Entre, o mundo interior é teu!

Neste meu mundo, dentro deste coração, você apreciará reflexões sobre a obra do Impecável Carpinteiro. Ele é aquele que não cobra pelos serviços que presta; na verdade, ele pagou ao mundo o direito de aliviar o peso do madeiro sobre os ombros de seus amigos, os viajantes da existência. Meu blog é dedicado, consagrado, a Jesus, se é que terei a honra e a competência de construir algo respeitoso ao Eterno, ao que foi morto, e agora vive. Vive e intercede por gente simples; gente que procura entender corações e mentes de outras gentes simples, modestas, espontâneas.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

1.1 - Ainda, nenhum ser vivente

No começo, Deus criou os céus e a terra. A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar; E o Espírito de Deus se movia por cima da água.

No começo, como hoje, tu ainda não és integrante ativo de meu universo preferido. Tua terra é uma ante-sala de minha casa. Este teu provisório meio ambiente tem duas portas: a de entrada, onde está tua infância; e a de saída, com teu destino, aonde tu irás. Uma e outra vão se distanciando à medida que eu concedo o escoar do tempo de tua vida. Certo, contudo, é que estabeleci dias e eventos para teus tempos de barco em forma de corpo. Dirijo o show de tua vida. Governo o auditório que te assiste. Digo quando devem aplaudir e quando te atirar pedras. De olhos vendados, conduzes teu barco. Teu barco é teu palco, mas o rio e o show são meus. Me admiro que tu só te ocupas em remar, em desempenhar, em gastar a energia que não é tua; mas, minha. Tu não te importas em saber de onde veio, nem aonde remas. Por que tu não te remetes à tua fonte, onde te gerei? Por que não paras e pensas em teu destino? O rio da tua vida é que escoa, que avança. Basta reconhecer que o que é, já passou. O que será, será; ainda não entrou em teu palco móvel. Em teu último episódio, tu terá a mim.

Consideres teu encontro próximo comigo. Ao menos indagues sobre o que te espera a jusante de teu curso. O que queres? Uma queda brusca ou uma eclusa suave? Não te importas com precipícios? Não desejas ser elevado? E o continuar navegando em novas águas? Preferes a reconstrução ou a destruição de teu palco? As águas de meu trono são elevadas. Águas altas são de montanha; e são puras. Moro sobre montes. E todas as águas são minhas.

Pela minha palavra fiz todas as coisas. Tu pensas que as civilizações constroem alguma coisa? Não constroem. É minha palavra que autoriza e instrui qualquer construção. Tu te acostumastes com palavras substantivas, que definem e acentuam coisas. Essas apenas enunciam ou compõem, mas não criam coisa alguma. São palavras de show; apenas denotam imagens de teu palco; não são reais. Tudo o que é meu é real. Em meu mundo, até o teu imaginário pode ser real conforme minha vontade. As palavras de teus semelhantes trazem engano. Minha palavra é real, pois é a correta verdade. Nada do que existe foi feito sem minha palavra.

As escrituras, contendo minha palavra, informam que criei a terra. E com minhas próprias mãos fiz os céus. Fiz o céu natural, regido por minhas leis físicas, para abrigar a química dos recursos naturais necessários à tua vida na terra. E fiz o céu sobrenatural, regido por minhas leis metafísicas, para hospedar tudo o que é real, como o amor. Pela minha ordem foram estabelecidos o sol e as estrelas das galáxias; a esses dei luz própria. No cosmo também assentei a terra, os astros e toda matéria semeada em seu espaço; esses têm luz emprestada quando desejo que brilhem.

Catorze bilhões de anos estimam a idade da luz que vês em meu céu. Minha idade, ou o tempo em que me exponho visível, é suficiente para creres que existo? Teus semelhantes estão aos poucos aprendendo a ler a dimensão temporal da eternidade. Muitos têm dificuldades com minha infinitude, mas eles também não se importam se encerro o tempo de suas consciências; ou se termino o tempo de pessoas e de suas coisas sem lhes consultar. Eu ajo finita e infinitamente. Escolho a dimensão e a defino. Digo quando começa, digo quando termina. Sou meio, sou apoio e sou fim de tudo o que criei. Eu te criei, não criei?

Observe os mares, eu juntei suas águas num só lugar. Guardei os oceanos em reservatórios. Eu meço a água do mar com as conchas das minhas mãos. Eu ajusto os contornos do universo na proporção mínima de meus dedos. Além de tua terrinha, onde mais eu pus água? Três quartos de ti são água. Três quartos de teu planeta são água. As coincidências são minhas. Eu te faço pensar. Se não pensas, não existes. Penses o número de vasilhas de terra que usei para fazer teu planeta mutante. Penses no peso das montanhas de sílica e carbono. Por que tudo é tão preciso, tão certo? Sou perfeito, e tu? O que fazes da perfeição que criei em ti? Penses.

