Crianças desobedientes são endireitáveis, ou não.
[A Felicidade é prêmio aos endireitados na vida. — Examina a Bíblia para você ver.]
[Este artigo diz que os pés, esquerdo e direito, NUNCA MAIS andarão lado a lado.]
25/02/2011. O futuro dos dias que ainda virão tem um pé no presente, esquerdo ou direito; mas serão duas pegadas na eternidade póstuma. Um pé aqui, dois destinos lá. Toda a história das civilizações humanas (da Mesopotâmia até a vinda de Jesus Rei) percorre a um pé (e a embaraçadas pisadas) um único capítulo da vida eterna, ainda que muitas gerações tenham se sucedido em períodos de predestinado amadurecimento espiritual. Justificados e injustos, achados e perdidos, adoradores de Deus e idólatras do falso-Deus, todos os mortais pisaram a vida do lado de cá na mesma forma terrenal, no mesmo palco de ensaios. Aqui vem se desenrolando a curta-metragem (daí, referir-me a um pé só) que definirá a real história a ser vivida no capítulo dois (pés) da eternidade.
No pé “exquerdo” do lado de cá estão os seres humanos possuidores de almas e de “expíritos” da promiscuidade nos enganos do falso-Deus - o EX de “espíritos de xadrez”, de condenados para viver bem mal. A curta-metragem desses pés esquerdos ofereceu-lhes, nas primeiras cenas da vida, condições idênticas aos figurantes do pé direito: uma alma limpinha em folha – alma de criança, pura e linda. A esses lhes fora dada a opção de desempenharem (a título de teste para cenas mais obscenas) dois papéis: um papel direito e um esquerdo. E eles se saíram contentes, felizes, e muito bem aprovados no papel esquerdo. É como se fossem nascidos para aquilo, para a coisa esquerda: riqueza espiritual, florida, lustrosa, charmosa, vingativa, egoísta, vaidosa, espaçosa, espalhafatosa, irresponsável, indisciplinada, “ex-tecetera” – i.e., para tudo que rima ou combina com o EX de “exquerda”, essas pessoas são excepcionais, com x mesmo! Esses foram aprovados na maioria esmagadora da esquerda, e reprovados no papel da direita, pois não convenceram ao pequeno público espectador de verdades.
No pé direito do lado de cá estão os seres humanos possuidores de almas e de um único espírito da graça de Deus - o ES de Espírito Santo da liberdade de viver bem no mal. A curta-metragem desses pés direitos ofereceu-lhes nas primeiras cenas da vida condições idênticas aos figurantes do pé esquerdo: uma alma limpinha em folha – alma de criança, pura e linda. A esses também lhes fora dada a opção de desempenharem (só mesmo a título de teste) dois papéis: um papel esquerdo e um direito. É como se fossem nascidos para aquilo, para a coisa direita: pobreza espiritual, discrição, humildade, simplicidade, bondade, altruísmo, moderação, debilidade, organização, responsabilidade, disciplina, “es-tecetera” – i.e., para tudo que rima ou combina com o “ES”, de “es-exquerda”, e foi transformado para ser sempre direita. Esses foram aprovados na direita e rejeitados pelas multidões de figurantes da esquerda, pois foram consertados pelas vaias do mesmo público espectador de mentiras. — Crianças desobedientes são endireitáveis, ou não.
“O instante é a continuidade do tempo, pois une o tempo presente ao tempo futuro.” – Aristóteles.
Imagem: “Rio da divisão da vida”
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“Música de passagem de um para dois pés:”
Final dos tempos, Apocalipse e o Arrebatamento – “Na força do Louvor”
Música
“Música de quem se saiu bem no pé direito:”
Música: “Ao Sentir” - Grupo Elo
Música
“Aquele que dá testemunho de tudo isso diz: ‘Certamente venho! Não tarda... ’”.
Leia a Bíblia: “APOCALIPSE 22”
APOCALIPSE 22
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Entre, o mundo interior é teu!
Neste meu mundo, dentro deste coração, você apreciará reflexões sobre a obra do Impecável Carpinteiro. Ele é aquele que não cobra pelos serviços que presta; na verdade, ele pagou ao mundo o direito de aliviar o peso do madeiro sobre os ombros de seus amigos, os viajantes da existência. Meu blog é dedicado, consagrado, a Jesus, se é que terei a honra e a competência de construir algo respeitoso ao Eterno, ao que foi morto, e agora vive. Vive e intercede por gente simples; gente que procura entender corações e mentes de outras gentes simples, modestas, espontâneas.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
SALMOS 15 e 16 — O segredo da conduta inabalável
Um menino acharia Deus até no desânimo
[Não desanime do PAI, ele não desanima da tua Felicidade! — Leia na Bíblia para você ver]
[Este texto só diz para descansar. É de Deus o ÂNIMO]
31/01/2011. Não me recordo de na minha infância ter jamais experimentado desânimo. Ânimo é uma disposição resoluta e inalterável, em face de situações difíceis. Ânimo é coragem. Olhando atrás, para décadas que acham a origem de meus sonhos de garoto, só posso me recordar de ter tido a inalterável coragem de persegui-los. Meus sonhos daqueles anos não são os mesmos de hoje. Eram sonhos para a boa sobrevivência no sistema do meu mundo: uma mesa de refeições com fartura de sardinhas fritas, arroz e feijão, bem quentes; cama aconchegante; paz entre os irmãos; quintal gramado; casa limpa e pintada; e diversão, que se estendia desde viagens de qualquer tipo, preferencialmente em ônibus da Cometa, até idas às praias do Rio, em geral a do Flamengo e a do Recreio dos Bandeirantes, como a chamávamos, ou a praia de Itacuruçá.
Mais adiante, me vieram os sonhos regulares de adulto. Só que aí eu já passara a experimentar desânimos recorrentes entre sequências de momentos altamente motivadores. Incluídos numa longa lista, destaco os sonhos do casamento, dos filhos, da casa própria, dos bons salários e do reconhecimento profissional entre os pares e superiores, por exemplo. Os desânimos nessa fase da vida estavam mais ligados à desproporção dos desafios frente às minhas parcas capacidades intelectuais.
Não sei quantos cinqüentões tem desânimos espirituais, mas esses são os meus desânimos dessa quase terceira idade. E eles são bastante recorrentes. Explico! Elias, o meu xará sem ípsilon, da Bíblia, um super profeta do Senhor Deus do céu e da terra, experimentou desânimos espirituais. Os desânimos dele pertenciam a uma esfera sobrenatural. Se ele tentasse explicar para seus alunos da escola de profetas, como ao super-discípulo Eliseu, por exemplo, eles não fariam idéia exata do que se passava no íntimo do profeta Elias, um profeta do poder estrondoso, mas também do bafejo suave de Deus.
O desânimo e o ânimo, portanto, são (a meu ver e viver) fortemente dependentes da maturidade da gente. Ambos têm raízes nos sonhos que a gente sonha. Quanto mais elevados os sonhos, mais profundos os desânimos. Mas, pela experiência do meu xará, o Elias de Deus, esse Elyas aqui só tem de descansar num canto qualquer em que haja silêncio, para sentir o inconfundível bafejo do Deus sobrenatural, o Pai nosso que está no céu. — Um menino acharia Deus até no desânimo.
Há momentos em que é preciso ânimo do alto
Música
Pare, só para o descanso
Imagem
NA TUA FRAQUEZA, O PAI TE VÊ FORTE
Eu me alegro também com as fraquezas, os insultos, os sofrimentos, as perseguições e as dificuldades pelos quais passo por causa do Senhor Jesus. Porque, quando perco toda a minha força, então tenho a força do Amado em mim. - Paulo de Tarso
NO DESÂNIMO, DESCANSA NA PALAVRA
“Tu, ó Senhor Deus, és tudo o que tenho. O meu futuro está nas tuas mãos; tu diriges a minha vida.”
Salmos 15 e 16
sALMOS 15 E 16
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[Não desanime do PAI, ele não desanima da tua Felicidade! — Leia na Bíblia para você ver]
[Este texto só diz para descansar. É de Deus o ÂNIMO]
31/01/2011. Não me recordo de na minha infância ter jamais experimentado desânimo. Ânimo é uma disposição resoluta e inalterável, em face de situações difíceis. Ânimo é coragem. Olhando atrás, para décadas que acham a origem de meus sonhos de garoto, só posso me recordar de ter tido a inalterável coragem de persegui-los. Meus sonhos daqueles anos não são os mesmos de hoje. Eram sonhos para a boa sobrevivência no sistema do meu mundo: uma mesa de refeições com fartura de sardinhas fritas, arroz e feijão, bem quentes; cama aconchegante; paz entre os irmãos; quintal gramado; casa limpa e pintada; e diversão, que se estendia desde viagens de qualquer tipo, preferencialmente em ônibus da Cometa, até idas às praias do Rio, em geral a do Flamengo e a do Recreio dos Bandeirantes, como a chamávamos, ou a praia de Itacuruçá.
