Adolescentes espirituais amadurecem no Espírito Santo.
[O rio que leva à Felicidade é o Espírito Santo. — Examina a Bíblia para você ver.]
[Este texto diz que RELIGIÕES fazem sombra espiritual.]
02/03/2011. Quem serve a Deus só serve se viver pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é Deus, mas tem sido negligenciado na mesma proporção do tratamento dado ao poder do Eterno, pelas nossas convicções personalistas e pelas persuasões de instituições religiosas e humanistas. Tanto o Pai quanto o Filho quanto o Espírito Santo de Deus (ou seja, a trindade santa e altíssima completa) têm sido referenciada a partir de pedestais humanos. O que significa dizer que as civilizações, historicamente, abordam Deus, e dele tentam se utilizar, a partir de suas convicções institucionais, a partir de socos levadiços. Deus é pessoal, não “institucionalizável”. Deus é criador; é pai de filhos. A relação entre pais e filhos seculares, pelo humanismo, não admite (ou não deveria admitir) gestões de governos humanos num ambiente que é foro íntimo da família. Já, no ambiente espiritual, entre Deus e pessoas, instituições humanas se interpuseram na fé, na relação disciplinada do Criador com sua criação. Se, por um lado, dentro da minha casa às relações sadias estão preservadas da ingerência da polícia; do outro lado, o lado eclesiástico, a relação de fé sadia, entre um ser humano e o Ser Divino, dispensa a intervenção igrejeira da "polícia sacerdotal" e suas respectivas denominações regulatórias. Mas tem intervenção! Só que a nenhum deles interessa a confissão de má fé.
O Espírito Santo ``sofre'' pela concorrência``desleal'' das denominações religiosas. Os ismos todos: cristianismo, catolicismo, islamismo, budismo, judaísmo, hinduísmo etc., são agrupamentos de correntes de fé cultural e ideológica que se intrometeram no caminho da fé santa desde que ela foi inaugurada pelo seu pai da fé: o patriarca Abraão da Mesopotâmia. Esse homem sincero, manso e corajoso tinha intimidade direta com seu Deus. O rei Melquisedeque de Salém, o sacerdote pouco falado pelo Sistema espiritualizado de então, e de hoje, não subordinou a fé de Abraão institucionalizando-a em seu reinado de paz. Abraão morreu sem deixar mandamento organizacional da fé. Ele viveu a fé, e seus filhos a assimilaram na intimidade da família. Isaque, que o diga. Jacó, que o diga. Moisés escreveu a vontade e o amor de Deus às gerações sucessivas daquele seu povo; e disse-lhes que jamais se afastassem do relacionamento agradável e salutar do Deus que é o Senhor. Os juízes desse povo, e os profetas igualmente, eles relataram por escrito e na própria conduta o caráter das pessoas da fé sadia que agrada a Deus. Seguindo-se a esses, toda a história antes de Cristo, do relacionamento ideal entre Deus e os homens, foi relatada extensa e intensivamente pelos meios disponíveis de comunicação. Então vieram o próprio Filho de Deus e seus apóstolos ratificando todas as escrituras sagradas inspiradas pelo Espírito Santo de Deus, no sentido de escancarar para nossas gerações pós-Cristo que o relacionamento agradável e salutar entre Homem & Deus está narradíssimo nas Escrituras Sagradas.
A Bíblia deixa absolutamente claro que não há intercessor, não há instituição intermediária, entre Homem & Deus a não ser Jesus Cristo, o homem do Espírito Santo de Deus Pai. Se há um único papel nobre que as instituições religiosas deveriam fazer pelos homens, e a serviço de Deus, seria estimular, dia e noite, que as pessoas leiam e meditem na Palavra de Deus, tendo o auxílio, a graciosa companhia, do Espírito Santo que nos foi prometido e cumprido. O Espírito Santo e as Escrituras Sagradas estão por aqui desde sempre, mas as instituições fazem-lhe sombra como se a humanidade precisasse de um guarda-chuva religioso para se acolher nas bênçãos de Deus. Este maldito “guarda-chuva” sustentado pelas instituições da fé é uma construção do homem. Esse escudo infeliz, erguido entre Homem & Deus, nasceu no espírito humano seco e corrupto. Essa ideia nojenta e nociva à saúde espiritual veio de fora (do Sistema) para dentro do povo de Deus (do Reino). Os templos foram concebidos na soberba do Diabo. Salomão nunca mais foi o mesmo homem sábio de Deus, depois de seu discurso de entrega a Deus do primeiro templo de Israel. A mente de Salomão fora cooptada pela luxúria e idolatrias de suas centenas de esposas e concubinas, a ponto de perder-se na única intimidade que ele deveria cultivar: a intimidade com o Amor maior de seu pai Davi: o Senhor Deus dos exércitos celestiais. O templo de Salomão foi erguido e foi destruído; de novo, erguido e destruído; e milhares de outros templinhos, erguidos e destruídos, em sinal de que na Nova Terra não haverá templo algum, como diz o livro do Apocalipse. O templo da eternidade será o mesmo de sempre, o templo espiritual e santo: o Espírito Santo. – Adolescentes espirituais amadurecem no Espírito Santo.