Que toda a terra aprenda a temer o seu criador, pois ele é o senhor único. Que todos os habitantes de teu mundo aprendam a temer quem lhes deu o meio em que vivem, pois eu sou o dono da terra. Sabes o que significa temer? Procures revisitar teus conceitos herdados de culturas de sociedades mundanas. Queres saber os contornos da ausência de temor ao criador do mar? Penses em nadar mar adentro em noite sem luar. Nades a braçadas na direção da linha cinzenta do horizonte. Não penses em retornar à praia. Não te arrependas. Afinal, teu coração fechou-se ao arrependimento, não fechou? Sigas engolfando-te nas ondas contrárias até não mais suportar o peso de braços que nadam a dor. Não havendo mais o mínimo pulsar de energia em teus músculos e brônquios, penses então em voltar ao pó da areia. Onde estão a força e a orientação? Desapareceram? Resta-te a imagem mental do abismo abaixo. Do abismo de cima, não há tempo para o socorro. Te restam a fria, negra e densa escuridão a sugar teus pés. E agora? Só afundes, rendendo-te incontinente ao titânico abismo que te inunda. Conheces-te algum suicida deste tipo de morte? Por que será que até o engano de mentes depressivas teme as regiões abismais? Eu criei o abismo. Para quem te criei? Para quem criei o abismo?

Desde que inseri a luz na escuridão, que significa o tempo da criação comparado ao intervalo de teus anos de barquinho no rio da vida? Um teu semelhante, o geocientista Eicher, elaborou o seguinte exercício: imaginou comprimir em um só ano os 4,5 bilhões de anos geológicos da terra. Nesta escala de tempo, as rochas mais antigas (3,6 bilhões de anos) teriam surgido apenas em março. Os primeiros seres vivos (3,4 bilhões de anos) apareceram nos oceanos em maio. As plantas e os animais terrestres surgiram no final de novembro (400 milhões de anos atrás). Os dinossauros dominaram os continentes e os mares nos meados de dezembro, mas desapareceram no dia 26 (de 190 a 65 milhões de anos), mais ou menos a mesma época em que comandei o elevar das montanhas rochosas. Os humanóides (muito diferentes de você em inteligência) apareceram em algum momento da noite de 31 de dezembro (a 11 milhões de anos). Roma, então, governou o mundo durante 5 segundos, das 23h:59m:45s até 23h:59m:50s. Colombo descobriu a América (1492) 3 segundos antes da meia noite, e a geologia nasceu (1795), há pouco mais de 1 segundo antes do final desse movimentado ano. Quanto tempo mesmo você viverá em teu barquinho?

Na escritura está dito que em seis dias eu fiz o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles, mas no sétimo dia descansei. E que, por isso, abençoei o sábado e o separei para ser um dia santo. Como eu concluí a criação em seis dias, em que dia tu estás vivendo? Em que dia vivem todos os teus semelhantes? Quando criei o homem e a mulher, teus pais originais? Você e esses teus pais vivem todos no meu sétimo dia? E os sepultados, em que dia estão? O que é descanso? O que é bênção? O que é sábado? O que é dia santo? Para que mesmo eu te criei? Para tu descansares comigo em meu sábado? Ou para morreres no abismo? Que fração de tempo tu silenciarás quando eu te interrogar em juízo? Sou eu teu pai, teu Deus ou teu juíz? Descanses por enquanto, o dia que se chama hoje é sábado. O dia do descanso é um tempo para pensar, tempo de amadurecer; de tomar decisão de justiça ou injustiça, de distinguir a realidade dentre muitas imagens; e partir, para me encontrar.

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1.0 - O que existe foi criado

Teus pais muito se esforçaram para me atribuir um nome. Assim como eles, tua natureza exige que pessoas, animais e coisas sejam designadas por palavra. Atribuir nomes a manifestações visíveis, ou não, é uma tarefa especial dos que usam a inteligência com grande disciplina; não é uma tarefa fácil.

Esqueça por um momento que céu é céu, mar é mar, terra é terra, luz é luz. Faça-te um cego neste mundo; morra sem partir; renuncie o que aprendeste; recolha-te ao teu mínimo, ao mínimo que não construíste, nem pediste. Então, que nome tu me dás se me manifesto a ti como o mais poderoso entre teus semelhantes? Que palavra tu usas para designar-me se me apresento como alguém que tu prossegues desconhecendo? Se te digo que me nomeiam por Luz, o cientista dirá que sou fonte de radiações eletromagnéticas que sensibilizam o teu olho. O espiritualista; que esclareço, ilumino e guio tua alma em caminhos obscuros. O poeta me romanceia como a fonte do saber que desvenda tuas emoções. O sábio te alertará que há claridades refletidas por corpos que não são fontes de luz.

Pergunto: olhando a imagem, você distingue um planeta de uma estrela? Ambos são vistos por causa da luz. Qual deles é fonte da luz? Um é negro, lúgubre, sinistro; contudo brilha, emprestando raios da fonte luminosa. Onde está a verdade sobre a luz? Teus pais, que há muito, cerraram os olhos à luz natural, puderam fundamentar a ciência que hoje tu teorizas, e pouco caso fazes tu da escritura de conhecimentos transferida por teus pais.

