no Éden de Deus? Se Deus não tivesse um plano de salvação (para resgatar o homem de si mesmo, perdido no mundo exterior), Ele teria contrariado sua natureza amorosa. Deus é amor. Ele não se contraria. Deus não muda! Então, Deus anuncia seu plano de salvação para o homem perdido neste mundo de espaço e tempo exteriores ao Éden:
O Salvador do homem. Porque assim como Moisés, no deserto, levantou a cobra de bronze numa estaca, para que toda a pessoa mordida de cobra fosse salva ao olhar para ela; assim também o Vermezinho (o Filho do Homem, o Filho único de Deus) teve de ser levantado no madeiro cruciforme, para que todo aquele que olhar atentamente para ele, hoje em dia, seja curado da praga do desejo de ser deus, e tenha a vida eterna através da justificação de nossa soberba arrependida e sarada por Jesus. Porque Deus amou tanto os seres humanos perdidos neste mundo exterior, que se deu a si mesmo, em seu único Filho, para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna, ao achá-lo pela fé, não pela dúvida, mas pela humildade; não pela cobiça, mas pela disciplina; e não pela desobediência, mas pela obediência em manter-se nos limites do alcance de seu Poder, de seu Amor, e de sua Sabedoria.
Então, para que Deus criou o mundo, este universo que contém todas as coisas (poder, amor, sabedoria) para o homem?
O poder no seu devido lugar. (1) Deus criou o mundo para compartilhar seu poder com o homem sem ser roubado em Seu Poder, por homens metidos a deuses do poder. Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? A Serpente aborda a mulher relativizando o poder de Deus: “É assim que Deus disse?” A dúvida faz a mulher bambear diante de sua missão de vida: ser um ser perfeitamente feminino, feita caprichosamente por Deus para formar com o homem um ser único e indivisível na atratividade do prazer e das necessidades complementares ricamente satisfeitas.
Semelhante à mulher, o homem também cede, quando bastavam pronunciar um sonoro NÃO à cobiça cantada de fora (do mundo exterior) para dentro (do mundo interior) de suas vidas perfeitas. E se Eva e Adão tivessem exercitado suas virtudes de sabedoria e obediência humanas, teriam eles cedido ao silvo hipnotizante da cobra maldita? Qual foi o elemento da cobiça? Não foi o desejo de ir além dos limites naturais da criação? Você reconhece e respeita limites naturais? Qual a sua inclinação ao ouvir gente astuta dizer por aí? “Você quer, você pode!” Você responde? “Quero, mas não posso, portanto não faço!”
O amor no seu devido lugar. (2) Deus criou o mundo para compartilhar seu amor com o homem sem ser roubado em seu amor, por homens metidos a deuses do amor. Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu. Você conhece uma canção infantil que diz? “Cuidado olhinho o que vê!” Você conhece algum cego infiel? Há cego que não seja gente boa? Cegos podem não enxergar o que nossos olhos vêem, mas eles são cuidadosos ao perceberem a pressão do perigo. Cegos aceitam conselho e aceitam ajuda de quem vê perfeitamente? Quem vê os perigos de sua vida perfeitamente? Você ou Deus? Eva e Adão (e você, por que não?) exercitaram a disciplina dos olhos no convite da serpente? Você tira o olho ou dá uma de deus do amor, liberando o Eros da ação incontida no prazer dos olhos? Por que você não diz assim? “Agradável e desejável é, mas não me pertence, portanto não me meterei nisso aí!”
A sabedoria no seu devido lugar. (3) Deus criou o mundo para compartilhar sua sabedoria com o homem sem ser roubado em sua sabedoria, por homens metidos a deuses da inteligência. Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu. Eva e Adão sabiam que o fruto da árvore lhes daria entendimento, lhes daria a faculdade de compreender coisas ocultas, o talento de pensar e de conhecer o que há do lado de fora do jardim da infância, do Éden Lar das Crianças. Por que Deus não lhes autorizara conhecer o lado de lá do Jardim? Quem mora no mundo exterior não são os deuses minúsculos, os coleguinhas da Serpente, os ladrões da sabedoria de Deus? Deus não construiu o mundo exterior (confinado pelo espaço e tempo) para seus filhos, mas o destinou para os anjos caídos, para os maus. Agora que você sabe o que é uma penitenciária, você gostaria de passar 90 anos lá dentro sem esperança de liberdade? Os que não roubam neste mundo, evitam as cadeias desta vida. Os que não roubam no amor, no poder e na sabedoria, evitam a escuridão da vida eterna.
Escolha ser livre. Sabe de uma coisa? Deus criou o mundo e achou-o muito bom. Deus criou você, seus pais, seus avós, e até os mais velhinhos Adão e Eva, e achou isso muito bom. Deus nos vê roubando-lhe o amor, o poder e a sabedoria, e isto não é nada bom. Deus enviou seu Filho Jesus para nos salvar da falta de liberdade temporária e da prisão eterna pelos roubos que praticamos, e o Seu Filho é muito bom Salvador. Mas Jesus não veio salvar prisioneiros que se consideram livres, mas aprisionados que anseiam por liberdade. Os deuses minúsculos já se deleitam com o poder corrupto, o amor sórdido, e a vil sabedoria que eles roubam do Eterno e maquiam no salão de beleza da peste! Esses terão de tomar uma boa ou uma má decisão: voltar a ser homem e mulher originais, ou permanecer um minúsculo deus de poder, de amor e de sabedoria. É assim! É tão simples quanto à decisão de Eva e Adão: aceitar a oferta de salvação do Filho (voltar a ser homem e mulher) ou permanecer um deus minúsculo. A gente decide! Nossa gênesis optou pela independência na escolha do bem e do mal. Ótimo, se optarmos por buscar a liberdade conforme o projeto original, o projeto da Gênesis.
Permaneça livre. Como eu tenho certeza que todo homem e toda mulher originais se apaixonam pelo Senhor ao conhecê-lo, te ofereço a canção da irmã Heloisa Rosa. Observe que a Heloisa é uma rosa que canta, não é uma serpente que encanta. Ela encontrou em Jesus um amigo eterno. Seu toque ela sentiu, foi o mais íntimo de todos. Seu coração partiria, se ela perdesse esse amigo em meio à selva, em meio ao deserto neste mundo exterior, o mundo dos deuses minúsculos e cegos de amor, de poder e de sabedoria de Deus.