Mais adiante, me vieram os sonhos regulares de adulto. Só que aí eu já passara a experimentar desânimos recorrentes entre sequências de momentos altamente motivadores. Incluídos numa longa lista, destaco os sonhos do casamento, dos filhos, da casa própria, dos bons salários e do reconhecimento profissional entre os pares e superiores, por exemplo. Os desânimos nessa fase da vida estavam mais ligados à desproporção dos desafios frente às minhas parcas capacidades intelectuais.
Não sei quantos cinqüentões tem desânimos espirituais, mas esses são os meus desânimos dessa quase terceira idade. E eles são bastante recorrentes. Explico! Elias, o meu xará sem ípsilon, da Bíblia, um super profeta do Senhor Deus do céu e da terra, experimentou desânimos espirituais. Os desânimos dele pertenciam a uma esfera sobrenatural. Se ele tentasse explicar para seus alunos da escola de profetas, como ao super-discípulo Eliseu, por exemplo, eles não fariam idéia exata do que se passava no íntimo do profeta Elias, um profeta do poder estrondoso, mas também do bafejo suave de Deus.
O desânimo e o ânimo, portanto, são (a meu ver e viver) fortemente dependentes da maturidade da gente. Ambos têm raízes nos sonhos que a gente sonha. Quanto mais elevados os sonhos, mais profundos os desânimos. Mas, pela experiência do meu xará, o Elias de Deus, esse Elyas aqui só tem de descansar num canto qualquer em que haja silêncio, para sentir o inconfundível bafejo do Deus sobrenatural, o Pai nosso que está no céu. — Um menino acharia Deus até no desânimo.
Há momentos em que é preciso ânimo do alto
Música
Pare, só para o descanso
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NA TUA FRAQUEZA, O PAI TE VÊ FORTE
Eu me alegro também com as fraquezas, os insultos, os sofrimentos, as perseguições e as dificuldades pelos quais passo por causa do Senhor Jesus. Porque, quando perco toda a minha força, então tenho a força do Amado em mim. - Paulo de Tarso
NO DESÂNIMO, DESCANSA NA PALAVRA
“Tu, ó Senhor Deus, és tudo o que tenho. O meu futuro está nas tuas mãos; tu diriges a minha vida.”
Salmos 15 e 16
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
LUCAS 17 – Atitude interior do servo
06/01/2011. Para quem tem só o corpo cansado, dormir não é problema para a mente. Em se tratando de dormir no Casarão do Alcides, sob o zumbido de morcegos acima do forro de lambris deteriorado pelos anos, nós, os cinco meninos, tínhamos preferências não-conflitantes. O Zéia, o Beto e o Gero escolheram o quarto que ficava abaixo do quarto privativo da Sônia. Não me recordo onde a Liete, a menorzinha de então, dormia. Mas o Lando e eu dormíamos no salão superior, vizinho ao quarto da Sônia, que dava para os fundos.
Uma escada de madeira subia do salão do térreo (esvaziado de móveis) para esses ambientes também meio-abandonados do andar de cima. Eu preferira o salão superior para dormir porque de lá eu avistava mais longe - avistava o trem passando e a picoleteria do Seu Zé & Dona Célia; e quase podia tocar o abacateiro e o pé de carambola que se projetavam de duas janelas para o quintal da frente. Entre essas janelas havia uma saidinha, tipo um parlatório, que ligava com o salão por meio de uma porta larga de duas folhas. Esse parlatório deve ter sido usado pelos pais do Seu Alcides para dar ordens aos seus eventuais servos, lá nos idos do século 19. - Após socar com a ponta do cabo de uma vassoura o forro de lambris, para que os morcegos parassem de zumbir até eu desmaiar de sono numa simpática caminha de campanha, pude desfrutar do silêncio que me permitiria curtir o som do trem passando na estrada de ferro e alguns abacates despencando para o quintal duro, sem gramado. --- O silêncio me ensinou atitudes interiores muito importantes. O silêncio dos morcegos me ensinou a ouvir o trem e o vento no dia-a-dia. No silêncio, eu fui apresentado a algumas lágrimas, aos pensamentos soltos e aos sonhos do Pai dos Céus por mim.
IMAGEM: Silêncio de Deus
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIezrm96zGOg2p0MHm9ISGasL7_1zI61EZpPKpgp6_QfVmhyphenhyphen9sXagD7n16B-xezdQfg3jqrDsB16qdt8af95bp6DiOtvx8pvvLSPKXNnbbciXzL_3mnQ5iKDVL4LLaqEoCBNpXbkzWMGw0/s1600/silencio.jpg
CANÇÃO: Silêncio – Heloisa Rosa
http://www.youtube.com/watch?v=DeFI8XiTxP4
FRASE: As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar. - Leonardo da Vinci.
CONTINUE LENDO A BÍBLIA PARA VOCÊ VER; o Senhor Jesus diz: O reino de Deus não vem com aparência exterior.
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Uma escada de madeira subia do salão do térreo (esvaziado de móveis) para esses ambientes também meio-abandonados do andar de cima. Eu preferira o salão superior para dormir porque de lá eu avistava mais longe - avistava o trem passando e a picoleteria do Seu Zé & Dona Célia; e quase podia tocar o abacateiro e o pé de carambola que se projetavam de duas janelas para o quintal da frente. Entre essas janelas havia uma saidinha, tipo um parlatório, que ligava com o salão por meio de uma porta larga de duas folhas. Esse parlatório deve ter sido usado pelos pais do Seu Alcides para dar ordens aos seus eventuais servos, lá nos idos do século 19. - Após socar com a ponta do cabo de uma vassoura o forro de lambris, para que os morcegos parassem de zumbir até eu desmaiar de sono numa simpática caminha de campanha, pude desfrutar do silêncio que me permitiria curtir o som do trem passando na estrada de ferro e alguns abacates despencando para o quintal duro, sem gramado. --- O silêncio me ensinou atitudes interiores muito importantes. O silêncio dos morcegos me ensinou a ouvir o trem e o vento no dia-a-dia. No silêncio, eu fui apresentado a algumas lágrimas, aos pensamentos soltos e aos sonhos do Pai dos Céus por mim.
IMAGEM: Silêncio de Deus
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIezrm96zGOg2p0MHm9ISGasL7_1zI61EZpPKpgp6_QfVmhyphenhyphen9sXagD7n16B-xezdQfg3jqrDsB16qdt8af95bp6DiOtvx8pvvLSPKXNnbbciXzL_3mnQ5iKDVL4LLaqEoCBNpXbkzWMGw0/s1600/silencio.jpg
CANÇÃO: Silêncio – Heloisa Rosa
http://www.youtube.com/watch?v=DeFI8XiTxP4
FRASE: As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar. - Leonardo da Vinci.
CONTINUE LENDO A BÍBLIA PARA VOCÊ VER; o Senhor Jesus diz: O reino de Deus não vem com aparência exterior.
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
1.1 - Ainda, nenhum ser vivente
No começo, Deus criou os céus e a terra. A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar; E o Espírito de Deus se movia por cima da água.
No começo, como hoje, tu ainda não és integrante ativo de meu universo preferido. Tua terra é uma ante-sala de minha casa. Este teu provisório meio ambiente tem duas portas: a de entrada, onde está tua infância; e a de saída, com teu destino, aonde tu irás. Uma e outra vão se distanciando à medida que eu concedo o escoar do tempo de tua vida. Certo, contudo, é que estabeleci dias e eventos para teus tempos de barco em forma de corpo. Dirijo o show de tua vida. Governo o auditório que te assiste. Digo quando devem aplaudir e quando te atirar pedras. De olhos vendados, conduzes teu barco. Teu barco é teu palco, mas o rio e o show são meus. Me admiro que tu só te ocupas em remar, em desempenhar, em gastar a energia que não é tua; mas, minha. Tu não te importas em saber de onde veio, nem aonde remas. Por que tu não te remetes à tua fonte, onde te gerei? Por que não paras e pensas em teu destino? O rio da tua vida é que escoa, que avança. Basta reconhecer que o que é, já passou. O que será, será; ainda não entrou em teu palco móvel. Em teu último episódio, tu terá a mim.
Consideres teu encontro próximo comigo. Ao menos indagues sobre o que te espera a jusante de teu curso. O que queres? Uma queda brusca ou uma eclusa suave? Não te importas com precipícios? Não desejas ser elevado? E o continuar navegando em novas águas? Preferes a reconstrução ou a destruição de teu palco? As águas de meu trono são elevadas. Águas altas são de montanha; e são puras. Moro sobre montes. E todas as águas são minhas.
Pela minha palavra fiz todas as coisas. Tu pensas que as civilizações constroem alguma coisa? Não constroem. É minha palavra que autoriza e instrui qualquer construção. Tu te acostumastes com palavras substantivas, que definem e acentuam coisas. Essas apenas enunciam ou compõem, mas não criam coisa alguma. São palavras de show; apenas denotam imagens de teu palco; não são reais. Tudo o que é meu é real. Em meu mundo, até o teu imaginário pode ser real conforme minha vontade. As palavras de teus semelhantes trazem engano. Minha palavra é real, pois é a correta verdade. Nada do que existe foi feito sem minha palavra.