“Todo homem que tenha que talhar para si um caminho para o alto encontrará obstáculos incompreensíveis e constantes”. - Fernando Pessoa.
“Quanto maior o obstáculo, mais forte o desejo”. - Jean de La Fontaine.
Imagem: “Obstáculo no caminho”.
Imagem
“Não adianta institucionalizar a fé, o Espírito se move nas nuvens.”
Música: “Till the ground!” – Jason Upton.
Música
“Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados.” - Simão Pedro.
Examina a Bíblia! “Atos 03”
Atos 03
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Entre, o mundo interior é teu!
Neste meu mundo, dentro deste coração, você apreciará reflexões sobre a obra do Impecável Carpinteiro. Ele é aquele que não cobra pelos serviços que presta; na verdade, ele pagou ao mundo o direito de aliviar o peso do madeiro sobre os ombros de seus amigos, os viajantes da existência. Meu blog é dedicado, consagrado, a Jesus, se é que terei a honra e a competência de construir algo respeitoso ao Eterno, ao que foi morto, e agora vive. Vive e intercede por gente simples; gente que procura entender corações e mentes de outras gentes simples, modestas, espontâneas.
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quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A liberdade é o oxigênio da alma
A alma não tem segredo que o comportamento não revele. 1. Lao-Tsé.
A alma humana é como a água: ela vem do Céu e volta para o Céu, e depois retorna à Terra, num eterno ir e vir. 2. Goethe.
Virtudes vão e vêm; almas vêm e vão, não voltam. 3. Elyas Medeiros, 2010.
A alma move toda a matéria do mundo. 4. Virgílio.
A disposição de lutar contra os próprios demônios levará seus anjos a cantar. 5. August Wilson.
A humanidade é um oceano. Se algumas gotas estão sujas, isso não significa que ele todo ficará sujo. 6. Mahatma Gandhi.
A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde. 7. André Maurois.
A liberdade é o oxigênio da alma. 8. Moshe Daya.
A mente é um lugar em si mesma e pode fazer do inferno um paraíso ou do paraíso um inferno. 9. John Milton.
A mente liberta em Deus é um lugar em si mesma e pode fazer do inferno um paraíso. 10. Elyas Medeiros, 2010.
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A alma humana é como a água: ela vem do Céu e volta para o Céu, e depois retorna à Terra, num eterno ir e vir. 2. Goethe.
Virtudes vão e vêm; almas vêm e vão, não voltam. 3. Elyas Medeiros, 2010.
A alma move toda a matéria do mundo. 4. Virgílio.
A disposição de lutar contra os próprios demônios levará seus anjos a cantar. 5. August Wilson.
A humanidade é um oceano. Se algumas gotas estão sujas, isso não significa que ele todo ficará sujo. 6. Mahatma Gandhi.
A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde. 7. André Maurois.
A liberdade é o oxigênio da alma. 8. Moshe Daya.
A mente é um lugar em si mesma e pode fazer do inferno um paraíso ou do paraíso um inferno. 9. John Milton.
A mente liberta em Deus é um lugar em si mesma e pode fazer do inferno um paraíso. 10. Elyas Medeiros, 2010.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
1.4 - E da água, a terra
Aí Deus disse: Que a água que está debaixo do céu se ajunte num só lugar a fim de que apareça a terra seca!} - E assim aconteceu. Deus pôs na parte seca o nome de ``terra'' e nas águas que se haviam ajuntado ele pôs o nome de ``mares''. E Deus viu que o que havia feito era bom.
Quantas evidências tu precisas para crer em meu soberano poder criador? Tu nunca crerás em coisa alguma pelo convencimento das evidências. Evidenciar algo é comprovar com clareza intelectual e material este algo. A clareza material eu escancaro diante de teus olhos. Teus pais creram sem o auxílio do espelho; sem o auxílio da imagem. Eles não precisaram ver o rosto do natural para crer no sobrenatural. Tu és natural. O natural tem origem no sobrenatural. Como existiria o que é natural sem a vontade do sobrenatural. Te dou nada; e te acrescento catorze bilhões de anos: o que farás do nada? Tu respeitas os grandes pais da ciência, e fazes bem. Pergunto: entendes o que declaram sobre os fundamentos que dão origem ao universo a partir do `estado do nada'? Para creres em minha soberania aguardarás a intelectualidade pós-doutorada modelar a singularidade quântica originária do big-bang?