Amigo Eterno
Heloisa Rosa
Que Amigo encontrei / E mais chegado que um irmão / Teu toque já senti / Foi mais intimo de todos
Jesus, Jesus, Jesus / Amigo Eterno / Jesus, Jesus, Jesus / Amigo Eterno
Que esperança encontrei / Foi mais fiel que uma mãe / Meu coração partiria / Se eu perdesse esse amigo
Jesus, Jesus, Jesus / Amigo Eterno / Jesus, Jesus, Jesus / Amigo Eterno
Que esperança encontrei / Foi mais fiel que uma mãe / Meu coração partiria / Se eu perdesse esse amigo /
Jesus, Jesus, Jesus / Amigo Eterno / Jesus, Jesus, Jesus / Amigo Eterno
Deus criou o mundo para compartilhar seu amor, seu poder e sua sabedoria com o homem e a mulher, seus filhos, queridos!
.
Continuar lendo...
sábado, 23 de maio de 2009
PARA OS QUE NÃO QUEREM A MORTE,
A mentira da morte. Você tem consciência dá maior mentira de todos os tempos? Afirmo solenemente que não conheço fraude maior! É uma mentira tão socada na cabeça da gente, tão pisada e repisada, que da criança ao idoso, do saudável ao enfermo, ninguém está livre desse encosto pegajoso na mente. É uma mentira imunda, indecente, imoral! Absolutamente desonesta e suja! É tão suja e imunda como lavagem (de porco) no cérebro de gente. É uma porcaria de uma lambança que só com jatos de Água viva, Luz intensa, e perfumes de eterno Amor, se pode limpar, clarear, e aromatizar essa nossa alminha sofrida! É uma mentira terrorista, medonha, que a gente até desenvolveu uma disciplina de gigante para nem pensar em pensar em desvendá-la. Só a pior besta fera do universo poderia articular tamanha trama para encobrir, esconder, a única saída da alma humana para os braços do Senhor nosso Deus. Essa única saída, única portinhola se chama morte! Mas, ela ficou tão esdruxulizada pelo mal que a chamaremos simpaticamente (como simpática é!) de Passagem, passagem para a Vida. O bicho mente quando segreda à tua mente que morte é coisa feia. A única passagem ou válvula de escape para a eterna vida feliz, a um lugar chamado céu, foi enfeiada, fraudada, pelo capeta.
Nomes feios. Capeta é nome ruim, nome de mentiroso! Outro nome dele é diabo, coisa asquerosa! Não é que ele é feio só. Na verdade, ele tem charme. É um galante extraordinário (mais que ordinário!), por isso perigosíssimo, um gatuno assassino! Se ele fosse feio de cara, ele (de tão infernal que é) não teria cara, seria uma mula sem cabeça. Como ele é mesmo uma alegoria de mula-sem-cabeça, ele engana cabeções por aí para serem cérebros pra ele. O bicho-papão tem muitos nomes indesejáveis. Leia correndo e com raiva essa sequência do dicionário de qualificações e títulos da peste, pois não nos interessa conhecê-lo mais do que importa saber seus ardis da mentira: diabo é chefe dos demônios, geralmente representado, na tradição popular, como um ser meio homem e meio cabra, de orelhas pontudas, chifres, asas, braços, e com a ponta da cauda e as patas bifurcadas; Demônio com D maiúsculo, Satanás, Satã, Lúcifer, anjo rebelde, belzebu, bruxo do inferno, dragão, espírito das trevas, espírito maligno, gênio das trevas, gênio do mal, pai da mentira, pai do mal, príncipe das trevas, príncipe do ar, príncipe dos demônios, serpente infernal, serpente maldita. Ufa! Basta!
Também sou fiel à minha origem de ex-menino vendedor ambulante dos trens do Rio, um balconista de padarias na Baixada, que nada sabia sobre aonde a vida iria me levar, mas que desejava um caminho mais alto, desejava um amor mais profundo, queria um destino traçado, sonhava com um lugar onde os olhos não alcançam, e cujas mãos jamais tocaram. Sou inconformado com o silêncio na Passagem dos amigos. Fui inconformado com as Passagens precoces do meu pai (55) e do meu irmão (27). E, ambos, com menos de um ano de intervalo de cura da nossa dor. Sou um carinha, de tão “inha” com o fim da vida, que acabei incomodando o lado de lá dessa existência, e acabei sendo achado pelo Impecável, o morto-vivo, o Deus conosco, o eterno Senhor Jesus, o destruidor desse monstro da mentira, que ocultou de meus olhos a brechazinha na abóboda do big-bang do universo: a portinha estreita por onde eu vou passar para a eterna felicidade ao lado de Jesus, de meu pai Antônio, de meu irmão Oséias (eu choro...), e de meus muitos amores idos.
O desejo de passar. Como certo amigo Lucas Souza, eu também quero ir. Não quero ter medo. Quero continuar no estreitinho da vida, nessa trilha de paz em meio à selva, em meio ao deserto. Quero pro céu subir! “Eu quero ir onde os olhos não alcançam; onde as mãos jamais tocaram. Eu quero ir. Eu quero ir onde o sol não se apaga. Onde o amor não se acaba. Eu quero ir. Há um caminho mais alto. Há um amor mais profundo. Há um destino traçado que me leva a você, JESUS. Eu quero ir onde a paixão não vai embora. Onde a esperança não se esvai. Eu quero ir. Eu quero ir onde a canção não terminou. Aonde a chama é sempre acesa. Eu quero ir. Há um caminho mais alto. Há um amor mais profundo. Há um destino traçado que me leva a você, JESUS. Há um caminho mais alto. Há um amor mais profundo. Há um destino traçado que me leva a você, JESUS. Eu quero ir. Eu quero ir. Eu quero ir. Ahhh..ahhh.”
Eu Quero Ir
Lucas Souza
O golpe na morte. Quem não quer ir? Todos queremos ir. O que nem eu nem você queremos é a feiúra da morte. Mas todos queremos passar a viver. Para viver, é preciso ir, é preciso passar a morte. Não se pode remover sua realidade. Recuar diante dela? Impossível! Retardar? Talvez! Não há quem freie por muito tempo a caminhada para a Passagem. Nem o maravilhoso Carpinteiro, o restaurador de nossa existência, que teve autoridade e legitimidade de Deus para tanto, comandou um atalho que a evitasse. Na verdade, ele voluntariou-se diante do horror satânico das chicotadas, dos xingamentos, das bofetadas, das cusparadas e da crudelíssima crucificação. Por quê? Você já se fez esta pergunta? Por que Jesus voluntariou-se para sofrer diante do império incomparável da maldade? Por que ele atraiu todo o terror de todos os demônios do inferno sobre seu corpo e sua mente?
Você acha que eles (as trevas da estupidez) não usaram todo, absolutamente todo, poder satânico para mudar Sua cabeça? Você acha que os demônios queriam que ele morresse? Se seu corpo sucumbisse (como de fato aconteceu), sua alma se despregaria do húmus (barro) de humildade de que ele consistia. Sua alma se transformaria no Leão da Tribo de Judá. Você acha que a cambada não sabia que o Santo não poderia morrer? Pois se morresse, o Leão estaria solto para entrar no inferno! Matando Seu corpo, os bichos teriam de lidar com Sua alma de Leão. Matando seu lado 100% humano, restaria o que de Jesus? (Moço, moça, preste atenção nisso!) Matando o Carpinteiro, Satanás sabia que ele teria de enfrentar os outros 100% de Jesus, pois o Amado era 100% Homem e 100% Deus. Restou o 100% Deus Divino às portas do 100% Mau Maligno.