As escrituras, contendo minha palavra, informam que criei a terra. E com minhas próprias mãos fiz os céus. Fiz o céu natural, regido por minhas leis físicas, para abrigar a química dos recursos naturais necessários à tua vida na terra. E fiz o céu sobrenatural, regido por minhas leis metafísicas, para hospedar tudo o que é real, como o amor. Pela minha ordem foram estabelecidos o sol e as estrelas das galáxias; a esses dei luz própria. No cosmo também assentei a terra, os astros e toda matéria semeada em seu espaço; esses têm luz emprestada quando desejo que brilhem.
Catorze bilhões de anos estimam a idade da luz que vês em meu céu. Minha idade, ou o tempo em que me exponho visível, é suficiente para creres que existo? Teus semelhantes estão aos poucos aprendendo a ler a dimensão temporal da eternidade. Muitos têm dificuldades com minha infinitude, mas eles também não se importam se encerro o tempo de suas consciências; ou se termino o tempo de pessoas e de suas coisas sem lhes consultar. Eu ajo finita e infinitamente. Escolho a dimensão e a defino. Digo quando começa, digo quando termina. Sou meio, sou apoio e sou fim de tudo o que criei. Eu te criei, não criei?
Observe os mares, eu juntei suas águas num só lugar. Guardei os oceanos em reservatórios. Eu meço a água do mar com as conchas das minhas mãos. Eu ajusto os contornos do universo na proporção mínima de meus dedos. Além de tua terrinha, onde mais eu pus água? Três quartos de ti são água. Três quartos de teu planeta são água. As coincidências são minhas. Eu te faço pensar. Se não pensas, não existes. Penses o número de vasilhas de terra que usei para fazer teu planeta mutante. Penses no peso das montanhas de sílica e carbono. Por que tudo é tão preciso, tão certo? Sou perfeito, e tu? O que fazes da perfeição que criei em ti? Penses.
Que toda a terra aprenda a temer o seu criador, pois ele é o senhor único. Que todos os habitantes de teu mundo aprendam a temer quem lhes deu o meio em que vivem, pois eu sou o dono da terra. Sabes o que significa temer? Procures revisitar teus conceitos herdados de culturas de sociedades mundanas. Queres saber os contornos da ausência de temor ao criador do mar? Penses em nadar mar adentro em noite sem luar. Nades a braçadas na direção da linha cinzenta do horizonte. Não penses em retornar à praia. Não te arrependas. Afinal, teu coração fechou-se ao arrependimento, não fechou? Sigas engolfando-te nas ondas contrárias até não mais suportar o peso de braços que nadam a dor. Não havendo mais o mínimo pulsar de energia em teus músculos e brônquios, penses então em voltar ao pó da areia. Onde estão a força e a orientação? Desapareceram? Resta-te a imagem mental do abismo abaixo. Do abismo de cima, não há tempo para o socorro. Te restam a fria, negra e densa escuridão a sugar teus pés. E agora? Só afundes, rendendo-te incontinente ao titânico abismo que te inunda. Conheces-te algum suicida deste tipo de morte? Por que será que até o engano de mentes depressivas teme as regiões abismais? Eu criei o abismo. Para quem te criei? Para quem criei o abismo?
Desde que inseri a luz na escuridão, que significa o tempo da criação comparado ao intervalo de teus anos de barquinho no rio da vida? Um teu semelhante, o geocientista Eicher, elaborou o seguinte exercício: imaginou comprimir em um só ano os 4,5 bilhões de anos geológicos da terra. Nesta escala de tempo, as rochas mais antigas (3,6 bilhões de anos) teriam surgido apenas em março. Os primeiros seres vivos (3,4 bilhões de anos) apareceram nos oceanos em maio. As plantas e os animais terrestres surgiram no final de novembro (400 milhões de anos atrás). Os dinossauros dominaram os continentes e os mares nos meados de dezembro, mas desapareceram no dia 26 (de 190 a 65 milhões de anos), mais ou menos a mesma época em que comandei o elevar das montanhas rochosas. Os humanóides (muito diferentes de você em inteligência) apareceram em algum momento da noite de 31 de dezembro (a 11 milhões de anos). Roma, então, governou o mundo durante 5 segundos, das 23h:59m:45s até 23h:59m:50s. Colombo descobriu a América (1492) 3 segundos antes da meia noite, e a geologia nasceu (1795), há pouco mais de 1 segundo antes do final desse movimentado ano. Quanto tempo mesmo você viverá em teu barquinho?
Na escritura está dito que em seis dias eu fiz o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles, mas no sétimo dia descansei. E que, por isso, abençoei o sábado e o separei para ser um dia santo. Como eu concluí a criação em seis dias, em que dia tu estás vivendo? Em que dia vivem todos os teus semelhantes? Quando criei o homem e a mulher, teus pais originais? Você e esses teus pais vivem todos no meu sétimo dia? E os sepultados, em que dia estão? O que é descanso? O que é bênção? O que é sábado? O que é dia santo? Para que mesmo eu te criei? Para tu descansares comigo em meu sábado? Ou para morreres no abismo? Que fração de tempo tu silenciarás quando eu te interrogar em juízo? Sou eu teu pai, teu Deus ou teu juíz? Descanses por enquanto, o dia que se chama hoje é sábado. O dia do descanso é um tempo para pensar, tempo de amadurecer; de tomar decisão de justiça ou injustiça, de distinguir a realidade dentre muitas imagens; e partir, para me encontrar.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
PARA OS QUE ÀS VEZES DESANIMAM,
O Senhor te libertará das amarras do tempo.
Sou tua noiva apaixonada. Mas, alma canta? Espírito dança? Alma e espírito se apaixonam?
Como assim? Precisa explicação, não! Poesia não exige o rigor da lógica? Poesia pede emoção! Emoção é reação ao encanto. Tem horas que falar não cabe. Se pudesse cantar... Mas, silenciar, sentir, respirar, sonhar... O Eterno é o que cabe manifestar-se à alma apaixonada.
Yeshua (Jesus)
Fernadinho
Vem saltando sobre os montes de Jerusalém. / Sou tua noiva apaixonada, te esperando, para dançar.
Alma desanimada. Alma é um sopro de vida eterna num pó de terra. Pó de terra boa é húmus. Húmus é fonte de matéria orgânica para a nutrição da gente. Húmus cresce humildade, que favorece a estrutura emocional do ser humano. Essa estrutura úmida é apta a reter muita água da vida. A água da vida entra na gente pelo sopro da vida. Na gênese, o Senhor soprou em barro elaborado de húmus e fez o ser humano. Uma pessoa humana é a química do húmus encharcado de alma que tem sede pela água da vida. Você tem se ensopado na Água da Vida? Ou estás seco e só?
Para quem se sente seco e só, como estando em um injusto deserto, ser bafejado pela Vida é dançar de felicidade! Não tem alma que não se reanime na caminhada após uma brisa do Senhor. Ele criou desertos, montes, vales, pedra e fogo só para exercer o sopro da alma em você e em mim. Leia no Manual o registro (cerca de 1000 anos a.C) de um sopro de vida em um profeta do Senhor que desanimou da vida:
O homem de Deus, Elias, ficou com medo da rainha Jezabel. Para salvar a vida fugiu para o deserto, andando um dia inteiro. Aí parou, sentou-se na sombra de uma arvorezinha e teve vontade de morrer. Então refletiu assim com o Senhor.
Sou tua noiva apaixonada. Mas, alma canta? Espírito dança? Alma e espírito se apaixonam?
Como assim? Precisa explicação, não! Poesia não exige o rigor da lógica? Poesia pede emoção! Emoção é reação ao encanto. Tem horas que falar não cabe. Se pudesse cantar... Mas, silenciar, sentir, respirar, sonhar... O Eterno é o que cabe manifestar-se à alma apaixonada.
Yeshua (Jesus)
Fernadinho
Vem saltando sobre os montes de Jerusalém. / Sou tua noiva apaixonada, te esperando, para dançar.
Alma desanimada. Alma é um sopro de vida eterna num pó de terra. Pó de terra boa é húmus. Húmus é fonte de matéria orgânica para a nutrição da gente. Húmus cresce humildade, que favorece a estrutura emocional do ser humano. Essa estrutura úmida é apta a reter muita água da vida. A água da vida entra na gente pelo sopro da vida. Na gênese, o Senhor soprou em barro elaborado de húmus e fez o ser humano. Uma pessoa humana é a química do húmus encharcado de alma que tem sede pela água da vida. Você tem se ensopado na Água da Vida? Ou estás seco e só?