A sabedoria, um conhecimento justo das coisas divinas e humanas que te guia, chega a ti graças às gerações que te antecedem. Reconheças que muito pouco sabes de você e por você. O que entendes, não vem de ti, mas de alguma luz ou reflexo de luz. Aliás, sem me conhecer, tu permaneces falto de educação quanto ao céu, ao mar, à terra, e quanto à luz; de onde teu corpo veio e para onde retornará turvo. Mais trágico, sem conhecimento de si e de mim tu não poderás saber para onde irás ou onde estarás daqui a pouco. Mas, alguns, não muitos, de teus pais, te deixaram sensatez suficiente e necessária para orientar-te a vida, antes que a luz se apague numa dimensão de teu templo, o tempo.

O autor que te escreve é pessoa comum entre os mortais. Já o personagem que te fala é representação de Javé Moisés. Ele é o Eu Sou o Que Sou. Na tua Bíblia, em hebraico, Javé é o nome de Deus. Moisés é nome bíblico, significando O Que Dá a Luz. E Deus tem poder para te lançar e te retirar das águas, assim como fez com Moisés, que das águas foi tirado e criado por filha de rei egípcio, até que chegasse à plena intimidade com seu criador. Moisés ensinou e conduziu um grande povo de Deus, o Senhor, à terra prometida. Ele escreveu e viveu a essência do livro de Gênesis, onde tudo começa e auxilia teu recomeço. Todos os parágrafos do autor são representações sincera, não contendo cera nem maquiagem, sem imagens pré-concebidas do personagem que é o começo, o meio e o fim de todas as coisas. Então, recomeçando ...

Separei para ti parte do que mandei escrever há mais de três mil anos a um grupo escolhido de teus pais. Muitos, milhares de milhões deles, não desenvolveram a capacidade de enxergar a verdade, pois a verdade tem conformidade com o que é real, e o real não é aquilo que se vê mediante a luz de terceiros. O que se vê sob luz estranha é imagem; é representação gráfica, plástica ou fotográfica de pessoa ou de coisa. Pergunto: em que tu mais desejas te espelhar e seguir: em coisas ou em pessoas?

Imagem, em geral, tem o propósito de te fazer ver coisas e pessoas sob a perspectiva de quem viu, pensa que viu, ou é sincero no que viu. O fato de veres e descreveres igual imagem vista pelo observador não credencia a imagem. A ciência de teus pais se instrumentalizou com tecnologias a ponto de estas provarem para ti que imagens podem ser construídas em laboratórios; e que laboratórios seguem fórmulas com objetivos determinados. Portanto, todo cuidado é pouco com as imagens que você acredita ver, e confia teus olhos para te guiarem a alma. Tua alma reúne características essenciais à tua percepção e ao teu pensamento. Tua alma empresta vida ao teu corpo. Teu corpo é um edifício. Tu apenas habita aí por um tempo.

Esteja atento aos conceitos. Eles representam coisas ou pessoas pelo uso do pensamento. O conceito se apóia nas características superficiais das coisas e das pessoas. É o teu pensamento que vai fundo; que penetra o invisível das coisas e das pessoas. Lembre-se que sobre conceitos tu podes ser questionado por mim já no teu próximo minuto; e serás, em apenas cem anos, com toda a certeza. Sobre tua conduta diante de imagens te lançarei perguntas de juízo, e sei quando você não diz a verdade, pois o real é conforme à realidade de um rei. O criador de teus olhos é rei. Rei é soberano. Ele governa um estado monárquico. Quem tu chamas Deus Criador tem domínio sobre tudo, tem poder sobre todas as coisas, todas as pessoas, e é vitalício. Tu conheces o criador da luz que há em teus olhos?

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sábado, 29 de maio de 2010

O Saia da igreja

O Saia da igreja é o que disfarça aos irmãos o discurso do “Saia do corpo de Cristo que te visto de beleza e prosperidade para seres admirado dos homens do mundo à tua volta”. O Saia sai a enganar pessoas ainda na idade média da sabedoria, que saindo em busca de sobrevivência digna encontram no Caminho o recurso da fé já muito maculada pela saliva desgraçada da língua enfeitiçada pela estética ilusória. Ele é a caricatura de piedade que mais se utiliza de religião, de teologia, de púlpitos ornados para sorrir aos belos bobos uni dependentes de vida igrejeira. Ele tanto entende dessa mediocridade espiritual que saiu descarado após Jesus no deserto para tentar vestir os pés do Leão da Tribo de Judá com o sapatão da arrogância que trás socado em seu nojento crânio de meias verdades e saias justas, pois disse: “— Dar-te-ei a ti todo este poder mundial e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero. Se tu prostrado me adorares, tudo será teu”.

O lorpa cretino, que trocou o longo manto assombrador de tempos e templos medievais, veste saia marca Prada, e desfila na passarela dos meninos modelos a la Jesus - o luz da roqueira amante de crianças carentes de pais sem vergonha na cara. Até hollywoodianos advertem pós-modernos da mensagem bíblica com Prada e sem Palavra a adquirirem a etiqueta da moda, pois o propósito é prosperar numa vida com propósito de serem deixados para trás. Quem de nossos tempos, que não ande manchado no sangue do Cordeiro, tem ousado responder ao descarado filho da besta com o poder do Santo? “— Sai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: ‘Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás”. Quem tem se fortalecido no brado paulino, o organizador de igrejas de saias limpas? “— Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.”