A destruição da morte. Com a morte do homem Carpinteiro, o Ser que se interpunha entre o céu e o inferno, entre a vida e a morte, entre o Eterno e o Diabo, (Preste atenção nisso!), com a morte de Jesus, as portas do inferno foram arrasadas, demolidas, destruídas, para nunca mais serem reerguidas diante de você (gente de Jesus!), para nunca mais interpor obstáculo para a tua vida eterna. Isso significa (para mim, pelo menos!) que se o inferno estiver entre eu e o céu, eu posso passar através do Hades sem queimar o meu pezinho, sem chamuscar as minhas vestes. Posso marchar sobre a cabeça cabeluda do mal, e sobre seus piolhos, pois Jesus, o que fez a Obra da minha salvação, a grande obra de destruir as portas do inferno, já me abriu o caminho, já abriu passagem, acabou com a morte, inaugurou uma fresta, uma portinha estreita, uma Passagem! Glória a Jesus! Glória a Jesus! Glórias e Glórias para Jesus Cristo! Aleluia, Senhor!
A palavra da vida. De onde eu tirei essa teologia radical? Da Bíblia, sô! Você não lê ela não é? Pois devia, seu preguiçoso, sua preguiçosa! Pois foi Jesus mesmo quem disse: “Examinem as Escrituras Sagradas, pois elas trazem palavras de vida eterna. São elas que te educam a caminhar na trilha de paz que eu abri para a eternidade!” Sobre essa questão de arrasar as portas do inferno, que impediam sua Passagem para o céu, o Amado diz o seguinte: “As portas do inferno não prevalecerão contra o meu povo, elas não vão ficar de pé, eu vou botá-las no chão, vou destruí-las na minha Passagem por lá”. Então? Peça a Deus vontade de ler a Bíblia e se ligar nessas coisas divinas. A Bíblia é um tesouro sagrado! O adjetivo Sagrado refere-se à Coisa Divina. A Bíbia é uma coisa divina. Você despreza coisas divinas, é? Não se pode nem pensar em desprezar a coisa divina que é o Senhor Jesus quando o assunto é mortal. Você já pensou em colar nEle, na Sua Palavra? Você está ou não agarrado em Jesus?
Instrução para passar. Você conheceu um certo ser que despreza as coisas divinas, não conheceu? Esse desprezador das coisas divinas é um ladrão, um enganador, que te roubou o prazer de se instruir nas Coisas Divinas. Na verdade, não estou falando isso de você! Não estou dizendo que você está necessariamente enganado, no caminho largo. Se você conseguiu ler meu artigo até este ponto, você não só não é preguiçoso, como também é uma pessoa forte, disciplinada, resiliente. Você tem rusticidade. Meus sinceros parabéns! Você ultrapassou a média universal dos 30 segundos que os internautas gastam diante de qualquer página de internet. Você é um herói, uma heroína! Uma pessoa muito acima da média, em termos de posse de disciplina - a que educa. E em homenagem ao seu desejo de permanecer instruído para a Passagem vitoriosa, te convido a uma saudosa reflexão revivida na voz do irmão Thales.
Thales nos lembra que a presente vida nos faz sentir distantes da linda Pátria. Ele lembra que Jesus nos deu individualmente a fiel promessa de sua vinda para nos conduzir ao céu. E, qual filho de Seu lar saudoso, ele canta querer subir. Será que a canção Saudade está nos dizendo que na hora da nossa Passagem, o Senhor nos oferece Sua mão? Que não atravessamos sozinhos a Fresta da existência humana para a vida gloriosa? Que Ele está ali, bem ali na abertura estreita, de braços estendidos para nos acolher na Passagem. Peça a Deus vontade de ler a Bíblia, pois eu achei mais essa vívida notícia escrita lá: “O Senhor me guiará com o Seu conselho, e depois me receberá na Glória.” Leia a Bíblia, pelo amor de Deus! “Nela você tem palavras de vida eterna!”!
Saudade
Thales
Da linda pátria estou mui longe, / Triste eu estou; / Eu tenho de Jesus saudade; / Quando será que vou? / Passarinhos, belas flores / Querem me encantar. / Oh, vãos terrestres esplendores, / Não quero aqui ficar!
Jesus me deu fiel promessa, / Vem me buscar; / Meu coração está com pressa, / Eu quero ao céu voar. / Meus pecados são mui grandes, / E culpado sou, / Mas o seu sangue põe-me limpo, / E para a pátria vou.
Qual filho, de seu lar saudoso, / Eu quero ir; / Qual passarinho para o ninho, / Eu quero ao céu subir. / Sua vinda ao mundo é certa, / Quando, não o sei; / Mas ele me achará alerta, / E para o céu irei.
Colar no Amor. Para nós que queremos viver, o Senhor nos estende a mão na Passagem. Ele nos receberá na Glória. Glória também significa Céu. O caminho para a Glória é estreito, mas é de paz. É estreito porque é de disciplina e de luta. Se tem luta com disciplina, tem orientação, tem conselho. Se tem conselho, tem o Senhor. Se tem o Senhor, tem sentido, tem vitória. Se tem vitória, tem festa. Se tem festa, tem alegria. Se tem alegria, tem vida. Se tem vida, não tem morte. Se não tem morte, tem eternidade de vida. Se tem eternidade de vida feliz, vale a pena caminhar o estreito da paz de Jesus até a Passagem. Na passagem a festa se inicia. Se tem festa, tem dança. Se tem dança, tem amor. Se tem amor, tem carinho. Se tem carinho, tem toque. Se tem toque, pode ter dança de rostinho colado. Você faz idéia da delícia que é dançar no céu de rosto colado no Amor? Pois os amigos de fé Louis e Ella já passaram e já nos contaram como é dançar de rosto colado no amor. Não vá embora sem antes ouvi-los dançar e cantar Cheek to Cheek (Bochecha com Bochecha) no amor. Eu os ouço sem cansar, pois quero praticar essas coisas divinas. Pratique coisas divinas para você passar tão bem!
Cheek to Cheek
Ella Fitzgerald & Louis Armstrong
Heaven, I'm in heaven / And my heart beats so that I can hardly speak / And I seem to find the happiness I seek / When we're out together dancing cheek to cheek
Heaven, I'm in heaven / And the cares that hung around me through the week / Seem to vanish like a gambler's lucky streak / When we're out together dancing cheek to cheek
Oh I love to climb to mountain / And reach the highest peak / But it doesn't thrill me half as much / As dancing cheek to cheek
Oh I love to go out fishing / In a river or a creek / But I don't enjoy it half as much / As dancing cheek to cheek
Now Mamma dance with me / I want my arms about you / That charm about you / Will carry me through...