Te digo que é lícito e saudável pensar o imponderável, mas não te faz bem seres dominado pela dúvida. Hoje, quantos humildes e faltos de sabedoria científica ficariam excluídos de meu reino se o critério para nele entrar fosse o da compreensão intelectual e material da criação do universo? Ontem, quantos gênios da ciência foram aceitos em meu reino por se curvarem no humilde reconhecimento de que nada sabiam diante da próxima questão impensável. Que conhecimento existe além daquele que a ciência revelou? Queres tu entrar na eternidade para então creres nela? Tu já estás na eternidade. A eternidade é que não está em ti.
Eu te abro e te fecho a porta da eternidade com a chave que tem o tamanho da semente de mostarda: a fé. Comparei para teus pais o reino dos céus ao grão de mostarda semeado em um campo. Esse grão de dois milímetros é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore. Disse também que, se o homem tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, moveria montanhas. Pergunto: tens andado no sentido da pequena fé, que decresce vertiginosamente no mundo? Ou tens corrido a ganhar a ciência que cresce exponencialmente nos intelectos ativos? Em que sentido o esforço é mais nobre? Obter prêmios com alto grau de seletividade? Ou ser mais um nas montanhas de foto; nas pilhas de imagens que esmaecem? A importância da tua imagem que responda?
Pela fé teus pais compreenderam há cinco mil anos como criei a terra. Hoje tu tens o testemunho de fé de milhares que se foram sem ciência; tens a ciência testemunhada em montanhas enciclopédicas, mas não incorpora a fé no intelecto. Por quê? A fé deles é a certeza de que receberiam as coisas que esperavam. Ela é a prova de que existem coisas que nem tu nem eles podiam ver. A fé nasce da terra. E terra era tudo que eles tinham. Teu problema de fé é que tu não te identificas, no teu intelecto, com o conceito de terra. A árvore só é árvore porque veio de uma semente na terra. Tua vida só será vida quando vier da fé plantada na humildade. Então, é assim: a vida é árvore; a fé é semente da, e para, a árvore; terra é o humus para a semente; humus de humildade é o substrato da fé. Não existe árvore sem semente e sem terra. Não existe vida sem fé e sem humildade. Sem fé tu estás morto na eternidade. Sem fé tu precisas nascer de novo. Sem fé, a eternidade não prospera em tua vida.
Eu fiz a terra para ela prosperar; para te abastecer de coisas que amadurecem. Só amadurecendo tu te reassemelhas a mim. O engano pôs dúvidas na cabeça de teus pais na fé. Tu és herdeiro de dúvidas. Herdaste a incapacidade de alma para trabalhar a fé-semente que faz crescer a árvore frutífera de tua vida. Contudo, como pus a areia como limite do mar, um limite permanente que ele nunca poderá atravessar, pus meu limite para a falta de fé. O mar fica bravo, mas não pode avançar; as ondas rugem, mas não podem passar do limite que estabeleço. Percebes que sem fé é impossível agradar-me? A fim de me agradar, tu tens que crescer tua árvore. Tua árvore tem que crescer frutos que me agradam. Tu darás fruto quando sobre ti eu precipitar minha preciosa água. Minha chuva faz que prosperes sobre a terra. Ela limita a sequidão que sufoca tua fé. Desejas chuvas de bênçãos sobre tua vida? Desejas uma humilde fé na terra?
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
PARA OS QUE NÃO LIGAM PRO CÉU,
O Senhor vai abaixar teu mar morto até alcançá-lo.
Um cara celestial. Outro dia, tive uma conversa muito elevada com um colega de vôo, de nome Celso Omar Perpétuo. Nosso assunto combinava com seu sobrenome, Perpétuo, que significa eterno, o que dura para sempre. Eu queria falar-lhe sobre céu, pois este é meu assunto predileto, como você já sabe! No começo do papo, meu interlocutor não demonstrara grande interesse pelo tema. Ele parecia conhecer tudo de imortalidade, pois não demonstrava receio algum de estar em um avião a 10 km de altitude. Mas, tudo bem. Ele parecia um cara 10, meio celestial de bacana! Pensei que seu desinteresse em dialogar estivesse ligado à complexidade do assunto. Este é um tema difícil mesmo! Difícil e improvável, porque não dá para provar, para demonstrar a eternidade, pelas leis da física, é claro! Falar de céu ou eternidade é coisa rara, raríssima, em nossos dias.