Para quem se sente seco e só, como estando em um injusto deserto, ser bafejado pela Vida é dançar de felicidade! Não tem alma que não se reanime na caminhada após uma brisa do Senhor. Ele criou desertos, montes, vales, pedra e fogo só para exercer o sopro da alma em você e em mim. Leia no Manual o registro (cerca de 1000 anos a.C) de um sopro de vida em um profeta do Senhor que desanimou da vida:
O homem de Deus, Elias, ficou com medo da rainha Jezabel. Para salvar a vida fugiu para o deserto, andando um dia inteiro. Aí parou, sentou-se na sombra de uma arvorezinha e teve vontade de morrer. Então refletiu assim com o Senhor.
– Já chega, ó Senhor meu Deus! Acabe agora com a minha vida! Eu sou um fracasso na fé.
Elias se deitou debaixo daquele arbusto e dormiu. De repente, um anjo tocou nele e disse: – Profeta! Levanta daí e come.
Elias olhou em volta e viu perto da sua cabeça um pão assado nas pedras e uma jarra de água. Ele comeu, e bebeu, e logo dormiu de novo. O anjo do Senhor Deus voltou e tocou nele pela segunda vez, dizendo: – Ô profeta! Levanta e come; se não, você não agüentará a viagem.
Elias se levantou, comeu e bebeu, e a comida lhe deu força bastante para andar quarenta dias e quarenta noites até o monte Sinai (Mesmo monte de Moisés, cerca de 1200 anos a.C. Mesmo tempo de deserto de Jesus, 40 dias e 40 noites). Aí ele entrou numa caverna para passar a noite, e, de repente, o Senhor Deus lhe perguntou: – O que você está fazendo aqui, Elias?
– Ó Senhor, Deus Todo-Poderoso, eu sempre tenho servido a ti e só a ti. Mas inimigos me cercam agora. Depois que derrotamos os ocultistas, eles retaliaram contra meus amigos. Eu sou o único que falta morrer.
A voz do Senhor chamou-o para fora da caverna e disse-lhe. – Vá até o alto desse monte e me ache lá que te instruirei.
Elias subiu no frio intenso do monte, e enquanto procurava Deus, o Senhor mandou um vento muito forte, que rachou morros e despedaçou rochas. Mas o Eterno não lhe falou coisa alguma no vendaval. Quando o turbilhão parou de ventar, veio um tremor na terra; porém o Senhor não lhe falou no terremoto. Depois do terremoto veio um fogo, mas o Senhor não estava nas chamas. Mas, então, depois do fogo, veio uma brisa suave, e o Senhor lhe fala calma e amorosamente num bafejo: - “O Que Você Está Fazendo Aqui, Elias?”
O resto da história o Manual de Deus dá mais detalhes: Elias nunca retornou ao pó da terra. Pouco depois daquele encontro no alto do Sinai, uma carruagem de fogo veio apanhá-lo para deslocá-lo 1000 anos à frente no tempo, a fim de atender, junto com Moisés (que percorrera mais de 1200 anos) para uma reunião (uma dança de almas) com Yeshua (Jesus), o impecável Carpinteiro, em outro monte alto em Jerusalém, aos olhos espantados de Pedro, Tiago e João, discípulos que ainda não haviam aprendido a dançar ao sopro da vida, no Senhor Jesus.
Alma esperta foge. Você já se perguntou por que os corajosos também desanimam? Por que não subimos as colinas da vida em linha reta? Por que ziguezagueamos na escalada do desafio e às vezes recuamos, para só então subirmos outro tantinho? Não foi isso o que aconteceu com Elias? Você faz idéia do tipo de pessoa poderosa que foi Elias aqui na terra? Dentre tantos poderes sobrenaturais que ele experimentou, uma das mais expressivas vitórias de Elias havia acabado de acontecer antes de sua fuga pro deserto. Dias antes, quatrocentos e cinqüenta ocultistas foram derrotados de uma vez por ele. Ele lhes lançou o desafio de que fizessem descer fogo do céu para que demonstrassem uma suposta divindade do Oculto, que eles criam cegamente. Como não conseguiram divindade nenhuma, Elias orou ao Eterno e o fogo desceu, queimando tudo quanto era maldade que eles praticavam. Maldade é coisa iníqua; como pus de úlcera na alma da gente. Maldade adoece a alma. Maldade leva à morte feia!
Pois é! Depois dessa escalada na fé lindíssima, Elias intimidou-se torpemente diante da fúria de Jezabel, a mãe dos ocultistas, mulher de um rei bobo chamado Mané Acabe, uma rainha horrorosa e nojenta do povo de Israel. Elias fugiu deles pro deserto, pois lhe fugira o sopro de coragem na alma – a fé.
Se Elias não tivesse desanimado, você acha que ele teria sido convidado pelo Senhor para subir o monte um pouco mais? Se ele tivesse enfrentado Jezabel, você acha que isso teria sido sábio? Ser herói diante do Oculto é preciso? Quem é mais forte, você ou a Besta oculta? O que você faz quando o Bicho avisa que vai te pegarrr? Eu fujo como um camundongo foge de gato! E você, encara o bicho-papão? – Sebo na canela, moço! Corre, mas corre muito! E em ziguezague! E sem olhar pra trás! Pega a trilha do deserto da alma, e fica na tua! Fica na tua, pois o bicho-papão não gosta de deserto. Ele não vai entrar no deserto atrás de você. Foi num deserto que ele fora derrotado pelo Senhor Jesus. Se ele entrasse no deserto de tua alma, ele iria se lembrar que ali é lugar da derrota eterna dele. Foi no deserto que o Carpinteiro esfregou no focinho da besta a espada do Eterno, a Palavra da Vida, e ele teve de se recolher à sua insignificância diante do Altíssimo. Então, deseje o esconderijo do desânimo de tua alma. É só por um pouquinho de tempo. Até o Senhor te achar e soprar uma brisa gostosa na sua alminha pra ela voltar a ferver, a arder na fé do Filho de Deus!
Alma obediente dança. Elias, então, sente no frio do isolamento do monte Sinai o sopro do Eterno, que funciona como uma brisa oxigenando as cinzas de sua fé. "– O que fazes aqui, Elias?" As cinzas vão sendo sopradas, as brasas vão ficando vermelhinhas, o frio vai diminuindo, e ele se emociona, e chora suas mágoas com o Eterno:
– Ah, Senhor, aconteceu isso, mais isso, e aquilo... E coisa e tal, e tal... Lalalá... Blablablá... Não quero mais saber… Blablá… Tô fora...! Lalá… Snif, snif…
Aí (e, graças ao Senhor nosso Deus, há sempre um aí) o Eterno puxa a alma de Elias para dançar ao som de sua brisa amorosa e consoladora. "– Esquenta muito não, Elias. Isso passa. Ainda tenho umas aventuras radicais para você. Treine o Eliseu pra te substituir lá embaixo. Qualquer hora dessas vou te levar para conhecer pessoalmente Moisés: outro chorão como você, que há 200 anos pisou esse mesmo monte Sinai em busca de sinais para o povo ver e crer em mim – o que poucos conseguem, diga-se de passagem. Agora pode ir, volte para concluir sua missão. E fique atento! Vou surpreendê-lo com experiências ainda mais elevadas no meu amor por meus seguidores como você."
O tempo que oprime a alma. O valor do desânimo na vida do grande profeta Elias está esclarecido para mim. Um homem, uma mulher de Deus, ao experimentar a doença do desânimo, pode provar a doçura e o frescor da cura ministrada pelo Médico dos médicos. Quando o desânimo nos leva a sucumbir da fé corajosa, o poder do Senhor se aperfeiçoa na alma, aprimora a alma para vencer obstáculos maiores no estreito caminho da vida. “– A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na tua fraqueza.” Disse Paulo, o autor de cartas da Bíblia, que ouvira isso do próprio Senhor Jesus. E o evangelista conclui: “– De boa vontade, pois, me alegrarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder do Senhor. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Jesus. Porque quando estou fraco, então, sou forte.”
Mas qual desafio de maior intensidade ainda estaria reservado para Elias? Se o que lhe aguardava era o derradeiro presente do arrebatamento da mortalidade para a eternidade, que outro desafio estaria ainda em seu caminho? Elias fora seqüestrado deste mundo sem provar a morte natural. Como Moisés, ele desapareceu de forma sobre-humana diante dos olhos estarrecidos de seu substituto, o discípulo Eliseu. Então, qual o desafio último de Elias após a reanimação de sua alma? Foi o desafio de vencer as amarras do tempo.
– “Como assim, vencer as amarras do tempo?”
Para uma pessoa (eu, por exemplo) poder superar os limites temporais da existência (o tic-tac do relógio), é preciso que se entenda e se obtenha aprovação diante do maior desafio da humanidade: "Compreender que tempo não existe, que ele é uma ilusão, e que é preciso superá-lo na fé do Eterno!" Entender que tempo não é limitação para a alma, que alma não se limita à contagem de tempo, que o tempo dos humanos é uma ilusão que oprime a alma, que a alma da gente precisa colocar o tempo no seu devido lugar: para fora de si, no mundo exterior, onde o tempo pertence. No coração, no mundo interior onde habita a alma da gente, não existe tempo, mas apenas os efeitos da ilusão que ele (a partir do mundo exterior) causa na psique (interior) da gente.