It is Heaven, I'm in heaven / And my heart beats so that I can hardly speak / And I seem to find the happiness I seek / When we're out together dancing cheek to cheek
Heaven, I'm in heaven / And my heart beats so that I can hardly speak / And I seem to find the happiness I seek / When we're out together dancing cheek to cheek
Heaven, I'm in heaven / And the cares that hung around me through the week / Seem to vanish like a gambler's lucky streak / When we're out together dancing cheek to cheek
Oh I love to climb a mountain / And to reach the highest peak / But it doesn't thrill me half as much / As dancing cheek to cheek
Oh I love to go out fishing / In a river or a creek / But I don't enjoy it half as much / As dancing cheek to cheek
Come on and dance with me / I want my arms about you / That charm about you / Will carry me through…
To Heaven, I'm in heaven / And my heart beat is so that I can hardly speak / And I seem to find the happiness I seek / When we're out together dancing cheek to cheek
Dance with me / I want my arms about you / That charm about you / Will carry me through / To heaven / I´m in heaven / And my heart beats so that I can hardly speak / And I seem to find the happiness I seek / When we're out together dancing cheek to cheek / cheek to cheek / cheek to cheek / cheek to cheek
Quem segura na mão de Jesus na Passagem experimenta a coisa mais divina da vida: dançar de rostinho colado com o Amor na eternidade!
.
Continuar lendo...
sábado, 25 de abril de 2009
PARA QUEM BUSCA ENCANTAR-SE,
O que você quer na vida? O que todo homem, toda mulher, toda criança, jovem e idoso, querem na vida? Todos, absolutamente todos, querem ser felizes! Toda alma humana é movida por esta sedução universal: experimentar a felicidade pelo maior tempo possível! Felicidade é uma sensação de contentamento, de o coração estar satisfeito; é a emoção de ter seu número cantado na megasena; de ter seu nome mencionado na multidão de expectadores ansiosos pela grande e boa notícia. A felicidade caminha com o encanto. Felicidade e encanto formam um par maravilhoso! Encantar-se é ter estado totalmente perdido, quase à morte, e de ter sido muito bem encontrado pela felicidade...!
Felicidade é viver um encanto. É também maravilhar a alma; essa coisa chamada sopro de vida. Felicidade é encher a mente de entendimento prazeroso. É também transcender o espírito com um ânimo renovado. Felicidade é dar asas de borboleta à psique. É também deliciar-se em extremo prazer. Felicidade é ter os sentidos arrebatados em puro encanto. Encanto é uma coisa que delicia; essa coisa chama-se felicidade. Encantar-se, portanto, é encher-se da coisa que se chama felicidade...!
Esta reflexão é dedicada para quem busca encher-se de felicidade! Você é um deles? Eu sou. Ou para você basta só um pouquinho de felicidade? Quanta felicidade você quer? Ter 50% de felicidade já é bom para você? Ou toda a felicidade do mundo é o que você quer? Sejamos sinceros! Ninguém que tenha topado com um tanto de felicidade que não a queira em doses frequentes e crescentes de prazer. O sonho mais elevado do ser criado é ser uma criatura 100% feliz. E este é um desejo megaválido, megahonroso, megacorreto! Deseje ser 100% feliz; ninguém vai te apontar o dedo, criticando-o por cortejar um desejo tão sarado! Anuncie nos classificados dos jornais best-sellers que você deseja ser muito feliz; e a impressão que você vai deixar para milhões de leitores da felicidade será: – Mas quem não quer ser totalmente feliz? – Portanto, fique firme aí! Declare para você mesmo que você quer ser 100% feliz. E não negocie por menos! É para isso que você e eu existimos: para a abundância de felicidade...!
Todo ser vivente (animal inclusive) não descansa de correr atrás da felicidade. Pobre ou rico; jovem ou velho; doente ou sarado; homem ou mulher; ignorante ou sábio, todos queremos doses progressivas de felicidade, de encanto. Você mesmo pode comprovar essa tese! Encoste-se em um canto no interior de um Shopping Center. Observe nos olhos dos window-shoppers, nas carinhas que investigam vitrines! O que você nota? O que aqueles olhos te dizem? Para mim a mensagem no olho é uma: todos querem satisfação garantida! Satisfação é contentamento, é alegria, é deleite, é aprazimento, é desejo realizado. O mesmo vale para quem pede uma esmola; para quem está iniciando ou acabando a vida; para quem adoeceu ou permanece sarado; para quem é guerreiro ou simplesmente escudeiro; para quem sabe ou ignora. Queremos satisfação! Não queremos desgosto! Felicidade sim, infelicidade jamais! Ninguém vende desgosto! Só vende quem vende felicidade...!
Quanto você está disposto pagar para ter felicidade? Quanto você se dispõe investir para encantar-se! Qual é a medida disso? Dinheiro compra felicidade? Por certo que a ausência dele dificulta a felicidade; mas quem tem dinheiro pode comprá-la? Dinheiro não é medida de felicidade. Tem rico que é feliz, mas tem rico que é miseravelmente infeliz! Tem pobre que é ricamente miserável, mas tem pobre 100% feliz! Então, dinheiro não é uma medida segura de felicidade. O que pode ser uma garantia de aquisição da felicidade...?
O padrão monetário que compra felicidade é um recurso totalmente em desuso no ano de 2009! Este padrão existe, mas é desprezado! É um padrão que não se fabrica na Casa da Moeda. Na verdade ele é muito mais antigo que as casas de moedas do mundo civilizado. É uma espécie que não se carrega dentro de carteira, de bolso. Não é de plástico; não é de papel; não é de prata, nem de ouro. A espécie que compra felicidade não tem nome chique: não é Dólar, não é Euro, não é Real. Desculpe-me, é real sim! O que compra a felicidade começa mesmo é com R: R de rali, R de remo, R de rio, R de rocha, R de rústico. Mas ainda é uma palavra raramente revelada! Por isso precisei fazer suspense para você prestar atenção no tipo de espécie que compra felicidade, que adquire o encanto. Ela se chama Rusticidade, que rima com Felicidade. Então, é mais ou menos assim: Rusticidades "compram" Felicidades...!
Rusticidade! Que palavra é essa? Seria a qualidade de um indelicado? A medida de um grosseiro? De jeito nenhum! Até o dicionário peca ao definir rusticidade como algo indesejável, como coisa incivilizada. A definição de rusticidade como recurso que compra a felicidade se acha em dicionário de pecuarista; de gente que entende de bicho, de camponês. Rusticidade é a capacidade do boi de suportar doença, suportar coisa ruim, coisa que mata o boi, que enfraquece o gado. Quanto mais rusticidade tem um boi, uma vaca, mais valor o animal tem no mercado de carne e leite. Carne e leite são coisas boas! São encantos para o faminto. Fazem crescer saudável uma criança. Carne e leite de qualidade vêm de bichos que têm rusticidade para produzir felicidade...!