Um cara celestial. Outro dia, tive uma conversa muito elevada com um colega de vôo, de nome Celso Omar Perpétuo. Nosso assunto combinava com seu sobrenome, Perpétuo, que significa eterno, o que dura para sempre. Eu queria falar-lhe sobre céu, pois este é meu assunto predileto, como você já sabe! No começo do papo, meu interlocutor não demonstrara grande interesse pelo tema. Ele parecia conhecer tudo de imortalidade, pois não demonstrava receio algum de estar em um avião a 10 km de altitude. Mas, tudo bem. Ele parecia um cara 10, meio celestial de bacana! Pensei que seu desinteresse em dialogar estivesse ligado à complexidade do assunto. Este é um tema difícil mesmo! Difícil e improvável, porque não dá para provar, para demonstrar a eternidade, pelas leis da física, é claro! Falar de céu ou eternidade é coisa rara, raríssima, em nossos dias.
Na verdade, eu não sei se houve na história da humanidade, nesses 6000 anos de homens tipo o Adão da Eva, um período em que as pessoas se apaixonassem por falar de céu. Houve grupos, pequenas comunidades, que valorizaram ao extremo o assunto céu e eternidade. Mas eles foram sufocados, mortos até. Parece que o estilo de vida daquelas pessoas altruístas assustava os outros que não conseguiam ver, experimentar, o que estava no mundinho interior daquela gente esquisita. Aí, o povão se aborrecia, ficava assustado, achando que fé era coisa de fantasmas, e queimavam, e destruíam aquelas pessoas que tinham uma visão profunda, superior, improvável. Creio que os seres, que não crêem de forma tão transcendental assim, são denominados agnósticos: “– Se não consigo provar Deus, não creio em Deus.” É mais ou menos assim que sectários pensam e defendem.
Mas, o meu companheiro Perpétuo, não era nem uma coisa nem outra. Ele não sacava fé, nem ensacava as consequências da falta de fé. Fé é crer confiando no que não se prova. Omar ia tocando o barco dele. Barco não; avião, neste caso! Ele era o tipo do camarada tranquilo. Na cabeça dele parecia haver só pensamentos serenos. Ele não mostrava qualquer tipo de estresse. O sujeito aparentava ter a idade e o comportamento do Brasil: uns 500 anos, sentado eternamente em poltrona esplêndida, digo, ele, sentado; o Brasil, deitado. Omar não exibia ondas de preocupação com o tempo de vôo. Fiquei intrigado com tanta calma. Seu sossego combinava com seu nome de família, combinava com um céu perpétuo, um reino perpétuo, um mar perpétuo! Mas, senti certa pena na indiferença do Perpétuo. O cara não demonstrava estar interessado por atividades profissionais, por formar uma rede de relacionamentos para sermos mais bem sucedidos no business do dia a dia, por exemplo.
Uma idéia de céu. Fiz o que pude para sintonizar Omar nas minhas ondas sonoras. Contei o que sabia sobre rios, terra e ar. Expliquei um tanto de estudos estratégicos que a gente faz no escritório para ajudar as pessoas a viverem bem no futuro; preservando os oceanos, as florestas e a camada de ozônio. Enfatizei que a idéia é manter tudo limpinho e bem bonito, para que as próximas gerações possam desfrutar de um planeta azul, verde e amarelo. Expliquei conceitos de sustentabilidade ambiental e outros de responsabilidade social. Mas quando eu comecei a articular a respeito de sobrevivência eterna no céu, o Perpétuo ficara perplexo. Era como se eu fosse um alienígena; como se eu fosse a única pessoa naquele avião com a cabeça nos ares. Então, ele percebe que fico meio abalado por seu aparente atordoamento e se dispõe a corresponder-se com meu monólogo.
Muito diplomaticamente, o companheiro de bordo, o Celso, resolveu fazer-me perguntas sobre céu. Foram perguntas poéticas; aparentemente simples, mas de grande profundidade! Tão profundas como o fundo do mar. Tão extensas quanto a linha do horizonte que eu avistava pela janela à minha esquerda. Perguntas que me fizeram crer ainda mais nessas coisas fluidas, invisíveis; coisas do coração, do interior da gente. Eis a seqüência de perguntas do Celso Omar Perpétuo no tocante a céu. Céu é um lugar de felicidade, tipo o paraíso ensinado pelo Impecável Carpinteiro da Galiléia (aquela terra pobre da antiga Palestina, onde Jesus passou sua infância aprendendo a falar de céu a marmanjos como eu e o colega Celso):
– Seria céu um lugar além das regras religiosas, essa capa acusatória da boa liberdade inventada pelo Criador?
– Estaria o céu muito acima de toda a competição mundana, onde os fatos e a ficção convivem em harmonia?
– Seria o céu um lugar não compartimentado em classes sociais, em cores de pele e em estilos de crença?
– Seria o céu um ambiente de transparência, onde não se consegue esconder um mau caráter ou um arrogante espiritual?
– Seria o céu um abrigo para os abandonados de amor, para os desesperados por esperança?