Considerando que a única coisa que levamos deste mundo é a nossa alma, então ela não pode permanecer subjugada pelo tempo que rege este mundo exterior. Quando a morte ou o arrebatamento surge na contagem do tempo (que o mundo exterior marca com datas, por exemplo), a alma da gente se liberta de uma vez da ilusão temporal. Foi o Carpinteiro, o Mestre da vida, quem alertou para a inexistência do tempo para a alma: “– Os céus e a terra, o mundo exterior, passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”. O sentido da palavra “Palavra” é profundíssimo: Palavra significando Promessa tem variantes que assumem o sentido de Modo de Ver. “– A minha promessa, o meu modo de ver, não passará; permanece para sempre um referencial absoluto da criação.”
Se eu tomasse o “modo de ver” do Senhor Jesus e, a partir dele, nesse referencial do Homem que vê tudo com olhares da eternidade, se pudesse contemplar o mundo exterior, o que eu observaria? Veria uma tela de cinema desenrolando o ilusório mundo exterior. Eu veria cenas como numa exposição cinematográfica. Veria o efeito do tempo rolando (da direita para a esquerda) as cenas de um mesmo enredo, onde tudo que aparece na tela tem começo, meio e fim. Eu sentiria que o que é real são as coisas eternas, como minha alma, por exemplo, quando esta desenvolve a capacidade de assistir, de fora da tela, o desenrolar de um filme de coisas temporais. Eu teria a convicção de que tudo o que existe entre este céu e esta terra estão passando. Eu veria claramente que há tempo para todas as coisas acontecerem e findarem no mundo exterior, tenha elas durado 1 dia ou 1000 anos. Pois para o Senhor, como registra a Bíblia, 1 dia é como mil anos, e 1000 anos é como um dia. Tudo passa... Menos a Palavra da vida, menos o Modo de ver, que está em um referencial absoluto e que permanece para sempre fora do mundo exterior. Neste metamodelo físico de contemplação do tempo, reforce-se o fato de Jesus ter declarado “quem crê em mim nunca morrerá”, nunca passará, essa alma permanecerá em Seu referencial absoluto para sempre.
Jesus liberta a alma da gente. O profeta Elias teve por último desafio o confiar que seria retirado da tela ilusória do mundo em que vivia (o mundo de Jezabel) para conviver no referencial atemporal – ao lado de Moisés (200 anos atrás de si), e de Jesus (1000 anos à sua frente), e nosso (cerca de 3000 anos depois). Elias desapareceu aos olhos de Eliseu numa carruagem de fogo. Sua próxima aparição, revelada na Bíblia, foi ao lado do impecável Carpinteiro no monte alto da transfiguração. Naquele monte, de dentro de uma nuvem, como se numa brisa refrescante, o Eterno bafeja aos ouvidos de Pedro, Tiago e João, na presença de Moisés e de Elias, a seguinte palavra: “– Este é meu filho amado, em quem tenho muito prazer. Observem-no.” É como se o Senhor estivesse dizendo: "Observem a libertação das amarras do tempo. Passado (Moisés), presente (Elias) e futuro (os discípulos), todos livres das amarras do tempo por causa da Palavra, da Promessa, do Modo de Ver a pessoa de Jesus."
Você está observando Jesus? Em que referencial você está? Na tela ilusória do mundo, como um mero figurante da existência? Ou você está no ambiente do Senhor Jesus, extraindo lições desse filme da vida para desenvolver-se como um homem de Deus, uma mulher de Deus, que observa Jesus? “– Este é meu filho amado, observe-o.” Por conta de um desânimo, Elias pôde ser liberto da temporalidade. E tudo “começou” tal qual “terminara” num bafejo do Senhor e numa pergunta: “– O que fazes aqui, Elias? – Deixe-me apresentar-te meu filho amado, em quem tenho muito prazer! – A Ele, os povos do mundo, observarão.”
Concluo esta reflexão com a canção da irmã Heloísa Rosa. Fall On Me é uma oração pedindo que a brisa do Senhor bafeje, sopre em sua vida, e refresque seus ossos secos. Osso é uma figura de linguagem de nossa estrutura emocional. Então: “Refresca minha estrutura emocional, Senhor! E liberta-me para que eu seja verdadeiramente livre no tempo que se chama hoje. Se o Filho me libertar eu serei verdadeiramente livre de tudo, até das amarras do tempo. Se o Filho te libertar você será tão livre quanto a águia. Voará nas alturas, longe do filme ilusório que narra esta vidinha. Se você observar o Filho, teu referencial será o dele, um referencial atemporal, eterno e elevado, como o da águia que voa nas alturas. Tão alto como os montes de Jerusalém, os montes dos sinais de Moisés, os montes da cura do desânimo do profeta Elias, os montes da visão esplêndida de Pedro, Tiago e João: a visão de Yeshua (Jesus), nos convidando para dançar sobre os montes de vida eterna que há no Pai.”
Fall On Me
Heloísa Rosa
Fall on me / Ever so gently / Breathe on, Breathe on / These dry bones
Shower me in your love / Washing, washing / My filthy stain (2x)
And break these chains (2x) / Set me free (2x)
Fall on me / Ever so gently / Breathe on (2x) / These dry bones (2x)
And break these chains (4x)
Set me free (16x)
Liberta-me (16x) / Se o Filho te libertar / você é verdadeiramente livre (2x)
Liberta-me (2x)
Liberta-me Senhor
Eu voarei como águia (2x)
Eu voarei como águia na alturas
Os que recobram o ânimo no Senhor são libertos do tempo, para dançar em montes de vida!
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
PARA QUEM TEM DE SEGUIR NO ADEUS,
O Senhor que jamais te abandonará.
Adeus é uma saudação de despedida; usada entre quem parte e quem fica. Ela expressa uma ruptura na proximidade física entre dois seres. Apesar de Adeus significar Que Deus o acompanhe, e também significar o começo de uma forte saudade, que sentimos por quem partiu ou ficou, Adeus é raramente pronunciado por aí. Você se lembra da última vez que você se despediu com um Adeus? Que tipo de sentimento estaria contido no pronunciar esta singela interjeição no momento do abraço final? Do toque final? Você conseguiria pronunciar um Adeus em um momento de difícil separação, sem romper em choro? Adeus, mãe! Adeus, meu amor! Adeus, meu filho? Você conseguiria dizer essas palavras na hora da separação de um querido? Por que é improvável alguém dizer Adeus e não se emocionar profundamente? O que vem à nossa alma, ao coração, nessa hora? Por que nosso mundo interior geme nessa hora? Por que somos assim, sensíveis demais no momento da despedida? Gente boa ou gente má chora nessa hora. Por que não queremos dizer Adeus? Qual o interesse do Criador de que sintamos o pesar do Adeus? Qual é a lição em um Adeus?
É possível explicar o valor do sentimento na canção de Adeus de uma menina que parte sozinha para o outro lado do planeta? Qual a importância, a utilidade, da força que a moveu a compor a mensagem de despedida? Essas são questões incomuns! Mas que importância teria para Danny (a filha da Lindinha, minha amiga de trabalho) registrar o sentimento do Adeus? Por que deixar o ambiente carinhoso de sua casa e rumar para o desconhecido? O que pode ser mais forte que os elos do amor? Que destino é esse que rompe as relações da proximidade física entre vidas complementares? Vamos ouvir e pensar o coração da Daniela Nascimento em sua canção Jetplane. Talvez a gente descubra aqui uma lição no Adeus?
Jetplane
Daniela Nascimento
Oh my bags are packed / I´m ready to go / I´m standing here outside your door / I hate to wake you up to say goodbye / But the dawn is breaking, it´s early morning / The taxi is waiting, it´s blown its horns / Oh ready, I´m so lonesome I could dye
Adeus é uma saudação de despedida; usada entre quem parte e quem fica. Ela expressa uma ruptura na proximidade física entre dois seres. Apesar de Adeus significar Que Deus o acompanhe, e também significar o começo de uma forte saudade, que sentimos por quem partiu ou ficou, Adeus é raramente pronunciado por aí. Você se lembra da última vez que você se despediu com um Adeus? Que tipo de sentimento estaria contido no pronunciar esta singela interjeição no momento do abraço final? Do toque final? Você conseguiria pronunciar um Adeus em um momento de difícil separação, sem romper em choro? Adeus, mãe! Adeus, meu amor! Adeus, meu filho? Você conseguiria dizer essas palavras na hora da separação de um querido? Por que é improvável alguém dizer Adeus e não se emocionar profundamente? O que vem à nossa alma, ao coração, nessa hora? Por que nosso mundo interior geme nessa hora? Por que somos assim, sensíveis demais no momento da despedida? Gente boa ou gente má chora nessa hora. Por que não queremos dizer Adeus? Qual o interesse do Criador de que sintamos o pesar do Adeus? Qual é a lição em um Adeus?