Está fazendo sentido, não está? E uma pessoa rústica, o que é? É o jeito próprio de um camponês do século XV para trás. Rusticidade é a capacidade de passar pela tribulação que se opõe à felicidade. Tribulação vem do termo grego, tribos; que quer dizer: atrito, desgaste. Então, rusticidade – como um bem para trocar por felicidade – significa a sua capacidade de passar pelos atritos da vida, pelos desgastes nos relacionamentos. Rusticidade é a capacidade de sofrer angústias, dores de cabeça, aflições, aborrecimentos que se interpõem entre você e seu encanto, barrando-lhe o acesso à felicidade...!
Agora, vejamos a pergunta central desta reflexão: Como alguém poderá enriquecer-se da “moeda” chamada rusticidade para adquirir o máximo de felicidade neste mundo? Desculpe-me, mas a resposta a essa pergunta ficou muito fácil! Todos têm condições de enriquecer-se de muita rusticidade. Sabe por quê? Porque todos neste mundão sofrem muita tribulação! Tribulação é um presente tão gratuito neste planeta quanto oxigênio para respirar a vida. Todos nós vivemos debaixo de tribulação. Ganha mais rusticidade quem aprende a respirar tribulação; quem aprende a deixar a tribulação entrar num respiro e sair num suspiro do seu narigão! Entendeu? Eu entendi isso observando o que o meu eterno camponês (o Impecável Carpinteiro!) ensinou, demonstrou e viveu enquanto caminhava o estreito da felicidade...!
No manual de Jesus, o livro do carpinteiro da vida 100% feliz, está escrito assim, sobre a necessidade de adquirir rusticidade para uma vida de plena felicidade...!
— Vocês, meus seguidores queridos, sejam firmes e fortes. Continuem ocupados em viver no amor do Senhor, pois vocês sabem que todo o esforço de vocês sempre trará o proveito para sua felicidade...!
— Não desanimem! Ainda que o nosso corpo vá se gastando, a nossa alma, nossa mente, nossa psique vai se renovando dia a dia. E essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma recompensa enorme de eterna felicidade...!
— Certa senhora, que fazia 12 anos que sofria de uma hemorragia, espremia-se por entre uma multidão que apertava Jesus. Chegou por trás dele e com muita dificuldade tocou na pontinha da capa do Mestre. Pois ela pensava assim: “Se eu apenas tocar na sua roupa, ficarei curada”. O Carpinteiro Feliz virou-se, fitou-a naqueles olhos que procuravam felicidade e disse: —“Coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé, teve rusticidade para suportar anos de tribulação, de sangramento, de dor e de desprezo.” E no mesmo momento ela fora visitada pela felicidade...!
— No mundo, todos vocês que me seguem desejando a felicidade, vocês serão atribulados. Vocês deverão ter rusticidade diante do sofrimento, da dor, da correção, dos julgamentos, do choro e até da morte física. Eu não minto para vocês, pois sou a Verdade; mas também sou o caminho da verdade e da vida plena. E eu lhes digo que vocês devem ser firmes e fortes (de bom ânimo!), devem respirar e suspirar a tribulação com coragem, pois eu venci o mundo para que vocês também sejam vencedores e tenham a felicidade...!
Portanto, a rusticidade é um tesouro; é uma benção! Pois ela te eleva a patamares de consagração, onde repousa a felicidade. A canção Hallelujah, do abençoado Shawn Mcdonalds, nos lembra o valor imenso de se acumular créditos de rusticidade na alma. A letra, que são palavras imortais do Senhor Jesus, nos lembra que:
Abençoados são os que têm rusticidade no espírito, pois deles é o reino da felicidade;
Abençoados são os que têm rusticidade nas lágrimas, pois serão consolados;
Abençoados são os que têm rusticidade na calma, pois herdarão a terra;
Abençoados são os que têm rusticidade na injustiça, pois serão justificados;
Abençoados são os que têm rusticidade na amizade, pois alcançarão misericórdia;
Abençoados são os que têm rusticidade no mundo interior, pois verão ao Criador face a face;
Abençoados são os que têm rusticidade na pacificação, pois serão os filhos do Eterno;
Abençoados são os que têm rusticidade na perseguição, pois herdarão os céus.
Hallelujah
Shawn McDonalds
Blessed are the poor / For theirs is the kingdom / Blessed are those who mourn / For they will be comforted / And blessed are the meek / For they will inherit the earth / And blessed are those who hunger and thirst / For they will be filled
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
Blessed are the merciful / For they will be shown mercy / Blessed are the pure in heart / For they will see God Almighty / And blessed are the peacemakers / For they will be called His children / And blessed are the persecuted / For they will inherit the Kingdom of Heaven
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
Rejoice and be glad / For great is your reward / Rejoice and be glad / For great is your reward
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah, Hallelujah
A rusticidade te adquire o encanto da felicidade!
.
Continuar lendo...
domingo, 19 de abril de 2009
PARA QUEM AMA OU AMOU,
Como amaria ao Deus invisível, mas real, de nossa vida, sem amar ao amigo visível e real?
Como amaria ao amigo vizinho e verdadeiro, sem amar primeiro a mulher de minha vida, divina, visível e verdadeira?
Como está seu romantismo por sua namorada, sua noiva, sua esposa?
Você realmente acha ser possível amar ao amigo, ao irmão, sem antes amar sua mulher?
Você acredita ser possível amar a Deus sem antes amar o amigo, amar a esposa?
O laboratório de experimentação do amor a Deus se utiliza da química do amor entre um homem e uma mulher. Dedique-se à química do romantismo pela feminilidade de sua mulher e você estará a caminho da felicidade eterna, pois descobrirá Deus no processo. Ser romântico é colocar a sensibilidade e a imaginação acima da razão. Cultivar o romance por sua mulher é desenvolver expressões de sentimentos e de estados da sua alma. São essas expressões sublimes, elevadas, que nos fazem aspirar pelo divino autor do amor: Deus, que é Amor, que é terno, compassivo, e eternamente amoroso!
O amor que tenho à minha Neguinha precede ao amor ao meu amigo; quando amo primeiro minha mulher, estou habilitado para amar meu amigo.
Se primeiro eu não tivesse amor intenso por minha mulher, meu amor pelo meu amigo seria um amor distorcido, deformado. Não é verdade isso? Você sabe o que isso seria, não sabe?