– Tem violência no céu? Têm paredes no céu? Tem de ter senhas, carimbos e diplomas pra entrar lá? Têm chefes no céu? Têm bancos de dinheiro, congressos de políticos, e quartéis de destruição no céu?
– Quanto se paga para entrar no céu? O que você deve botar na mala para usar no céu? Tem selva para bestas-feras no céu?
O Perpétuo parecia ter ensaiado aquelas perguntas sobre céu. O cara sabia tudo na ponta da língua. Tudo o que ele não sabia ele organizara em belíssimas perguntas inteligentes. Fiquei com a impressão de que seríamos amigos por muito tempo; por toda a eternidade mesmo! Eu havia encontrado um cara como eu; um investigador de coisas fluidas, como a alma da gente. Pois fora lançando perguntas ao ar que fui achado pelo homem-resposta da minha vida: Jesus! Sendo um insistente diante da improbabilidade de ser feliz, encontrei o maravilhoso amigo da minha alma inquieta: o Carpinteiro!
Um som celestial. Recordei-me das inúmeras viagens rodoviárias entre Pirassununga (onde eu fui cadete-do-ar no final dos anos de 1970) e o Rio (onde eu morava e havia sido camelô de trem no começo da mesma década). Eu encostava o rosto na fria janela de vidro do ônibus, olhava o escuro do céu lá fora, e interrogava no vazio o porquê da minha existência fria. Uma existência voada, descolada demais de lindas realidades! Por que estudar, trabalhar, casar, construir, e...? E o que mais? E aquela pergunta fria a respeito da apavorante morte do amigo Fogaça? Onde estaria o cadete-do-ar, cuja tarjeta no peito escrevia Fogaça? Para que voar, e se despedaçar do céu daquele jeito? Para que sonhar em ser grande, voar altaneiro, se o destino iria surpreender? Onde estaria meu amigo? Será que ele havia sonhado os sonhos do Eterno e desejado o céu? Ou será que ele só contemplara os sonhos efêmeros de uma existência temporal? Será que a imortalidade fazia parte de seus ideais? Será que ele escondia no coração uma relação amorosa com o Pai do céu? Não me cabe ter respostas. Só me cabe ter perguntas e induzir meus companheiros, neste resto de vôo da vida, para que questionem sua própria existência. Questionando, é provável que não sejamos questionados; mas, confirmados...! Minha esperança está em ser admitido, em ser convidado para entrar no céu. – E a sua esperança, meu caro Perpétuo, em que está fundamentada? Pensei comigo...
Não tive necessidade de responder as inteligentes colocações do companheiro Celso Omar. Aquele era de fato um vôo de coincidências celestiais. Pois, enquanto o aeroporto se aproximava, numa localidade de um vasto mar aberto, o Omar, na poltrona da direita, teve o encanto de poder ouvir de meu pequeno MP4 uma mensagem celestial de enorme alcance, que tocava num fonezinho no meu ouvido esquerdo. A canção reproduzia perguntas muito semelhantes às do Celso. O cantor executava uma coisa do céu, sô! Por acaso, justo quando ele fazia as perguntas sobre céu, tocava a canção do irmão Dennen na minha orelha próxima a jenelinha do avião. O cantor (que soa como um bêbado pelas coisas fluidas da eternidade) entoava uma hino magistral: Heaven!
Perpétuo mais que depressa colocou os fonezinhos no ouvido dele e curtiu nos ares um som absolutamente, elevadamente celestial: Heaven. – E você, querido seguidor, o que está esperando pra colocar os fones também? Voe um pouquinho ao céu de Brett Dennen. Ele canta esperança celestial, esperança que nos alcança ainda que sentados neste avião da vida, ou deitados, como desmaiados da esperança terrenal.
Heaven
Brett Dennen
Beyond the rules of religion / The cloth of conviction / Above all the competition / Where fact and fiction meet.
There's no color lines or casts or classes / There is no fooling the masses / Whatever faith you practice / Whatever you believe.
Heaven. Heaven. / What the hell is Heaven? / Is there a home for the homeless? / Is there hope for the hopeless?
Throw away your misconceptions / There ain't no walls around heaven / There are no codes you gotta know to get in / No minutemen or border patrol
You must lose all earthly possession / Leave behind your weapons / You cannot buy your salvation / There is no pot of gold
Heaven. Heaven. / What the hell is Heaven? / Is there a home for the homeless? / Is there hope for the hopeless?
Heaven ain't got no prisons / No government no business / No banks or politicians / No armies and No police.
Castles and cathedrals crumble / Pyramids and pipelines tumble / The failure keeps you humble / And leads us closer to peace.
Ah Heaven. Heaven. / What the hell is Heaven? / Is there a home for the homeless? / Is there hope for the hopeless? / Is there a home for the homeless? / Is there hope for the hopeless?