É possível explicar o valor do sentimento na canção de Adeus de uma menina que parte sozinha para o outro lado do planeta? Qual a importância, a utilidade, da força que a moveu a compor a mensagem de despedida? Essas são questões incomuns! Mas que importância teria para Danny (a filha da Lindinha, minha amiga de trabalho) registrar o sentimento do Adeus? Por que deixar o ambiente carinhoso de sua casa e rumar para o desconhecido? O que pode ser mais forte que os elos do amor? Que destino é esse que rompe as relações da proximidade física entre vidas complementares? Vamos ouvir e pensar o coração da Daniela Nascimento em sua canção Jetplane. Talvez a gente descubra aqui uma lição no Adeus?
Jetplane
Daniela Nascimento
Oh my bags are packed / I´m ready to go / I´m standing here outside your door / I hate to wake you up to say goodbye / But the dawn is breaking, it´s early morning / The taxi is waiting, it´s blown its horns / Oh ready, I´m so lonesome I could dye
So kiss me and smile for me / Tell me that you´ll wait for me / Hold me like you´ll never let me go / ´Cause I´m leaving on a jetplane / Don´t know when I´ll be back again / Oh baby, I hate to go / (chorus)
There´s so many times I´ve let you down / So many times I´ve played around / Tell, you know, they don´t mean a thing / Every place I go I think of you / Every I song I sing I sing for you / When I come back I wear your wedding ring
Now the time has come to leave you / One more time and let me kiss you / Close your eyes and I´ll be on my way / Dream about the days to come / When won´t have to leave you alone / About the times that I won´t have to say
Quando a menina se despede com um último olhar para quem ficou no aeroporto, o rosto em lágrimas, a mão a acenar com um beijo, o que vem à mente dela após o elo que se rompe no virar-se a caminho do corredor do jetplane? Qual é a sensação que salta ao coração de uma vida que teve de virar o rosto e distanciar-se em separação? Você já esteve nessa situação, não já? O que foi que te ocorreu no íntimo? Você se lembra do momento em que a relação amorosa se desfez? Você se lembra do vazio que se fez dentro de você, ao dar os primeiros passos de afastamento, terminado o sepultamento de seu íntimo? Quem consegue se esquecer do poder separador daquele silêncio? A mensagem do silêncio na separação, qual é? Qual a importância de se lembrar do silêncio? O que ouvimos no silêncio, se não a nós mesmos? Aquele surdo som de solidão! Mas qual a lição do isolamento do Adeus? Essa coisa não-compartilhável, indivisível, individual, trazido pelo Adeus?
Como o Adeus, indivíduo também é uma palavra pouco usada. Parece que preferimos não usar determinadas palavras de âmbito da psicologia, não é mesmo? Devíamos ter mais cuidado para não ignorarmos palavras poderosas e benéficas à psique, à alma, ao coração da gente. Indivíduo e Adeus são palavras de valor inestimável para um mundo interior sarado. Indivíduo tem origem no latim individuus dos anos 1600, significando indivisível, pois, in (é não) e dividuus (é divisível). Portanto, individuus, não divisível! Já em 1742 (ontem, né?), a palavra indivíduo (que significa coisa ou ser indivisível) assumiu o sentido coloquial (cotidiano) de pessoa. Pessoa, então, é um indivíduo, uma coisa, um ser indivisível. Indo mais atrás, em 1425, pessoa significa "um e indivisível", palavra usada em referência à Trindade! Um ser indivisível, um indivíduo, é o ser Triuno, que não se pode dividir! Pronto! Voilà! Ta aí! Entendeu a lição deixada a uma pessoa no Adeus da despedida?
Quando a menina se vira no aeroporto, dando as costas aos que ficaram, e segue rumo ao corredor do Jetplane ela se sente só, sozinha, uma pessoa por conta própria. Ela se sente um indivíduo, indivisível. Um corpo com uma alma! Se sente absolutamente ela. E sente que deixou para trás um espírito, um sentimento, um sopro de sua vida. E ela se entristece; se emudece no enganoso silêncio de ter sido abandonada pelo sopro de sua vida; pelos amores de sua vida. A menina não percebe que o Adeus (o desejo oferecido pelos seus amores) significa... Que Deus a acompanhe, menina! Ela, eu e você, leitor querido do Meu mundo interior, não estamos sozinhos quando alguém tiver a coragem de nos oferecer um Adeus, a companhia do espírito santo de Deus, o filho querido de Deus, o amado da nossa alma, Jesus, o impecável companheiro, o maravilhoso, o conselheiro, o Deus forte, o príncipe da paz, o consolador nos momentos de abandono, o único indivíduo que consola e restaura a alma da gente. Aquele que é, e que há de ser. Sempre que um Adeus for pronunciado por quem te ama, esteja certo que Deus te acompanha! Lembre-se disso! Lembre-se que você é um indivíduo! Corpo e alma indivisíveis. E que só no Adeus, você será triuno: corpo mais alma mais espírito, três em um. Este um precisa ser você, amado seguidor do Senhor! A perfeita trindade indivisível – você (corpo), mais você (alma), mais você (espírito santo do Consolador). Você, alma sensível, acompanhada de seu Senhor, o homem sensível!
Qual a lição do Adeus? Qual a lição do pesar na despedida? Qual o valor da dor na alma quando estou só na estrada da vida? O valor está no fato de você ter sido abandonado do sopro de vida de seus amores, para aprender a caminhar com o sopro de vida do seu Amor; o único indivíduo que te completa corpo e alma! O Adeus acontece para você se lembrar das palavras do teu redentor, alma abandonada e triste! Leia o manual do Impecável Carpinteiro, o restaurador da existência ferida. Só lá tem as palavras de vida indivisível no Adeus:
– Será que uma mãe pode esquecer-se de seu bebê? Pode uma mãe abandonar seu filho? Será que pode deixar de amar seu próprio filho, sua menina? Mesmo que isso acontecesse, eu nunca, jamais, me esqueceria de você. O teu nome está escrito em minhas mãos. Eu nunca esquecerei as marcas eternas deixadas por você e para você em meu corpo. Você é meu! Eu, você, e meu Pai, somos indivisíveis, inseparáveis. Somos um só corpo, um só coração, uma só mente, um indivíduo. Eu estou com você todos os dias. Em todos os vôos que você fizer, em todo o percurso da estrada. É impossível que eu me separe de você. Sempre que você se lembrar de dizer: “Ah Deus, esteja comigo nesta estrada da vida!” Então, será impossível que eu não te ouça. Pois eu sou a estrada, sou a verdade no caminhar, sou a vida. A Vida é quem te leva. Apenas basta que me queiras em sua companhia...
– You have to let it linger. Deixe a Vida prosseguir em teu caminho, alma abandonada no Adeus! Deixe ela linger! Quando a Vida te pegar afastado de seus amores, deixa a Vida te levar. Ah Deus! Que bom sermos um indivíduo, indivisível, inseparável no Adeus! Letting it linger...
Linger
The Cranberries
If you, if you could return / Don’t let it burn, don’t let it fade / I’m sure I’m not being rude / But it’s just your attitude / It’s tearing me apart / It’s ruining everything / And I swore, I swore I would be true / And honey so did you / So why were you holding her hand / Is that the way we stand / Were you lying all the time / Was it just a game to you
But I’m in so deep / You know I’m such a fool for you / You got me wrapped around your finger / Do you have to let it linger / Do you have to, do you have to / Do you have to let it linger
Oh, I thought the world of you / I thought nothing could go wrong / But I was wrong / I was wrong / If you, if you could get by / Trying not to lie / Things wouldn’t be so confused / And I wouldn’t feel so used / But you always really knew / I just wanna be with you /
And I’m in so deep / You know I’m such a fool for you / You got me wrapped around your finger / Do you have to let it linger / Do you have to, do you have to / Do you have to let it linger
And I’m in so deep / You know I’m such a fool for you / You got me wrapped around your finger / Do you have to let it linger / Do you have to, do you have to / Do you have to let it linger
You know I’m such a fool for you / You got me wrapped around your finger / Do you have to let it linger / Do you have to, do you have to / Do you have to let it linger.
Era uma vez, 2059!
Prepare-se, pois o Camelô Insistente está completando 100 anos de idade em um leito da Santa Casa mais próxima do rio da vida. Seu corpo envelheceu. Cansou-se diante das rusticidades do mundo exterior. Desta semana ele não passa. Corrigindo...! Esta semana ele passa o rio da vida. Os médicos garantem que não passa. Mas ele afirma ter fé que vai conseguir passá-lo. Ele vai passar até pelo fogo. Vai se tornar cinzas bem pequenininhas. Pois a porta do céu é tão estreita que só estando em cinzas se consegue entrar.
Lembre-se de 2009, quando ele era só um bebê de 50 anos, quando ele acabara de nascer para o entendimento da Trindade; lembre-se que ele pedira uma cerimônia de Adeus na véspera de sua morte, às margens do rio da vida. Sim, uma cerimônia fúnebre, estando ele ainda do lado de cá do rio, quando seu corpo, sua alma e seus amores ainda constituíam uma pessoa triuna no mundo exterior. Pois é, o Camelô não quer teu Adeus quando ele for só corpo morto aos teus olhos. Ele quer teu Adeus enquanto ele for essa pessoa triuna: corpo, mais alma, mais sopro de vidas amorosas. Ele quer seus amigos em torno de seu leito de despedida. Não em torno de um caixão nada a ver, que só comporta um corpo material que nada vê.