E se não amo minha mulher e meus amigos intensamente, deturpado seria meu amor por Deus, o Sobrenatural. Seria um amor preconceituoso, nocivo, intolerante; um amor castrado, que não se reproduz. Não seria o amor inclusivo, puro, pacífico, o amor das lágrimas, e das canções que fazem flutuar a alma da gente. Eu sei que amo a Deus por que tenho amigos que se sentem amados por mim; e minha mulher sabe que a amo com prioridade. Isso me habilita a anunciar meu amor pelo meu Senhor, meu criador e Pai maravilhoso. Eu estou bem com minha mulher e meus amigos; logo, estou livre para navegar em águas ainda mais profundas, águas vivas de amor pelo meu Mestre querido!
Pergunte-se se há uma escola do amor em nossos dias, onde se aprende o que é amar! E uma vez amante, que te permitas especializar-se na paixão, a emoção que se sobrepõe à lucidez e à razão. Quem nascido nas décadas de 50, 60 ou 70 não cursou essa escola do amor? Os cinquentões de hoje, como este outrora camelô dos subúrbios do Rio, são movidos a sentimentos, a Feelings daquela época. A escola dos Feelings, ainda que hoje entulhada pelo shopping_ismo, consumismo (em crise, finalmente!) e mundanismo, tem uma mensagem do amor que sobrevive ao tempo. Feelings, a canção de 1975 do terno sentimento de Morris Albert, passa esta mensagem de quem não consegue esquecer-se da efervescência amorosa entre dois corações, dois seres totalmente humanos, totalmente cheios de um amor divino.
Como uma oração ao Senhor Amoroso, dedico essa canção - de feelings - a você meu querido seguidor, para que ela te arrebata os sentimentos de décadas passadas, desde aqueles sentimentos de amor transformador, que só você e o próprio Deus sabem medir o quanto te fez mudar para conquistar aquele ser único e feminino. Ó doce mensagem de amor que pode te ressuscitar um relacionamento de caminhada nas nuvens, ao lado de sua alma gêmea e de seu Criador! Que estes feelings te levem a reencontrar-se com a personificação do amor, o Impecável Carpinteiro; que não poupou sentimentos de desprezo e de dor, só para chamar a tua atenção para seu amor indelével, que não se dissipa pelos séculos e séculos. Para você - querido de uma amada, e querido do Amado! - simplesmente, Feelings de amor:
Feelings
Teardrops / rolling down on my face, / trying to forget my / feelings of love.
Feelings... / For all my life I'll feel this. / I wish I'd never met you, girl. / You'll never come again.
Feelings... / Oh, oh, oh, feelings... / Oh, oh, oh, feelings / again in my life.
Feeling / feelings like I've never had you, / and feelings like I've never hold you, / again in my arm.
Feelings... / For all my life I'll feel this. / I wish I'd never met you, girl. / You'll never come again. /
Feelings... / Oh, oh, oh, feelings... / Oh, oh, oh, feelings / again in my arms.
Palmas para o Amor!
Os feelings de amor têm a importância do combustível para uma vida feliz. Sem este ardor o homem se bestializa, se arroga de estupidez e de uma descortesia tal que pode sepultar seus elos de amizade; e o elo central da feliz existência humana, o elo chamado casamento. O manual do meu Mestre, o Carpinteiro do amor, registra assim a fórmula mágica dos sentimentos de afeto:
Você poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas se não tiver amor suas palavras serão como o som de um gongo ou como o barulho de um sino – tocam, mas não falam; anunciam, mas não comunicam.
Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus (ser um padre, um pastor, um profeta),
Ter todo o conhecimento (um cientista, um doutor),
Entender todos os segredos (um sábio) e
Ter tanta fé (como de um vidente), que até poderia tirar as montanhas do seu lugar (como um executivo brilhante),
Mas se você não tiver amor, você nada seria. Seria nada!
Poderia dar tudo o que tem, e
Até mesmo entregar o seu corpo para ser transformado em cinzas de um ritual religioso,
Mas, se você não tiver amor,
Isso não te adiantará nada!
Sem o amor, teu tudo seria teu nada.
Quem ama é paciente e bondoso.
Quem ama não é ciumento (como um competidor), nem orgulhoso (como um soberbo), nem vaidoso (como um tolo).
Quem ama não é grosseiro (indelicado), nem ególatra (que cultua a si mesmo); nem irritadiço (impaciente), nem guarda mágoas (como um mimoso).
Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada; mas se alegra quando alguém faz o que é certo.
Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com confiança, esperança e paciência.
Quem ama, ama terna e eternamente!
Quem ama, se alimenta diariamente dos feelings do dia de seu casamento.
Assim como fez a Cibele ao Diogo no microfone do altar do pastor Jeremias, neste dia 18 de abril de 2009, no templo da Oitava de Belo Horizonte:
- Diogo você está lindo! Você é lindo! E eu vou te fazer o homem ainda mais lindo do mundo!
A esse choque de amor, Diogo só teve forças para responder com olhos marejantes, um beijo e um terno abraço à sua noiva, a mulher de sua vida:
- Eu amo você, eu sempre vou amar você. Vou te proteger. Não vou te deixar jamais. Nem aqui, nem na eternidade. Te dou a garantia de quem nos fez um para o outro: nosso Pai de amor.
Aquele alimento da alma - compartilhado ao vivo aos mais de mil amigos e admiradores do amor entre Cibele e Diogo – nos fez retornar à fórmula do amor contada no manual da vida, a Palavra do Carpinteiro.
E neste retorno à Palavra, pensamos... o que estaria fazendo Celeste no céu? Celeste, mãe de Cibele, não viera ao casamento. Lázaro, seu pai, não teve Celeste no altar na companhia de seus outros filhos: a Débora, e o Vitor. Nenhum de nós pôde ver o brilho celeste de seus olhos, assim como pudemos vê-lo no semblante da sogra da Cibele (a Alcione), de seu sogro (o Guilherme), de seus cunhados (o Tiago, e o André). Só Celeste faltara. O que estaria Celeste fazendo no céu? O que o Senhor, o Restaurador da existência, teria reservado para Celeste nesse dia tão lindo? Mas não aqui, e sim lá, no céu...?
- Na casa de meu Pai há muitas moradas; me recorda a sua Palavra.
O que, então, estaria Celeste fazendo em sua morada no céu? Em sua casinha branca de varanda, com quintal e janela? - como canta o poeta Gilson? Ah! Já sei! Celeste está vendo o sol nascer. Dia após dia ela está vendo, de sua janela, o sol nascer na vida da Cibele, do Diogo, do Lázaro, do Vitor, da Débora, do Jeremias, do Guilherme, da Alcione, do Tiago, do André, e de cada um dos mais de mil que ali estavam celebrando aquela festa do amor de sua filha. Celeste deve ter corrido pelos quintais de seus amigos, em asas de anjo, a convidá-los para mais uma festa ao Cordeiro, o que foi morto e agora vive; vive nos corações de vivos e mortos-vivos, através da fórmula química da vida... cujo resultado é o Amor.