Um pouso celestial. O avião pousa. Ouve-se o destravar de dezenas de cintos de segurança. Todos se sentem seguros agora. Achei aquilo meio contraditório: não se está mais seguro quando se está nos ares? Próximos ao céu! Por que nos sentimos seguros em terra firme? E inseguros nos ares? O que dizem as estatísticas de acidentes aéreos? Por acaso elas não apontam que o avião só perde para o elevador, em matéria de segurança? Avião tem asa, gente! Deixe de bobagens! Relaxe e voe! Aprenda uma coisa: tudo que tem asas é seguro! Passarinhos, aviões e anjos (de asas) são seguros. Foram feitos pra voar. Você gostaria de ser um dos três? Dá pra ser passarinho? Avião? Não dá. Dá pra ser anjo? Claro que dá! Mas isso é assunto para outro vôo.
O Celso ainda ouvia e cantarolava Heaven. Ele parecia em transe! Como se não percebesse as pessoas do fundo do avião passando à nossa frente, naquele corredor estreito, em direção a porta larga da frente daquele jumbo de asas metálicas. “– Ô Celso! Vamos nessa, companheiro. Olhe o mar lá fora!” Tive de despertá-lo para a realidade da terra firme em que estávamos. Éramos algumas dezenas de pessoas, cada qual com seus compromissos a serem resolvidos em definitivo, em uma grande cidade próxima ao mar. Acho que era a cidade do Rio. “Mas que mania que eu tenho de visitar o Rio! Eu nasci no Rio, mas sou de Minas agora, sô!”
Ao chegarmos próximos à saída larga do avião, aeromoças na porta, uma de nome Maria, outra, chamada Marta, nos dão um celestial sorriso, como que desejando-nos uma maravilhosa estada na cidade do Rio. Elas dizem: “Senhores! Por aqui, por favor! E tenham um excelente show!” Se apressaram a dizer enquanto apontavam-nos uma saída alternativa do avião; era uma porta estreitinha, por onde apenas nós dois, Celso e eu, os últimos passageiros estavam sendo desembarcados. “– Show, que show?”, pensei comigo. “Esta é uma cidade maravilhosa, eu sei! Mas, shows têm em qualquer cidade. Será que tem algum espetáculo imperdível acontecendo, que eu devesse me informar, e arrumar um bilhete de participação na festa?”
Uma festa celestial. Não precisei abrir a boca para perguntar mais essa. O Perpétuo parecia um decifrador de pensamentos. Ele foi logo dizendo...: “A banda do Chris Tomlin está na cidade. Eles estão acompanhando o famoso palestrante de nome Lázaro. O Lázaro fala e eles cantam. É um show! Você conhece a história do Lázaro?” Antes que eu batesse a cara numa coluna do aeroporto, de bobo e tonto que fiquei com a notícia, o Celso foi explicando em detalhes o motivo da alegria das aeromoças, Maria e Marta, com a festa que daria o palestrante Lázaro e a banda do Chris, em um enorme palco às margens do mar:
“Estava enfermo certo Lázaro, de um bairro próximo ao rio Jordão. O Jordão, que significa ´aquele que desce´, deságua num mar morto; morto porque está 390m abaixo do nível de outros mares. Lázaro era irmão de Maria e de Marta. Como eles eram muito amigos do Carpinteiro (embora este estivesse distante em outra cidade) as irmãs mandaram mensageiros para dizer-lhe: – `Senhor! Está muito enfermo aquele que você ama! Venha depressa ajudar-nos, por favor!`
“Mas o Carpinteiro se ocupara com outras urgências, e Lázaro veio a falecer daquela enfermidade.”
“Tendo passado quatro dias da morte do amigo, o Carpinteiro foi ao encontro do morto e ao encontro das vivas, a fim de restaurar as feridas em seus corações entristecidos. Especialmente naquele caso, da morte de um irmão muito querido!”
“Chegando, pois, o carpinteiro Jesus, nas proximidades do cemitério onde Lázaro jazia, eis que ele atrai a atenção de centenas de pessoas, inclusive das irmãs Marta e Maria; pois Jesus era tido como médico, restaurador da saúde de pessoas em estado terminal. As irmãs ficaram sem entender porque ele se demorara tanto para socorrer Lázaro.”
“Quando Jesus é avistado por elas, as irmãs chorosas lhe dizem: `Senhor, se você estivesse aqui, meu irmão não teria morrido!´ Disse-lhes Jesus: `Teu irmão vai ressuscitar. Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, vai viver. E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca vai morrer. Vocês crêem no que digo?”
“Jesus, vendo que as pessoas choravam de saudades de Lázaro, comoveu-se e chorou também com eles... Este foi um gesto único na história; um carpinteiro e centenas de pessoas, todos chorando por um único morto há quatro dias enterrado.”