Quem dos maricas efeminados da pós-modernidade cristã tem priorizado o convite nada hospitaleiro do justíssimo carpinteiro, o contrário à moda de príncipes em vestes engravatadas de fariseus promotores da fé sem confiança no poder e juízo do Eterno? Pois o Exemplo disse: “— Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará. Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma? Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos.”

O Saia da igreja não respeita templo de adoração a deus; até porque ele é o deus, ainda que uma minúscula criatura saída do Senhor Deus. Ele é o viciado pela adoração dos espíritos humanos que vestem carne e osso e que têm mente vadia vazia do temor do Senhor. É o fulano que tentando rouba o culto racional dos cheios do Espírito e da Verdade. Templos são os santuários mais disputados por gente de boa ou má fé que tem fé na fé que não vale um tostão furado. Mesmo após Jesus ter alertado que o templo salomônico, reerguido para emprego financeiro da corja de cambistas da oração, ruiria pedra por pedra, eles, os que torcem a alma das gentes, dão aulas domingueiras de como se deve dançar adorando no vazio do caldeirão do Ruqui, do Faustu da bobeira, e dos estádios do fanatizado Futedolar. Moloque, Baal, Baco e companhias ilimitadas do capeta bacana devem estar mortos de ciúmes pelo show da fé protagonizado por bilhões de seres fãs de times do coração noveleiro, pelo qual são sacrificadas vidas de guerreiros espirituais em troco de qualquer tipo de bola mamônica.

Ô Saia, não saia da igreja; você a institucionalizou, a acondicionou na tua índole luminescente e nos teus belos guarda-roupas de saias justas de morte. A igreja templária te pertence com papel passado em cartórios cheios de dízimos e de quintos dos infernos. Mas o corpo de Cristo, a Iglesia pela qual paulos e joões perderam a cabeça pela causa dos santos, tem a cabeça e a mente guardada no amor do santo Deus, Jesus.

Soldado ferido









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sábado, 22 de maio de 2010

FERVER O MORNO NO ALTÍSSIMO

Não haverá mais clamor, ou súplicas proféticas gritadas aos ouvidos, para que pessoas viventes se definam quanto à espiritualidade de sua consciência. Muito menos haverá advertências bombásticas que possam acordar os incautos da fé. O despertamento de pessoas, quanto às conseqüências da morte física, só é possível hoje no silêncio da inteligência que cada um conseguiu desenvolver em sua breve existência.

O tempo dos gritos desesperados, anunciando o caminho da boa morte, passou; embora seus traços estejam mapeados nos livros sagrados que um autor, o Senhor Altíssimo, advertiu que escrevessem. Só o uso individual da inteligência humana é ainda capaz de decifrar a mensagem esclarecedora daquilo que a aguarda assim que a alma fugir do corpo, essa idolatrada massa de carne e sangue que perambula ilustremente decorada em trapos de pós-modernidade.

A maior de todas as advertências ao homem espiritual, que se chama morte física, ou destruição do corpo, por meio do bicho que faz desaparecer a carne na pequena caixa-abrigo de ossos, pelos, e farrapos, esse alerta macabro não é mais suficiente para despertar a consciência do homem de seu fim natural. No entanto, ele, o corpo que pensa que vive, gente, raça humana, animal racional, ser desenvolvido, pessoa convicta de si mesma, prossegue desprezando até a caveira que esconde em tecido de pele animal evoluída. Mas ela, a morte, vem e virá, e empurra, a cada segundo que a terra gira, o espírito do homem para o oculto, para muito abaixo do caixão embandeirado, dos jardins verdes e floridos da saudade – que também não dura ou já morreu.

Onde houver algoritmo inteligente em alguns neurônios de gente, que haja decisão com pacto de vida e de morte. Não há o que esperar. O que virá, virá. Não haverá aviso; até porque o aviso já veio, já foi enxergado e tocado, crucificado e ressuscitado, ouvido e escrito, institucionalizado e adotado, adulterado e reformado, amado, odiado, polemizado. Quem tem inteligência, que use. Quem não tem, não diz que tem, é animal domesticado; e não tem com que se preocupar, pois nunca saberá distinguir sua vida de morte.

Os inteligentes já se decidiram; e quem adquire inteligência, aquele que pôs a mão na consciência para sua independência, esse se decide aos montes de adoração, amam o que muito entendem. Os poucos inteligentes que restam é que necessitam de ajuda para pactuar com a Vida ou com a Morte. Mas não há quase tempo de amadurecer espontâneo no caos das tecnologias da informação. É pegar ou largar. Vivemos a dualidade: vida ou morte; sim ou não; direita ou esquerda; para frente ou para trás; pactuar ou não pactuar; crente ou descrente; frio ou quente. O morno, este que fica no inexistente meio da dualidade, é bom para ser vomitado e virar comida de vermes.