Seu último desejo é ter uma despedida em que ele possa presenciar lágrimas e canções de amor oferecidas por seus amigos. Vá até lá! Faça uma homenagem ao Carpinteiro do camelô moribundo. Queime o cartãozinho preto, que tem o endereço do blog Do mundo interior, que ele te deu há um tempão. Ou queime-o onde você estiver. Mas homenageie o Restaurador da existência humana observando a fumacinha da queima do cartão subir ao encontro dos ares. Nós somos uma fumaça ao vento, não somos? As cinzas, você as deixe cair ao encontro das sementes numa terra fértil. Nós somos pó e ao pó voltamos, não é mesmo? Cante um jetplane antes dele virar o rosto, entregando-se em definitivo ao Consolador.
Naquele ato simbólico, devolva ao Eterno a única coisa individual nesta vida: o amor do impecável carpinteiro, amor capaz de extrair poesia de um pó de camelô. Ele, o Maravilhoso, faz a maravilha de transformar humanos em divinos, pessoas duais (com corpo e alma) em pessoas triunas (com corpo, alma, e espírito). Vai lá, vai! Ele, cá, não mais virá escrever crônicas do coração. O que ele tinha de escrever já está escrito por completo. Há mais de 6000 anos que camelôs insistentes como esse já contaram no Manual tudo que viram e que souberam de um Ah Deus. Basta agora você se dispor a murmurar...: Ah Deus, acompanhe mais este camelô em seu Adeus...!
Lembre-se de 2009, quando ele era só um bebê de 50 anos, quando ele acabara de nascer para o entendimento da Trindade; lembre-se que ele pedira uma cerimônia de Adeus na véspera de sua morte, às margens do rio da vida. Sim, uma cerimônia fúnebre, estando ele ainda do lado de cá do rio, quando seu corpo, sua alma e seus amores ainda constituíam uma pessoa triuna no mundo exterior. Pois é, o Camelô não quer teu Adeus quando ele for só corpo morto aos teus olhos. Ele quer teu Adeus enquanto ele for essa pessoa triuna: corpo, mais alma, mais sopro de vidas amorosas. Ele quer seus amigos em torno de seu leito de despedida. Não em torno de um caixão nada a ver, que só comporta um corpo material que nada vê.
Seu último desejo é ter uma despedida em que ele possa presenciar lágrimas e canções de amor oferecidas por seus amigos. Vá até lá! Faça uma homenagem ao Carpinteiro do camelô moribundo. Queime o cartãozinho preto, que tem o endereço do blog Do mundo interior, que ele te deu há um tempão. Ou queime-o onde você estiver. Mas homenageie o Restaurador da existência humana observando a fumacinha da queima do cartão subir ao encontro dos ares. Nós somos uma fumaça ao vento, não somos? As cinzas, você as deixe cair ao encontro das sementes numa terra fértil. Nós somos pó e ao pó voltamos, não é mesmo? Cante um jetplane antes dele virar o rosto, entregando-se em definitivo ao Consolador.
Naquele ato simbólico, devolva ao Eterno a única coisa individual nesta vida: o amor do impecável carpinteiro, amor capaz de extrair poesia de um pó de camelô. Ele, o Maravilhoso, faz a maravilha de transformar humanos em divinos, pessoas duais (com corpo e alma) em pessoas triunas (com corpo, alma, e espírito). Vai lá, vai! Ele, cá, não mais virá escrever crônicas do coração. O que ele tinha de escrever já está escrito por completo. Há mais de 6000 anos que camelôs insistentes como esse já contaram no Manual tudo que viram e que souberam de um Ah Deus. Basta agora você se dispor a murmurar...: Ah Deus, acompanhe mais este camelô em seu Adeus...!
Obrigado, Senhor, por nos ensinar que é no abandono pelo sopro das vidas de nossos amores deste mundo exterior, que somos achados pelo sopro da vida do coração de seu Amor.
No Adeus, você será um indivíduo triuno no Senhor com 3S: de corpo (Sarado!), de alma (Serena!), no espírito (Santo!).
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domingo, 5 de abril de 2009
PARA QUEM DEUS ABANDONOU,
O Senhor te convida a um mistério.
Oi,
Mas não diga nada. Permaneça assim, no seu silêncio.
Seus pensamentos, seu abandono, não requerem palavras.
Na solidão se comunica com lágrimas, com um choro quieto.
Na solidão a gente chora, a gente tem medo, e a gente espera no vazio.
Seu coração foi abandonado pelos homens,
Pior, sua alma está abandonada por quem não falha,
Você está abandonado de Deus e por Deus.
Teu Criador te abandonou; e isso é muito sério.
Ou o socorro vem, ou você morre.
O silêncio te é cruel,
Mas dor maior é ser vista por gentes,
E não ser achada por quem socorra.
O abandono é um mistério
O abandono é o mistério
Teu Criador é um mistério
Teu mistério é teu Criador
On fire / Em chamas
Switchfoot
They tell you where you need to go / Te dizem onde precisas ir
They tell you when you'll need to leave /Te dizem quando precisas partir
They tell you what you need to know / Te dizem o que você precisa saber
They tell you who you need to be / Te dizem quem você precisa ser
But everything inside you knows / Mas tudo dentro de ti sabe
There's more than what you've heard / Há mais do que você tem ouvido
There's so much more than empty conversations / Há muito mais do que falas vazias
Filled with empty words / Cheias de palavras vazias
And you're on fire / E você queima
When He's near you / Quando Ele está por perto
You're on fire / Você queima
When He speaks / Quando Ele fala
You're on fire / Você queima
Burning at these mysteries / Incendeia-se nesses mistérios
Give me one more time around / Dá-me mais um tempinho de Ti
Give me one more chance to see / Dá-me mais uma chance de vê-Lo
Give me everything You are / Dá-me tudo que Tu és
Give me one more chance to be... (near You) / Dá-me mais uma chance de estar… (perto de Ti)
Cause everything inside me looks like / Porque tudo em mim parece
Everything I hate / Tudo que não quero
You are the hope I have for change / Tu és minha esperança de mudança
You are the only chance I'll take / Tu és minha única esperança
When I'm on fire / Quando queimo
When You're near me / Quando Tu estás por perto
I'm on fire / Queimo
When You speak / Quando falas
And I'm on fire / E queimo
Burning at these mysteries / Em chamas nesses mistérios
These mysteries... / Nesses mistérios…
I'm standing on the edge of me [x3] / Estou à beira de mim mesmo
I'm standing on the edge of everything I've never been before. Estou à beira de tudo que nunca fui
And I've been standing on the edge of me / Tenho estado à beira de mim mesmo
Standing on the edge / À beira de mim
And I'm on fire / E queimo
When You're near me / Quanto Tu estás por perto
I'm on fire / Queimo
When You speak / Quando Tu falas
(Yea) I'm on fire / (Sim) queimo
Burning at these mysteries... these mysteries... these mysteries / Em chamas nesses mistérios… esses mistérios… esses mistérios
Ah you're the mystery / Ah você é o mistério
You're the mystery / Você é o mistério
(...)
Quando se está abandonado se perde tudo
O abandono é a ausência daquilo que preenche a vida
O abandono é ser lançado no deserto da morte
O abandono é uma cruz insuportável
O abandono está numa cruz intolerável e imerecida
Você conhece outras pessoas que também viveram o abandono?
Você conhece Jesus? O abandonado na cruz?
"Ao meio-dia começou a escurecer, e toda a terra ficou três horas na escuridão."
"Às três horas da tarde, Jesus gritou bem alto:"
"— Eli, Eli, lemá sabactani?"
"— Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?"
"Ao eco de seu clamor, lhe responderam: o desdém, o vinagre, e a dor."
Você conhece Agar? A mulher egípcia de Abraão, abandonada por Deus, chorosa no deserto?
"Abraão se levantou de madrugada e deu para Agar comida e água."
"Pôs o menino, seu filho, nos ombros dela e mandou que fosse embora."
"E Agar foi embora, andando sem direção pelo deserto de Berseba."
"Quando acabou a água, ela deixou o menino debaixo de uma arvorezinha e foi sentar-se a uns cem metros dali."
"Ela estava pensando: ´Não suporto ver o meu filho morrer´."
"E ficou ali sentada, e o menino começou a chorar."
Você conhece meu mestre do abandono, João Arantes Costa (o Janguinho)?
O mestre pleiteava com Deus a benção sobre seu único filho homem:
Emerson, mais que filho, companheiro único de seus sonhos,
Já um homem, pai de filhos, uma ovelha de seu rebanho na ICE de São José dos Campos.