“Então, Jesus começa a andar em direção ao túmulo, que era uma caverna com uma pedra enorme tapando a entrada para o cheiro de defunto não escapar... Pára na frente da pedra, e diz com autoridade para um tanto de homens fortes: ´Removam esta pedra da boca dessa caverna que prende meu amigo Lázaro!´”
“Todos permaneceram imóveis e incrédulos diante daquela ordem do carpinteiro. Mas uns poucos destemidos se voluntariaram, e fizeram uma força de gigante para destampar a morte, digo, a caverna que prendia um amigo de Jesus.”
“Então, Jesus olha para o céu, pede que o céu se abaixe até aquelas pessoas poderem voar na fé, e dá uma ordem direta, bem na cara da morte: `Morte! Solta o Lázaro! Lázaro, larga a morte? Venha Lázaro, para fora dessa caverna escura e fria! Sou EU quem está mandando! Pode vir!”
“– O resto dessa história verdadeira você já sabe, né, Doutor Camelô? Essa é a festa que as aeromoças se referiram na porta do avião! Lázaro foi ressuscitado pelo Carpinteiro perto daqui, do Rio. E ele está na cidade do Rio para uma grande festa com a banda do Chris Tomlin. Eles até fizeram essa música que eu estou escutando em seu MP4. Logo depois da música Heaven, entrou essa, chamada: God Of This City. O Chris e a turma dele (um milhão de seguidores) vão tocar essa música até o sol raiar aqui no Rio. Encontro você lá, na porta do show às 24h01min. Não se atrase!”
Uma surpresa celestial. Eu fiquei extra-abestalhado com mais essa coincidência que permaneci mudo, uns 30 segundos, enquanto o Perpétuo se afastava em direção a um taxi branco, tipo limousine de ricaço. Aí, meio que acordando de um sonho, me pego gritando ao Celso que já ia longe: “Ô Celso, como posso te achar em meio a milhares de pessoas na festa do Cristo, quero dizer, do Chris!” E o Celso, responde com uma voz "Christalina" que mais parecia de um anjo do céu: “Procure pelo céu, sô, o mar perpétuo!” Desmaiei!
God of this city
Chris Tomlin
You're the God of this city / You're the King of these people / You're the Lord of this nation / You are
You're the Light in this darkness / You're the Hope to the hopeless / You're the Peace to the restless / You are
There is no one like our God / There is no one like our God /
For greater things have yet to come / And greater things are still to be done in this city / Greater thing have yet to come / And greater things are still to be done in this city
You're the God of this city / You're the King of these people / You're the Lord of this nation / You are
You're the Light in this darkness / You're the Hope to the hopeless / You're the Peace to the restless / You are
There is no one like our God / There is no one like our God
For greater things have yet to come / And greater things are still to be done in this city / Greater things have yet to come / And greater things are still to be done in this city
Greater things have yet to come / And greater things are still to be done in this city / Greater thing have yet to come / And greater things are still to be done here
There is no one like our God / There is no one like our God
Greater things have yet to come / And greater things are still to be done in this city / Greater thing have yet to come / And greater things are still to be done in this city
Greater things have yet to come / And greater things are still to be done in this city / Greater thing have yet to come / And greater things are still to be done here / Greater things / Greater things / Greater things
Palmas para o Eterno das grandes coisas ainda porvir nesta cidade, do lado de cá do Rio!
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quinta-feira, 12 de março de 2009
PARA OS QUE TÊM POUCA FÉ,
O Senhor é a minha loucura.
Querido Carpinteiro da minha existência:
O Senhor é a minha loucura; minha insensatez. Nosso relacionamento foge às normas do mundo exterior. Colegas agnósticos se convencem da impossibilidade da prova de sua existência. Não haveria dificuldade alguma deles se relacionarem com o Eterno, apenas precisariam do "ambiente laboratorial" adequado. A primeira condição, não satisfazem: a existência de uma "sala limpa", de um coração limpo, sem o qual a "qualidade do ar e o nível de contaminantes" mascaram os resultados da prova.Entendo que aqueles que se empenham em te seguir (como este Camelô Insistente) estão enlouquecidos, pois desprezamos as "condições de contorno" do mundo exterior. Para nós basta a sala limpa do mundo interior. Ali o Senhor se manifesta indelével, irrefutável, absolutamente real e fiel aos nossos "experimentos" da alma. Não importa o rótulo de louco ou fanático colado nos alunos do mestre? Em nosso mundo interior, em nossa escola, o que manda é a liberdade da convicção.