Mas o mesmo morno, o indeciso, o de sabedoria não despertada, desperta dó. Querem-no, os que pactuaram. Por isso é preciso ajudá-lo. A ajuda está no clamor de letras poderosas, pelo que caminha reto, utilizando o poder do interior sobre a palavra do criador do anjo da luz, do anjo das trevas, das almas, dos viventes: as sagradas, puríssimas escrituras do Autor. É tempo de ferver o morno, pelo amor maior do Altíssimo, Jesus.

Healing is in your hands - Christy Nockels









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terça-feira, 16 de março de 2010

COMPLETAMENTE MARAVILHOSO PARA MIM

Luz bendita de todo o mundo, você que desceu ao profundo da escuridão de minha vida. Você abriu meus olhos; agora, me deixe ver a extensão de teu amor por mim.
Beleza, que fez este meu mundo interior adorá-lo;
Esperança, de uma vida vivida na sua gloriosa companhia;
Eis-me aqui para adorá-lo;
Eis-me aqui de joelhos diante de seu esplendor;
Eis-me aqui para dizer que você, Altíssimo, é meu único e soberano Deus Todo Poderoso.
Você é completamente adorável!
Completamente digno!
Completamente maravilhoso para mim!
Rei de todos os tempos; você, tão altamente exaltado;
Glorioso nos céus acima;
Humildemente vieste a este mundo-terra que tu criaste.
Você que se escondeu na pobreza por conta da riqueza de teu amor;
Nunca descobrirei quanto te custou para eu ver meu pecado cravado naquela cruz.
Clamei em lágrimas pelo teu nome;
Fui salvo; salvo estou, na imensidão do teu amor.
Ó Senhor meu Deus, és completamente maravilhoso para mim.

Adaptado da canção Here I am to worship. 16032010. domundointerior.blogspot.com









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domingo, 28 de fevereiro de 2010

PARA OS QUE ÀS VEZES DESANIMAM,

O Senhor te libertará das amarras do tempo.

Sou tua noiva apaixonada. Mas, alma canta? Espírito dança? Alma e espírito se apaixonam?
Como assim? Precisa explicação, não! Poesia não exige o rigor da lógica? Poesia pede emoção! Emoção é reação ao encanto. Tem horas que falar não cabe. Se pudesse cantar... Mas, silenciar, sentir, respirar, sonhar... O Eterno é o que cabe manifestar-se à alma apaixonada.

Yeshua (Jesus)
Fernadinho









Vem saltando sobre os montes de Jerusalém. / Sou tua noiva apaixonada, te esperando, para dançar.

Alma desanimada. Alma é um sopro de vida eterna num pó de terra. Pó de terra boa é húmus. Húmus é fonte de matéria orgânica para a nutrição da gente. Húmus cresce humildade, que favorece a estrutura emocional do ser humano. Essa estrutura úmida é apta a reter muita água da vida. A água da vida entra na gente pelo sopro da vida. Na gênese, o Senhor soprou em barro elaborado de húmus e fez o ser humano. Uma pessoa humana é a química do húmus encharcado de alma que tem sede pela água da vida. Você tem se ensopado na Água da Vida? Ou estás seco e só?

Para quem se sente seco e só, como estando em um injusto deserto, ser bafejado pela Vida é dançar de felicidade! Não tem alma que não se reanime na caminhada após uma brisa do Senhor. Ele criou desertos, montes, vales, pedra e fogo só para exercer o sopro da alma em você e em mim. Leia no Manual o registro (cerca de 1000 anos a.C) de um sopro de vida em um profeta do Senhor que desanimou da vida:

O homem de Deus, Elias, ficou com medo da rainha Jezabel. Para salvar a vida fugiu para o deserto, andando um dia inteiro. Aí parou, sentou-se na sombra de uma arvorezinha e teve vontade de morrer. Então refletiu assim com o Senhor.

– Já chega, ó Senhor meu Deus! Acabe agora com a minha vida! Eu sou um fracasso na fé.

Elias se deitou debaixo daquele arbusto e dormiu. De repente, um anjo tocou nele e disse: – Profeta! Levanta daí e come.

Elias olhou em volta e viu perto da sua cabeça um pão assado nas pedras e uma jarra de água. Ele comeu, e bebeu, e logo dormiu de novo. O anjo do Senhor Deus voltou e tocou nele pela segunda vez, dizendo: – Ô profeta! Levanta e come; se não, você não agüentará a viagem.

Elias se levantou, comeu e bebeu, e a comida lhe deu força bastante para andar quarenta dias e quarenta noites até o monte Sinai (Mesmo monte de Moisés, cerca de 1200 anos a.C. Mesmo tempo de deserto de Jesus, 40 dias e 40 noites). Aí ele entrou numa caverna para passar a noite, e, de repente, o Senhor Deus lhe perguntou: – O que você está fazendo aqui, Elias?

– Ó Senhor, Deus Todo-Poderoso, eu sempre tenho servido a ti e só a ti. Mas inimigos me cercam agora. Depois que derrotamos os ocultistas, eles retaliaram contra meus amigos. Eu sou o único que falta morrer.

A voz do Senhor chamou-o para fora da caverna e disse-lhe. – Vá até o alto desse monte e me ache lá que te instruirei.