Palmas para o Amor!
Obrigado Senhor, pela química do amor, que opera igualzinho tanto aqui quanto lá, nas Casinhas Brancas com varanda, e que nos fazem ver o Sol nascer.

Quem escreveu a fórmula química do amor colocou o homem e a mulher no cadinho de testes nesta vida, para que sobrevivam ao Sol de amor na eternidade.
Quem já morreu de amor por você?
.
Continuar lendo...
segunda-feira, 6 de abril de 2009
PARA QUEM BUSCA A FELICIDADE,
À noite, no campo, pastores de ovelhas tomavam conta de seus rebanhos.
Então, ao invés de lobos maus, que comem cordeirinhos, surge um ser estranho, muito diferente, parecendo-se todo-poderoso. Um anjo.
Qual a reação dos pastores sonolentos ao se deparar, na escuridão, com aquele vulto inesperado? Pavor. Terror. Medo extremo.
Imagine você passando a noite no mato e deparando-se subitamente com um ser extraterreno!
Creio que você tremeria, gelaria, ficaria arrepiado de medo. Certamente, que eu também.
O inesperado assusta. Mete medo. Faz tremer. Congela o raciocínio. Imobiliza. Mas...
— Não tenha medo! Fique calmo! Pode relaxar!
Eu vim aqui a fim de trazer uma boa notícia para você! E ela será motivo de grande felicidade também para todo o povo! – diz o anjo aos pastores assustados.
Hoje mesmo, nessa noite, na cidade de Davi, chamada Belém, nasceu o Salvador de vocês!
Mas na cabeça dos pastores, um pensamento:
— Salvador? Quem aqui precisa de um salvador? Salvador de que mesmo? Por acaso, tem alguém perdido aqui? Tem alguém morrendo aqui? Alguém em perigo de um acidente? Um salvador para salvar de qual problema que eu não esteja sabendo resolver?
Nós só queremos garantir que nossas ovelhas fiquem fora da boca do lobo. Estamos aqui para trabalhar. Fazer o que nos compete fazer, que é matar lobos. E achamos que de cuidar de ovelhas a gente dá conta. Já estamos acostumados a assustar o lobo mau com pedras e gritos. Não precisamos de um salvador protetor de ovelhas. Só se for um aumento de salário, mais leite e lã pra gente ganhar mais dinheiro. Sozinhos nós damos conta do recado. Estamos preparados para derrotar lobos.
Então, responde o anjo àquele pensamento equivocado e míope dos pastores.
— O problema é que o lobo não quer só comer ovelhas, ele quer comer você, seu pastorzinho mal agradecido. O lobo mau está cansado de comer carne de bicho. Ele agora quer comer a carne e sugar a alma de gente boa como você.
E eu vim aqui para dizer para vocês que acaba de nascer o Leão da Tribo de Judá, o destruidor de lobos. Lobos que comem gente boa e gente má.
Que tal essa notícia? É boa ou não é?
Mas você está com muito sono, não está, seu pastor? Afinal, já é noite! E você já tem armas poderosas contra lobos, não é mesmo?
Eu soube que vocês desenvolveram a ciência e a tecnologia para a defesa contra lobos de uma forma muito inovadora. Soube também que vocês estão confiados em que a inteligência humana terá respostas para todas as mazelas e desejos das multidões. São notícias que fazem você crer que lobos maus são apenas estórias, estorinhas de quem não tem o que fazer.
Mas...
Espere até a terra tremer debaixo de seus pés!
Espere até a bala perdida atingir a cabeça de um cara gente-boa como você!
Espere até o paraquedas não abrir!
Espere até você estar próximo do topo na escalada e se assombrar com a nevasca!
Espere até o diagnóstico desfavorável dos exames médicos de seu pai, sua mãe, seu filho,...!
Espere até aquela batida de frente contra a roda esquerda de um caminhão na subida para a Chapada dos Guimarães!
Espere até o trem de pouso não baixar e seu avião ter de pousar de barriga!
Espere até o planeta ser atingido por uma chuva de granizo do tamanho de tijolos!
Espere até a notícia da morte de seu irmão querido, como o do Camelô, que partiu sem dizer adeus, com aquela bala no fundo de seu crânio!
Espere até a notícia de que seu melhor amigo cometeu suicídio e não te avisou!
Espere até você se deparar com um macumbeiro na sala de sua casa enfiando mais demônios na vida de seu pai!
Espere até seu Titanic se partir no meio da noite em águas frias e profundas!
Então...
E só então, você terá desejo de boas notícias.
E só então, você vai se alegrar com a visita daquele que destrói lobos maus.
E só então, você vai valorizar a felicidade.
E só então, você vai exultar no caminho estreito da vida.
E só então, você saberá quem é o Leão da Tribo de Judá, o meu impecável carpinteiro.
Vá esperando e se acostumando que desgraça só ocorre na vida dos outros!
Mas nunca diga que você nunca terá de enfrentar o lobo mau.
O lobo mau existe. Você sabe disso, não sabe?
Ele anda ao seu derredor, procurando um jeito de te tragar.
O lobo mau apenas precisa que você se distraia para ele te "pegarrr"!
Por que será que ele ainda não te pegou, hem?
Desculpe-me, querido seguidor:
Minha mensagem está se tornando indesejável, politicamente incorreta, psicologicamente na contramão, depressiva, aflitiva, aterrorizante.
Mas antes de você desistir de mim, tenha um pouquinho de paciência, pois ainda tenho excelente notícia para você.
Como o anjo anunciara aos pastores apavorados, naquela noite em Belém, você tem à sua disposição a melhor de todas as notícias que jamais circulou no mar, na terra ou no ar desse planeta.
Não existe presente, prazer ou poder maior do que o que está na notícia do anjo de Belém.
- Hoje, vos nasceu o Salvador!
Você sabe o que o seu Leão da Tribo de Judá disse naqueles dias e mandou repetir nos dias de hoje? Ele disse o seguinte:
É-me dado todo, todo, todo o poder no céu e na terra.
Quem crê em mim nunca, nunca, morrerá.
Eu estou com você todos os dias, até o fim dos séculos, o fim dos séculos.
Não fique aflito. Creia, creia, em mim.
Na casa do meu Pai há, há, há muitas casinhas brancas e eu fui preparar um lugar maravilhoso, abençoadíssimo, felicíssimo para você.
E agora que preparei coisas lindas para te hospedar, eu voltarei e te levarei para lá, para que onde eu habito você esteja comigo, comigo, comigo.
Você conhece o caminho por onde eu fui e para onde você vai...!
Eu sou o caminho, sou a verdade e sou a vida.