Seus ensinamentos (há muito tempo) são loucura para os colegas do mundo exterior. Por conta da escuridão que bloqueia esses nossos dois mundos, os colegas de fora precisariam de um tanto de clara luz para enxergar a realidade de nosso relacionamento. O mistério que nos faz te ver e sentir depende da candeia estar acesa e colocada em lugar de destaque. Seus seguidores são a luz do mundo, exemplos de vida colada à tua. Seus alunos carregam consigo o sal da terra. Eles não são insípidos. Ainda que em desuso, seus conteúdos morais, atrelados em suas vidas, enriquecem o coração e as mentes dos amigos de fora.
Mas quantos se dispõem a serem sal da terra? A viver uma vida de sentido elevado, de amor a ti e amor ao próximo? Desprezam o caráter, rejeitam a essência do criador. Não estão dispostos ao clamor, ao choro ou ao pedido de socorro. Não se elevam ao ridículo do baixinho Zaqueu, o rico cansado da desonestidade e que teve a coragem de olhar de cima de uma árvore para baixo - e ver o Senhor passando em meio à multidão. Eles desprezam o domínio de si em favor de ti e de mim ou de quem quer que seja. O mundo interior dos que nos rejeitam está muito ocupado com a riqueza que engana o ego - fútil vaidade do poder e do consumo de coisas.
É muito lamentável que o poder do mundo exterior, com a ciência das leis da física, não relativizem a descrença dos colegas de pouca fé. O Senhor, quando circulou nas estradas poeirentas do mundo de lá (incluindo o vilarejo de Nazaré ou Galiléia), deu muitas provas do improvável. Outros colegas camelôs, seus discípulos transformados, que aprenderam o código do caráter do Senhor, se empenharam na semeadura do sal. Mas eles (os que entendem de dogmas, não de relacionamento) os mataram no mundo exterior. Não lhes permitiram serem loucos de amor por ti aqui dentro... em nosso mundo interior. Desconhecem ou desprezam a eternidade da alma. Não avaliam que mesmo na opção da incredulidade, não se ausentarão das reais contas que se acumulam até que a lâmpada se apague no templo de sua incredulidade.
A fé não se explica, meu insistente Camelô... se vive!
Pois quem deu crédito à abundância de convites à ela?
Como alertaram muitos que te antecederam,
Isaías, o profeta, cerca de 5 séculos antes da manifestação deste Carpinteiro, assim disse:
- Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou a realidade do Senhor?
- Porque o Carpinteiro foi se manifestando ao Pai, como um broto no toco que sobrou da árvore frondosa da vida,
- E como raiz crescida em uma terra árida, ele não tinha beleza alguma.
- Olhando nós para ele, não era sua aparência que nos movia.
- Ele era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; era homem de dores e experimentado no trabalho árduo.
- Como um de quem os homens evitavam o rosto, era desprezado; e não fizemos caso algum dele.
- Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades da alma, e as nossas dores levou sobre si;
- Nós o consideramos como o aflito, o ferido do Criador, e o torturado.
- Mas ele foi ferido por causa das nossas próprias desobediências; foi moído por causa de nossos próprios crimes.
- O castigo que merecemos, ele transformou em paz imerecida; e assim sarou-nos as feridas;
- Todos nós andávamos errantes como ovelhas perdidas pelo mundo do perigo;
- Cada um de nós se desviava pelo seu caminho de vontades próprias;
- Mas o Pai fez cair sobre ele a nossa maldade cega.
- Ele foi humilhado e torturado, mas não abriu a sua boca.
- Como um cordeiro, foi levado para ser morto e virar alimento de ser humano.
- E como uma ovelha muda diante de seus tosquiadores, tudo suportou em silêncio.
- Cortaram-lhe da terra dos que vivem externamente.
- Pela rebeldia de um povo escolhido para ser feliz, ele foi gravemente sacrificado.
- Puseram a sua sepultura com os ricos que não crêem;
- Ainda que ele nunca tenha cometido injustiça, nem houve mentira na sua boca.
- Todavia, ao Pai agradou moê-lo, fazendo-o absorver a culpa que é nossa.
- Assim, quando a sua natureza for vivida pelos seus seguidores, a delícia do relacionamento com o Pai será de muitos.
- Ele verá o fruto do trabalho da alma dele, e ficará muito satisfeito;
- Pois milhares de milhares o têm declarado publicamente como o maravilhoso, o Deus forte, o eterno e o pacificador de nossos mundos acabados pela incredulidade e egocentrismo.
Isaías 53
Quatro por Um
Ele levou sobre si nossas enfermidades
Ele levou sobre si as nossas dores
Ele que foi ferido por nossas transgressões
E o castigo que nos traz a paz
Estava sobre ele
E pelas suas pisaduras nós fomos sarados
Jesus, Jesus, não há outro nome no mundo
Que eu possa querer
Jesus, Jesus tomou meu lugar
Pra que eu não precisasse morrer
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