Elias subiu no frio intenso do monte, e enquanto procurava Deus, o Senhor mandou um vento muito forte, que rachou morros e despedaçou rochas. Mas o Eterno não lhe falou coisa alguma no vendaval. Quando o turbilhão parou de ventar, veio um tremor na terra; porém o Senhor não lhe falou no terremoto. Depois do terremoto veio um fogo, mas o Senhor não estava nas chamas. Mas, então, depois do fogo, veio uma brisa suave, e o Senhor lhe fala calma e amorosamente num bafejo: - “O Que Você Está Fazendo Aqui, Elias?”

O resto da história o Manual de Deus dá mais detalhes: Elias nunca retornou ao pó da terra. Pouco depois daquele encontro no alto do Sinai, uma carruagem de fogo veio apanhá-lo para deslocá-lo 1000 anos à frente no tempo, a fim de atender, junto com Moisés (que percorrera mais de 1200 anos) para uma reunião (uma dança de almas) com Yeshua (Jesus), o impecável Carpinteiro, em outro monte alto em Jerusalém, aos olhos espantados de Pedro, Tiago e João, discípulos que ainda não haviam aprendido a dançar ao sopro da vida, no Senhor Jesus.

Alma esperta foge. Você já se perguntou por que os corajosos também desanimam? Por que não subimos as colinas da vida em linha reta? Por que ziguezagueamos na escalada do desafio e às vezes recuamos, para só então subirmos outro tantinho? Não foi isso o que aconteceu com Elias? Você faz idéia do tipo de pessoa poderosa que foi Elias aqui na terra? Dentre tantos poderes sobrenaturais que ele experimentou, uma das mais expressivas vitórias de Elias havia acabado de acontecer antes de sua fuga pro deserto. Dias antes, quatrocentos e cinqüenta ocultistas foram derrotados de uma vez por ele. Ele lhes lançou o desafio de que fizessem descer fogo do céu para que demonstrassem uma suposta divindade do Oculto, que eles criam cegamente. Como não conseguiram divindade nenhuma, Elias orou ao Eterno e o fogo desceu, queimando tudo quanto era maldade que eles praticavam. Maldade é coisa iníqua; como pus de úlcera na alma da gente. Maldade adoece a alma. Maldade leva à morte feia!

Pois é! Depois dessa escalada na fé lindíssima, Elias intimidou-se torpemente diante da fúria de Jezabel, a mãe dos ocultistas, mulher de um rei bobo chamado Mané Acabe, uma rainha horrorosa e nojenta do povo de Israel. Elias fugiu deles pro deserto, pois lhe fugira o sopro de coragem na alma – a fé.

Se Elias não tivesse desanimado, você acha que ele teria sido convidado pelo Senhor para subir o monte um pouco mais? Se ele tivesse enfrentado Jezabel, você acha que isso teria sido sábio? Ser herói diante do Oculto é preciso? Quem é mais forte, você ou a Besta oculta? O que você faz quando o Bicho avisa que vai te pegarrr? Eu fujo como um camundongo foge de gato! E você, encara o bicho-papão? – Sebo na canela, moço! Corre, mas corre muito! E em ziguezague! E sem olhar pra trás! Pega a trilha do deserto da alma, e fica na tua! Fica na tua, pois o bicho-papão não gosta de deserto. Ele não vai entrar no deserto atrás de você. Foi num deserto que ele fora derrotado pelo Senhor Jesus. Se ele entrasse no deserto de tua alma, ele iria se lembrar que ali é lugar da derrota eterna dele. Foi no deserto que o Carpinteiro esfregou no focinho da besta a espada do Eterno, a Palavra da Vida, e ele teve de se recolher à sua insignificância diante do Altíssimo. Então, deseje o esconderijo do desânimo de tua alma. É só por um pouquinho de tempo. Até o Senhor te achar e soprar uma brisa gostosa na sua alminha pra ela voltar a ferver, a arder na fé do Filho de Deus!

Alma obediente dança. Elias, então, sente no frio do isolamento do monte Sinai o sopro do Eterno, que funciona como uma brisa oxigenando as cinzas de sua fé. "– O que fazes aqui, Elias?" As cinzas vão sendo sopradas, as brasas vão ficando vermelhinhas, o frio vai diminuindo, e ele se emociona, e chora suas mágoas com o Eterno:

– Ah, Senhor, aconteceu isso, mais isso, e aquilo... E coisa e tal, e tal... Lalalá... Blablablá... Não quero mais saber… Blablá… Tô fora...! Lalá… Snif, snif…

Aí (e, graças ao Senhor nosso Deus, há sempre um aí) o Eterno puxa a alma de Elias para dançar ao som de sua brisa amorosa e consoladora. "– Esquenta muito não, Elias. Isso passa. Ainda tenho umas aventuras radicais para você. Treine o Eliseu pra te substituir lá embaixo. Qualquer hora dessas vou te levar para conhecer pessoalmente Moisés: outro chorão como você, que há 200 anos pisou esse mesmo monte Sinai em busca de sinais para o povo ver e crer em mim – o que poucos conseguem, diga-se de passagem. Agora pode ir, volte para concluir sua missão. E fique atento! Vou surpreendê-lo com experiências ainda mais elevadas no meu amor por meus seguidores como você."