Ninguém, ninguém, ninguém pode chegar até à casa do meu Pai a não ser por mim.
Venha comigo, ande comigo, viva comigo - bendito do meu Pai!
Agora, se essa não for a melhor notícia para seus medos, Sr. Pastorzinho de Mané Fracote, não quero que você perca tempo com meu blog, com meu campo de ovelhas perdidas. Não leia o que tenho pra te dizer sobre felicidade nessas próximas linhas. Retorne numa próxima oportunidade, quando seu coração estiver desejoso de buscar felicidade no Impecável Carpinteiro.
Mas antes de você decidir clicar fora daqui, ouça a canção do irmão Gilson (Casinha Branca), acompanhe palavra por palavra, relaxe um pouco, beba da palavra da vida, e você pode mudar de idéia e continuar lendo, em busca da sua felicidade...
Casinha branca
Gilson Campos
Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizade
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer ...
Gilson canta um sonho de felicidade.
Uma felicidade que se mostra distante, inalcançável.
O poeta sai a caminhar pela cidade em busca de amizade; vai seguindo a multidão.
Seguindo a multidão, ele vê o sofrimento e a ilusão em cada rosto.
Aqui está a sabedoria. Aqui, o ponto de inflexão: seguir a multidão... ou não?
No livro do Carpinteiro está escrito bem assim:
Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte, da perdição, da infelicidade.
Eu sou o caminho, eu sou a verdade, eu sou a vida. Eu sou a felicidade.
Entrem pela porta e pelo caminho estreitos; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição. Multidões há que entram pelas portas e caminhos largos. E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à felicidade, poucos há que a encontram.
Seja meu seguidor, e aprenda a caminhar comigo, porque eu sou bondoso, e tenho um coração humilde.
No meu caminho você encontrará descanso; encontrará sua casinha branca de varanda, com quintal e janela, para você ver o sol nascer.
Para alguém buscar a felicidade é preciso, antes, saber o que é felicidade.
Pergunto: nesse artigo, você aprendeu minha explicação de felicidade?
Aprendeu que felicidade é estar perdido e ser achado?
Aprendeu que felicidade é a boa e improvável notícia?
Aprendeu que felicidade é o paraquedas (seu casamento, por exemplo) permanecer aberto pelo maior tempo possível?
Aprendeu que felicidade é a notícia de que o câncer sumiu misteriosamente?
Aprendeu que felicidade é o trem de pouso baixar no minuto final?
Aprendeu que felicidade é a volta do filho à casa depois de uma forte nevasca na escalada do monte?
Por que será que a multidão não encontra a felicidade no caminho largo? Será que não encontram porque no caminho largo é fácil de se encaminhar?
No caminho largo não se praticam esportes radicais; não existe a incerteza do paraquedas funcionar; não há choro; não há perdas; muito menos, disciplina.
No caminho largo não há a necessidade de Salvador. Você entende isso?
Se o caminho da felicidade não exigisse muita disciplina, por que meu Carpinteiro se deixaria pregar no madeiro em sinal de alerta máximo?
Se o caminho da felicidade fosse fácil, por que tanta desilusão e sofrimento no rosto da multidão?
Encontrar-se com a felicidade não é nada fácil. Mas é fato possível. Vejamos.
A felicidade é para aquele que sabe que é espiritualmente pobre, porque dele é o reino dos céus, onde tem casinhas brancas.
A felicidade é para as pessoas que choram, porque Deus, o criador de todas as coisas, as consolará.
A felicidade é para as pessoas humildes, porque receberão o que Deus tem prometido: casinhas brancas de varanda.
A felicidade é para as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, porque o Carpinteiro as deixará completamente satisfeitas.
A felicidade é para as pessoas que têm misericórdia dos outros, porque Deus terá misericórdia delas.
A felicidade é para as pessoas que têm um mundo interior puro, porque elas verão a Deus face a face.
A felicidade é para as pessoas que trabalham pela paz, porque Deus as tratará como seus filhos.
A felicidade é para as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus, porque o reino, o poder, a honra, a glória, a majestade, a alegria, o prazer, a riqueza, tangível e intangível, lhes pertencem quando elas forem moradoras das casinhas brancas com varandas.
A felicidade é para as pessoas que choram, como você Eric Clapton, cujo filho afogou-se no rio de lágrimas, pois o próprio menino desafogado e o impecável carpinteiro vão te consolar, na varanda da casinha branca, assim que você atravessar esse rio de lágrimas da vida.
River of tears / Rio de lágrimas
Eric Clapton
It's three miles to the river, /Três milhas até o rio,
That would carry me away, / Que pode me levar embora.
And two miles to the dusty street, / Duas milhas da estradinha de terra,
That I saw you on today. / Onde hoje te avistei.
It's four miles to my lonely room, / Quatro milhas de meu canto solitário,
Where I will hide my face. / Onde escondo minha tristeza.
And about half a mile to the downtown bar / Quase meia milha do bar da cidade,
That I ran from in disgrace. / Onde estive na desgraça.
Lord, how long have I got to keep on running? / Senhor, quanto tempo mais de vida?
Seven hours, seven days or seven years? / Sete horas, sete dias ou sete meses?
All I know is: since you've been gone, / Tudo que sei é: desde que partiste,
I feel like I'm drowning in a river, /Me sinto afogando num rio,
Drowning in a river of tears. / Afogando num rio de lágrimas.
Drowning in a river. / Afogando num rio.
Feel like I'm drowning, / Sinto-me afogando,
Drowning in a river. / Afogando num rio.
In three more days, / Mais três dias,
I'll leave this town /Vou deixar a cidade
And disappear without a trace. /E sumir no mundo.
A year from now, maybe settle down, /Daqui a um ano, talvez sossego,
Where no one knows my face. /Onde ninguém me conheça.
I wish that I could hold you / Adoraria te abraçar
One more time to ease the pain, / Uma vez mais, pra calar a dor,
But my time's run out and I got to go. / Mas meu tempo se esgota, e não posso parar.
Got to run away again. / Tenho de ir por aí de novo.
Still I catch myself thinking: / Ainda me pego pensando:
One day I'll find my way back here. / Um dia ainda volto aqui.
You'll save me from drowning, / Você vai me salvar de afogar,
Drowning in a river, / De afogar em um rio,
Drowning in a river of tears. / De afogar em um rio de lágrimas.
Drowning in a river. / De afogar em um rio.
Feels like I'm drowning, / Parece que estou me afogando,
Drowning in the river. / Afogando em um rio.
Lord, how long must this go on? / Senhor, quanto tempo mais de vida?
Drowning in a river, / Afogando em um rio,
Drowning in a river of tears. / Afogando em um rio de lágrimas.
A felicidade está no caminho estreito. E em nada mais.
É preciso estar perdido para encontrá-la.
.
Continuar lendo...