Emerson, que jamais abandonara quem passasse em sua vida,
Foi abandonado por um carro ao retornar do trabalho na estrada de Caraguatatuba.
Nunca mais retornou (embora, Vivo está) ao meu mestre e sua dama D. Nilza.
Meu pastor e mestre, ao cerimoniar ao lado do Emerson abandonado, nos disse ao microfone: “Estou entristecido, porém, não desanimado”
“Eu sei em quem tenho crido”
“E estou bem certo”
“Que Ele é poderoso, para guardar o meu tesouro abandonado”
“Até aquele dia final”
Ao lado de seu abandono (minha querida alma), alinham-se alguns milhares mais.
Você é mais um, é mais uma abandonada de seus sonhos e de sua vida.
Quando seu abandono terá fim, querida alma?
Não terá! Isso mesmo.
Seu abandono não terá o fim que os mortais almejam!
Jesus, Agar, Janguinho e tantos milhares aprenderam a amar o abandono.
Eles foram achados no abandono pelo Mistério.
Jesus aprendera a amar o Abandono dos homens, até sentar-se à destra da Majestade.
Agar aprendera a chorar, até ter os olhos lavados para enxergar o poço d´água no deserto.
Jango aprendera a não desanimar, até sonhar os sonhos de seu filho com o Filho de Deus.
Você aprenderá...
Ao se abandonar,
Ao se derramar,
Venha o que vier,
Custe o que custar,
Pois teu Criador é um mistério,
O Criador é o teu mistério.
It is you / Tu és
Youth Alive
I lay down my life / Eu derramo minha vida
At your feet / Aos teus pés
The cross is what I need / A cruz é o que eu preciso
Whatever it takes / O que quer que venha
Whatever the cost / O que quer que custar
I live for you / Eu vivo pra Ti
I live for you / Eu vivo pra Ti
'Cause Jesus it is you / Porque Tu és Jesus
And I'm longing for your touch / E eu anseio por Teu toque
And I need your power is you / E eu preciso do Teu poder, que és Tu
Holy one I lift you up / Santo Deus, eu te exalto
You're the one that I live for / Tu és aquele para quem vivo
You're the one that I live for / Tu és aquele para quem vivo
'Cause Jesus it is you / Porque Jesus, Tu és
'Cause Jesus it is you / Porque Jesus, Tu és
.
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Oi,
Mas não diga nada. Permaneça assim, no seu silêncio.
Seus pensamentos, seu abandono, não requerem palavras.
Na solidão se comunica com lágrimas, com um choro quieto.
Na solidão a gente chora, a gente tem medo, e a gente espera no vazio.
Seu coração foi abandonado pelos homens,
Pior, sua alma está abandonada por quem não falha,
Você está abandonado de Deus e por Deus.
Teu Criador te abandonou; e isso é muito sério.
Ou o socorro vem, ou você morre.
O silêncio te é cruel,
Mas dor maior é ser vista por gentes,

E não ser achada por quem socorra.
O abandono é um mistério
O abandono é o mistério
Teu Criador é um mistério
Teu mistério é teu Criador
On fire / Em chamas
Switchfoot
They tell you where you need to go / Te dizem onde precisas ir
They tell you when you'll need to leave /Te dizem quando precisas partir
They tell you what you need to know / Te dizem o que você precisa saber
They tell you who you need to be / Te dizem quem você precisa ser
But everything inside you knows / Mas tudo dentro de ti sabe
There's more than what you've heard / Há mais do que você tem ouvido
There's so much more than empty conversations / Há muito mais do que falas vazias
Filled with empty words / Cheias de palavras vazias
And you're on fire / E você queima
When He's near you / Quando Ele está por perto
You're on fire / Você queima
When He speaks / Quando Ele fala
You're on fire / Você queima
Burning at these mysteries / Incendeia-se nesses mistérios
Give me one more time around / Dá-me mais um tempinho de Ti
Give me one more chance to see / Dá-me mais uma chance de vê-Lo
Give me everything You are / Dá-me tudo que Tu és
Give me one more chance to be... (near You) / Dá-me mais uma chance de estar… (perto de Ti)
Cause everything inside me looks like / Porque tudo em mim parece
Everything I hate / Tudo que não quero
You are the hope I have for change / Tu és minha esperança de mudança
You are the only chance I'll take / Tu és minha única esperança
When I'm on fire / Quando queimo
When You're near me / Quando Tu estás por perto
I'm on fire / Queimo
When You speak / Quando falas
And I'm on fire / E queimo
Burning at these mysteries / Em chamas nesses mistérios
These mysteries... / Nesses mistérios…
I'm standing on the edge of me [x3] / Estou à beira de mim mesmo
I'm standing on the edge of everything I've never been before. Estou à beira de tudo que nunca fui
And I've been standing on the edge of me / Tenho estado à beira de mim mesmo
Standing on the edge / À beira de mim
And I'm on fire / E queimo
When You're near me / Quanto Tu estás por perto
I'm on fire / Queimo
When You speak / Quando Tu falas
(Yea) I'm on fire / (Sim) queimo
Burning at these mysteries... these mysteries... these mysteries / Em chamas nesses mistérios… esses mistérios… esses mistérios
Ah you're the mystery / Ah você é o mistério
You're the mystery / Você é o mistério
(...)
Quando se está abandonado se perde tudo
O abandono é a ausência daquilo que preenche a vida
O abandono é ser lançado no deserto da morte
O abandono é uma cruz insuportável
O abandono está numa cruz intolerável e imerecida
Você conhece outras pessoas que também viveram o abandono?
Você conhece Jesus? O abandonado na cruz?
"Ao meio-dia começou a escurecer, e toda a terra ficou três horas na escuridão."
"Às três horas da tarde, Jesus gritou bem alto:"
"— Eli, Eli, lemá sabactani?"
"— Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?"
"Ao eco de seu clamor, lhe responderam: o desdém, o vinagre, e a dor."
Você conhece Agar? A mulher egípcia de Abraão, abandonada por Deus, chorosa no deserto?
"Abraão se levantou de madrugada e deu para Agar comida e água."
"Pôs o menino, seu filho, nos ombros dela e mandou que fosse embora."
"E Agar foi embora, andando sem direção pelo deserto de Berseba."
"Quando acabou a água, ela deixou o menino debaixo de uma arvorezinha e foi sentar-se a uns cem metros dali."
"Ela estava pensando: ´Não suporto ver o meu filho morrer´."
"E ficou ali sentada, e o menino começou a chorar."
Você conhece meu mestre do abandono, João Arantes Costa (o Janguinho)?
O mestre pleiteava com Deus a benção sobre seu único filho homem:
Emerson, mais que filho, companheiro único de seus sonhos,
Já um homem, pai de filhos, uma ovelha de seu rebanho na ICE de São José dos Campos.
Emerson, que jamais abandonara quem passasse em sua vida,
Foi abandonado por um carro ao retornar do trabalho na estrada de Caraguatatuba.
Nunca mais retornou (embora, Vivo está) ao meu mestre e sua dama D. Nilza.
Meu pastor e mestre, ao cerimoniar ao lado do Emerson abandonado, nos disse ao microfone: “Estou entristecido, porém, não desanimado”
“Eu sei em quem tenho crido”
“E estou bem certo”
“Que Ele é poderoso, para guardar o meu tesouro abandonado”
“Até aquele dia final”
Ao lado de seu abandono (minha querida alma), alinham-se alguns milhares mais.
Você é mais um, é mais uma abandonada de seus sonhos e de sua vida.
Quando seu abandono terá fim, querida alma?
Não terá! Isso mesmo.
Seu abandono não terá o fim que os mortais almejam!
Jesus, Agar, Janguinho e tantos milhares aprenderam a amar o abandono.
Eles foram achados no abandono pelo Mistério.
Jesus aprendera a amar o Abandono dos homens, até sentar-se à destra da Majestade.
Agar aprendera a chorar, até ter os olhos lavados para enxergar o poço d´água no deserto.
Jango aprendera a não desanimar, até sonhar os sonhos de seu filho com o Filho de Deus.
Você aprenderá...
Ao se abandonar,
Ao se derramar,
Venha o que vier,
Custe o que custar,
Pois teu Criador é um mistério,
O Criador é o teu mistério.
It is you / Tu és
Youth Alive
I lay down my life / Eu derramo minha vida
At your feet / Aos teus pés
The cross is what I need / A cruz é o que eu preciso
Whatever it takes / O que quer que venha
Whatever the cost / O que quer que custar
I live for you / Eu vivo pra Ti
I live for you / Eu vivo pra Ti
'Cause Jesus it is you / Porque Tu és Jesus
And I'm longing for your touch / E eu anseio por Teu toque
And I need your power is you / E eu preciso do Teu poder, que és Tu
Holy one I lift you up / Santo Deus, eu te exalto
You're the one that I live for / Tu és aquele para quem vivo
You're the one that I live for / Tu és aquele para quem vivo
'Cause Jesus it is you / Porque Jesus, Tu és
'Cause Jesus it is you / Porque Jesus, Tu és
O abandonado aprende o Mistério.
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