O tempo que oprime a alma. O valor do desânimo na vida do grande profeta Elias está esclarecido para mim. Um homem, uma mulher de Deus, ao experimentar a doença do desânimo, pode provar a doçura e o frescor da cura ministrada pelo Médico dos médicos. Quando o desânimo nos leva a sucumbir da fé corajosa, o poder do Senhor se aperfeiçoa na alma, aprimora a alma para vencer obstáculos maiores no estreito caminho da vida. “– A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na tua fraqueza.” Disse Paulo, o autor de cartas da Bíblia, que ouvira isso do próprio Senhor Jesus. E o evangelista conclui: “– De boa vontade, pois, me alegrarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder do Senhor. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Jesus. Porque quando estou fraco, então, sou forte.”

Mas qual desafio de maior intensidade ainda estaria reservado para Elias? Se o que lhe aguardava era o derradeiro presente do arrebatamento da mortalidade para a eternidade, que outro desafio estaria ainda em seu caminho? Elias fora seqüestrado deste mundo sem provar a morte natural. Como Moisés, ele desapareceu de forma sobre-humana diante dos olhos estarrecidos de seu substituto, o discípulo Eliseu. Então, qual o desafio último de Elias após a reanimação de sua alma? Foi o desafio de vencer as amarras do tempo.

– “Como assim, vencer as amarras do tempo?”

Para uma pessoa (eu, por exemplo) poder superar os limites temporais da existência (o tic-tac do relógio), é preciso que se entenda e se obtenha aprovação diante do maior desafio da humanidade: "Compreender que tempo não existe, que ele é uma ilusão, e que é preciso superá-lo na fé do Eterno!" Entender que tempo não é limitação para a alma, que alma não se limita à contagem de tempo, que o tempo dos humanos é uma ilusão que oprime a alma, que a alma da gente precisa colocar o tempo no seu devido lugar: para fora de si, no mundo exterior, onde o tempo pertence. No coração, no mundo interior onde habita a alma da gente, não existe tempo, mas apenas os efeitos da ilusão que ele (a partir do mundo exterior) causa na psique (interior) da gente.

Considerando que a única coisa que levamos deste mundo é a nossa alma, então ela não pode permanecer subjugada pelo tempo que rege este mundo exterior. Quando a morte ou o arrebatamento surge na contagem do tempo (que o mundo exterior marca com datas, por exemplo), a alma da gente se liberta de uma vez da ilusão temporal. Foi o Carpinteiro, o Mestre da vida, quem alertou para a inexistência do tempo para a alma: “– Os céus e a terra, o mundo exterior, passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”. O sentido da palavra “Palavra” é profundíssimo: Palavra significando Promessa tem variantes que assumem o sentido de Modo de Ver. “– A minha promessa, o meu modo de ver, não passará; permanece para sempre um referencial absoluto da criação.”

Se eu tomasse o “modo de ver” do Senhor Jesus e, a partir dele, nesse referencial do Homem que vê tudo com olhares da eternidade, se pudesse contemplar o mundo exterior, o que eu observaria? Veria uma tela de cinema desenrolando o ilusório mundo exterior. Eu veria cenas como numa exposição cinematográfica. Veria o efeito do tempo rolando (da direita para a esquerda) as cenas de um mesmo enredo, onde tudo que aparece na tela tem começo, meio e fim. Eu sentiria que o que é real são as coisas eternas, como minha alma, por exemplo, quando esta desenvolve a capacidade de assistir, de fora da tela, o desenrolar de um filme de coisas temporais. Eu teria a convicção de que tudo o que existe entre este céu e esta terra estão passando. Eu veria claramente que há tempo para todas as coisas acontecerem e findarem no mundo exterior, tenha elas durado 1 dia ou 1000 anos. Pois para o Senhor, como registra a Bíblia, 1 dia é como mil anos, e 1000 anos é como um dia. Tudo passa... Menos a Palavra da vida, menos o Modo de ver, que está em um referencial absoluto e que permanece para sempre fora do mundo exterior. Neste metamodelo físico de contemplação do tempo, reforce-se o fato de Jesus ter declarado “quem crê em mim nunca morrerá”, nunca passará, essa alma permanecerá em Seu referencial absoluto para sempre.

Jesus liberta a alma da gente. O profeta Elias teve por último desafio o confiar que seria retirado da tela ilusória do mundo em que vivia (o mundo de Jezabel) para conviver no referencial atemporal – ao lado de Moisés (200 anos atrás de si), e de Jesus (1000 anos à sua frente), e nosso (cerca de 3000 anos depois). Elias desapareceu aos olhos de Eliseu numa carruagem de fogo. Sua próxima aparição, revelada na Bíblia, foi ao lado do impecável Carpinteiro no monte alto da transfiguração. Naquele monte, de dentro de uma nuvem, como se numa brisa refrescante, o Eterno bafeja aos ouvidos de Pedro, Tiago e João, na presença de Moisés e de Elias, a seguinte palavra: “– Este é meu filho amado, em quem tenho muito prazer. Observem-no.” É como se o Senhor estivesse dizendo: "Observem a libertação das amarras do tempo. Passado (Moisés), presente (Elias) e futuro (os discípulos), todos livres das amarras do tempo por causa da Palavra, da Promessa, do Modo de Ver a pessoa de Jesus."

Você está observando Jesus? Em que referencial você está? Na tela ilusória do mundo, como um mero figurante da existência? Ou você está no ambiente do Senhor Jesus, extraindo lições desse filme da vida para desenvolver-se como um homem de Deus, uma mulher de Deus, que observa Jesus? “– Este é meu filho amado, observe-o.” Por conta de um desânimo, Elias pôde ser liberto da temporalidade. E tudo “começou” tal qual “terminara” num bafejo do Senhor e numa pergunta: “– O que fazes aqui, Elias? – Deixe-me apresentar-te meu filho amado, em quem tenho muito prazer! – A Ele, os povos do mundo, observarão.”

Concluo esta reflexão com a canção da irmã Heloísa Rosa. Fall On Me é uma oração pedindo que a brisa do Senhor bafeje, sopre em sua vida, e refresque seus ossos secos. Osso é uma figura de linguagem de nossa estrutura emocional. Então: “Refresca minha estrutura emocional, Senhor! E liberta-me para que eu seja verdadeiramente livre no tempo que se chama hoje. Se o Filho me libertar eu serei verdadeiramente livre de tudo, até das amarras do tempo. Se o Filho te libertar você será tão livre quanto a águia. Voará nas alturas, longe do filme ilusório que narra esta vidinha. Se você observar o Filho, teu referencial será o dele, um referencial atemporal, eterno e elevado, como o da águia que voa nas alturas. Tão alto como os montes de Jerusalém, os montes dos sinais de Moisés, os montes da cura do desânimo do profeta Elias, os montes da visão esplêndida de Pedro, Tiago e João: a visão de Yeshua (Jesus), nos convidando para dançar sobre os montes de vida eterna que há no Pai.”

Fall On Me
Heloísa Rosa










Fall on me / Ever so gently / Breathe on, Breathe on / These dry bones
Shower me in your love / Washing, washing / My filthy stain (2x)
And break these chains (2x) / Set me free (2x)
Fall on me / Ever so gently / Breathe on (2x) / These dry bones (2x)
And break these chains (4x)
Set me free (16x)
Liberta-me (16x) / Se o Filho te libertar / você é verdadeiramente livre (2x)
Liberta-me (2x)
Liberta-me Senhor
Eu voarei como águia (2x)
Eu voarei como águia na alturas


Os que recobram o ânimo no Senhor são libertos do tempo, para dançar em montes de vida!
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180509
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

A HISTÓRIA DA SALVAÇÃO DO MUNDO INTERIOR

Teu parto não teve beleza alguma; no entanto, sem a dor materna, você não passaria à vida. Tuas dores na vida foram todas indesejáveis; no entanto, sem elas, tua fragilidade não seria escudada. Tuas lágrimas revelam tua fragilidade; no entanto, sem elas, a mão amiga não te alcançaria. Tuas desilusões te lembram da imperfeição de teu mundo; no entanto, sem elas você não acordaria. Tua realidade viu muitas destruições; no entanto, sem elas, como construirias teus sonhos?
A história que você ouvirá neste artigo, pode não ter beleza aparente, pode não ser nada desejável, pode destruir-te ilusões, mas construirá teu caminho de volta à origem de tua alma. Ela reconstruiu o meu! ...É impossível calar a história da salvação do mundo interior.

Parte 1 (6:44)
Somos nascidos no mundo exterior








Parte 2 (9:39)
No mundo exterior temos aflições








Parte 3 (9:44)
O Salvador entra no mundo exterior








Parte 4 (10:08)
A manifestação do maravilhoso amigo no Caminho








Parte 5 (10:04)
A aflição do Salvador ante o preço de te amar








Parte 6 (10:06)
O mais extraordinário resgate de todo o mundo







Parte 7 (3:11)
As portas do inferno não te resistirão o caminhar






(Desconhecido o autor deste áudio)

A oração deste camelô do Senhor da Vida é que possamos ser amigos nesta estradinha traçada na história do mundo interior.
Ponha o fone de ouvido e ouça... Alguém te encontrará no caminho e te estenderá a mão.

Eu te Erguerei
Arautos do Rei








Procuro em minha vida encontrar um sentido / Pois não compreendo a razão do existir / Por muitas vezes tenho me sentido sem força / Pra continuar seguindo sem desanimar / Eu nunca quis enfrentar a estrada em solidão / E em você confiei quando ouvi.
Irmão, te erguerei e o temor passará / Dá-me a mão, vamos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás
Eu sei que as vezes tu também te sentes sozinho / Pois é difícil caminhar sem ter alguém / Pra dividir as provas que enfrentamos na vida / E levantar disposto pra recomeçar / Se for preciso enfrentar perigos e terror / Vamos em Deus confiar e orar
Irmão, te erguerei e o temor passará / Dá-me a mão, vamos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás
Vamos juntos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás
Vamos juntos orar e assim descansar / Num lugar onde Deus dará, força pra lutar / Quando eu cair tu me erguerás / Sim tu me erguerás / Uh!



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